terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Na volta do correio





A mãe Fatinha acabou o casaquinho durante o fim de semana e ontem já estava nos correios a preparar a encomenda para a sua caçula. O efeito não exactamente o da versão original. Tanto a linha como as agulhas eram maiores o que faz com que se trabalhe mais rapidamente mas, em contrapartida, fica com um acabamento mais grosseiro e menos "feito ao corpo". No fim de semana já vai andar a laurear a pevide comigo!

(Se alguém quiser os moldes, é só dizer!)

O que mais custa é dar o primeiro passo... aquele que nos deixa fora de casa






A saber:
- esta é a minha 3 semana de caminhadas/mini corridas - 1 horinha 5 dias por semana a pôr as perninhas a mexer. A primeira semana foi com um "empurrão" do meu pai (para arejarmos a cabeça e gerir a perda a par), as seguintes já foram por minha conta;
- a hora da partida e de chegada não são exactamente as registadas: 15 minutos para chegar ao passeio marítimo de Oeiras e 15 minutos para chegar a casa;
- o podómetro não estava bem calibrado... na realidade foram mais de 7.120 km (3.560 km de ida - Praia de Paço de Arco ao Alto da Barra - e outros tanto de volta, mais 600 km de distância até ao carro);
- 1300 metros foram feitos a correr... uma loucura já sei! O meu objectivo é aumentar 100 metros de corrida por dia para daqui a uns mesitos aguentar a corrida no princípio ao fim.
- não esquecer de usar creme de mãos;

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A "doceira" preguiçosa




No domingo a família vez uma visita de médico aos meninos que andam pela capital. Depois de comermos uma magnífica dourada com mais de 3 kg no Sr. Peixe (a dividir por oito) e de uma caminhada para não ir a rebolar para casa, lá se rumou ao nosso ninho. Bem sei que se impunha um bolinho ou qualquer coisa semelhante, mas... acordei preguiçosa e com uma vontade louca de comer massa folhada doce! (Já sei... tenho gosto muito refinados... not). Vai daí, meti mãos à obra para fazer uns mini croisants, motivada pelas memórias de quando era miúda e a minha mãe com as sobras das empadas que fazia nos deixava fazer palmiers que me sabiam (e sabem) pela vida. O pessoal ainda petiscou um ou outro. Eu servi de carro vassoura e aspirei tudo que o que ficou pelo caminho! E é isto!! Não me importava nada de "tomar" conta de outro tabuleirinho de miniaturas.

Segunda-feira #131

(...ou o que eu queria umas pasteleirinha!)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Quem me manda querer coisas complicadas...


Nesta casa ainda não tenho rolo da massa. Não quis desfalcar a casa da Nazaré e sempre que preciso de tender massa lá me desenrasco com uma garrafa. Esta semana registei mentalmente a falta de equipamento e sempre que fui ao supermercado lá levava a indicação de comprar o dito cujo. Nada! Não há rolo da massa em lado nenhum! Entre os tascos do Belmiro, do Jerónimo, dos senhores alemães que não gostam de vogais e o supermercado intlectual que existe perto do trabalho do meu Homem (sim, existem supermercados intlectuais), nem um desgraçado de um rolo da massa para contar a história!! Ontem chegámos à conclusão que o melhor será mandar vir de algum lado! Alguém me sabe dizer se proibiram a comercialização destes utensílios tão polivalentes? Se sim, o que é que se usa agora em alternativa?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

George, Brad... precisamos de conversar!



Ora aqui estão dois homens lindos que até fazem filminhos engraçados... mas estes não fazem parte desse rol. Oh coisas chatinhas e sem sal. Vêem-se, numa tarde de domingo em alternativa a uma sesta ou na tentativa de domar as insónias. Mas não vão muito para além disso.

Vá, continuem giros e estão perdoados.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Yogurt is the new black


Olá, o meu nome é Guilhim e sou viciada em iogurte grego. 
Sempre achei que sobreviveria e que seria muito feliz se tivesse "apenas" lactícinios e os seus derivados, frutinha, enchidos, azeite/azeitonas, alho e pão, mas afinal, acho que me fico pelo primeiro item. Ah, que acabei de acordar, vai um iogurtinho grego com cereais. A sobremesa é frutinha? Não tem que enganar: um pinguinho de mel e 30 litros de iogurte grego e está perfeito! Lanchinho: iogurte grego versão solo. A menina não enche o bandulho ao jantar... mas come um iogurtinho e uma tosta para ir contentinha para a cama! Ou dou rapidamente a volta a isto, ou prevejo que dentro de pouco tempo venha a ter impresso na testa um "consumir de preferência antes de".

"Somos nós os teus cantores"




A actualidade das palavras é arrepiante!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

C'a menina merece

E de tanto chatear a minha mãe, peguei-lhe a febre da malha e convenci-a a "ajudar-me" (que é como quem diz, "eu não faço nada") a fazer este casaquinho lindo, lindo, lindo mas em cinza! Vamos lá ver!





terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Dinheiro bem gasto

Esta versão do livro foi-me emprestada pela minha irmã e devidamente terminada antes de pôr os olhinhos na tela do cinema

Fomos ver o "The girl with the dragon tatoo"... recuso-me a decorar o título do filme em português porque associo-o ao um qualquer filme do António Pedro Vasconcelos. E não é que valeu bem a pena! Foram três horas muito bem passadas... apesar de achar que o meu corpo não foi deito para estar sentado naquelas cadeiras. 
Hoje em dia com o preço a que os bilhetes estão uma ida ao cinema, para mim, aproxima-se muito à experiência que viva em criança. Tornou-se um momento especial e não ficava nada triste se voltássemos a bater palminhas quando começam a passar os créditos finais... e este era um dos que merecia um bom aplauso!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Haja cabeças

Esta que vos escreve precisou de arranjar uma estratégia qualquer para ocupar a cabecita. Numa destas noites lembrei-me que tinha na mesa de cabeceira um livro sobre malha que a minha irmã me tinha deixado - seguramente há mais de um ano - e para o qual sempre olhei como quem olha para o Evereste.


Graças ao dito cujo, numa noite dominei a técnica do casting on (missão atribuída à mãe Fatinha nos poucos cachecóis que fiz e numa espécie de camisola que tricotei durante liceu... sim, era uma daquelas raparigas estranhas da escola), do "knit" e do "purl" (foi mais um reavivar de memória que outra coisa) e perdi horas da minha vida a tentar perceber o que era o "K2tog; bo; K1 P1 K2tog". O problema veio depois. Prometi fazer um gorro ao meu Homem tendo como única experiência essa complicada técnica de "fazer malha a eito"... assim tipo autista. Depois de descobrir este blogue (vejam este vestido azul... dava um dedinho para o ter) perdi-me em tutoriais no youtube e acabei por ir dar a este outro site - Ravelry -, onde há todo um mundo de padrões ao alcance de um download (após pagamento). O primeiro gorro foi parido após 9089745 tentativas. A minha mãe apelidou-o de "gorro do amor"... e sim, não fosse eu estar perdidinha pelo rapaz e a esta altura estava aqui a explicar como tinha conseguido enfardar 45kg de Milka em 25 minutos. Ficou feito, e apesar de eu não gostar muito do resultado final, ele insiste que está muito bonito e até saiu com ele à rua (sim, ele também gosta de mim e não quer partir o meu coraçãozinho tão triste).



Vai daí fiz uma segunda tentativa. Desta gostei... e acho que o vou adoptar para mim, apesar de ser para ele.



E como não há dois sem três, estou agora de volta de um com duas linhas. Os meus dias são passados a contar pontos, carreiras e "mates"... e umas idas ao Carnaval, assim como quem quer por um ponto final à maré de coisas chatas e diz ao 2012 "agora vamos lá começar isto a sério, sim?".



Se alguém quiser aproveitar esta febre por linhas e agulhas, é só dizer!! Se depender de mim, nenhuma cabeça ficará desprotegida!

Segunda feira #129


domingo, 19 de fevereiro de 2012

Como alguém me disse ontem entre marchas e saltinhos

"Isto é que é a verdadeira religião!"... e sim, ainda estou em falta com a minha penitência de dançar em todos os "balhes" até ser de dia e de pagar uma cerveja em honra do Santo "Entrude"... culpo a "falta de treino" e as minhas costelas palecas!






"Todos precisam de se divertir. Porque a vida corre bem? Não, quase sempre porque a vida corre mal. Mas o coração da gente rebenta se nele só morar a tristeza."
Alves Redol, sobre o Carnaval da Nazaré

Ontem foi dia de remodelações aqui pelo estaminé...

...mas a coisa ainda não está acabada!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Uma coisa leva à outra



Numa destas noites no meio de uma insónia resolvi ver o "The Help". Está engraçado. Vê-se bem. A acção decorre em Jackson, uma vila dos Estados Unidos, onde, segundo reza a história, a June Carter se casou com o Jonhy Cash e de facto, a música de abertura do filme é mesmo essa: Jackson. Imediatamente lembrei-me do "Walk the line". Vi-o pela primeira vez na altura que descobri que era uma mulher com uns tim-tins consideráveis (estamos no campo das metáforas, ok?) e me senti poderosa! É um filme do caraças e a banda sonora é extraordinária, ou não fosse eu uma espécie de fã envergonhada e preguiçosa de rockabilly e encontrar na música do Jonhy Cash e de outros da mesma geração um conforto bom! Vai daí, rever o "Walk the line" impõe-se!

Vamos lá, devagarinho, dar a volta a isto...


... caso contrário prevejo que leve uma narigada e uma ladradela celestial de quem não gostava de me ver a choramingar pelos cantos!

Entretanto, não houve comentário e mensagem que não me tivesse dado um bocadinho mais de força e me enchesse o coração por saber que a minha Vaquita Loira tinha tantos amigos! Obrigada a todos! Aos que mandaram beijinhos, aos que disseram "força", aos que partilharam as histórias de outros companheiros de quatro patas que já cá não estão... bem, agradeço todos os miminhos a que agora me agarro para dar a volta a esta tristeza e fazer justiça à boa disposição que estava sempre nos nossos focinhos: o meu e do meu rapaz peludo e mal-cheiroso que estava sempre por perto!

Como disse, isto devagarinho vai lá!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Este ia ser um post curto...


Frequentemente sinto que estou numa realidade paralela, porque só numa (ir)realidade paralela a notícia que recebi na segunda por volta das sete da tarde seria possível: "O Buick não resistiu". Foi isto. A esperança saíu-me do peito num grunhido estranho e alto que calou quem estava do outro lado. Confesso que durante uns minutos fiquei sem sentir... ou sem saber o que sentir. Como se a dor que me esperava não coubesse em mim. Como se não eu não me reconhecesse sem ele. Como se fosse carga demaisada para eu resistir... e na realidade, não resisti. Morri um bocadinho. Quem me conhece sabe que o Bogas era (parte d)a minha vida. Era a minha constante boa! Tudo o resto podia desmoronar (e por uma ou outra vez desmoronou) que ele estava lá. Sempre bem disposto, sempre disposto a brincar, a fazer-me as vontades. Independentemente dos meus maus dias ou dos maus dias dos outros. Ainda não faz sentido, porra! Tive sempre a certeza que me ia ver a envelhecer e crescer, que ia ser ele o cão dos nossos filhos, para que também eles tivessem a sorte de saber como é ter o melhor companheiro do mundo. Agora vão sabê-lo por nós. Pelas memórias de acordarmos os dois a cair da cama enquanto ele se esticava despreocupado. Pelos passeios na Praia do Norte, no Parque Verde, no Pontão de Sesimbra. Vão saber que ele se deitava muito quieto sempre que um menino lhe queria sentir o pêlo de algodão. Que arrotava e dava bufas malcheirosas nas situações menos indicadas. Que foi a companhia do meu Pai nos primeiros anos de reforma e que formavam uma dupla e tanto. Que em cachorro, mas já grandinho, deu um "estalo" à minha mãe. Que se derretia quando a minha irmã chegava de viagem e que a queria só para ele, chateando-se com quem lhe roubava a atenção. Que deixava o Mix mandar. Que se pelava para se rebolar com o "Pai" no chão da sala. Que tinha medo de malas de viagem, esfregonas e tudo mais que de tão absurdo só a ele incomodava. Que encostava a cabeça no meu peito sempre que queria dizer que gostava de mim... E que acho que sentia o tanto amor que transbordava de mim para ele. Ainda não parece real! Não faz sentido e nunca vai fazer. Boguinhas-anjobom-tótó-ruim: a dona gosta muito de ti e vem já, está bem?

A todos quantos torceram por ele, obrigada!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Coração fora do peito


É assim que estou. O coração está na boca, nas mãos, no pescoço... mas não me está no peito. O Bogas está internado. Literalmente, do dia para a noite, adoeceu e o panorama, que incluiu vómitos e hemorragias, abriu um buraco no meu lado esquerdo. Tenho a certeza, do fundo do coração, que seguro agora com as duas mãos, que isto tudo é um episódio que serve para termos mais uma história para contar. Que amanhã ele vai agarrar a trela à saída do veterinário, como faz sempre que vamos à rua passear. Tenho a certeza que lhe vou ralhar por me estar a puxar cheio de força. A mesma força que não o deixou estremecer a cada palpação, a cada injecção e a cada colheita de sangue. A cabeça dele encostada no meu peito fez as vezes do músculo que me devia palpitar naquele lugar, e eu fui a força que lhe falhava nas patas. Foi essa união que me fez dizer parvoíces e fingir que lhe ralhava por estar assim, quando o coração no chão me desafiava a soltar a barragem de lágrimas de ter o meu amigo, o meu companheiro, o meu amor incondicional a procurar em mim com os seus olhinhos de mel, uma salvação, um escape que o levasse para longe daquele mal estar e que teve de ouvir de mim mais um "tu ficas", como lhe digo sempre que tenho de sair. Essa força está agora longe de mim e rodeada de gente competente... mas o coração não me volta para o peito.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ficou só a faltar o contributo da vaquita loira


 ok... já demos beijinhos e abracinhos de parabéns, vamos então ao que interessa...

oi?!... vamos ao que interessa certo... o bolo... o bolo é para todos, certo?!

segue os meus olhos... estás a ver? man... também quero bolo, pá!

30+30=60



Hoje o Homem cá da casa faz anos! Dificilmente encontrarei algum dia o presente que demonstre o tamanho do amor que vai neste coraçãozinho... Vai daí, entre o bolinho de aniversário (o escolhido pelo mancebo) e uma viagem, foi isto que conseguimos arranjar para fazer deste dia um dia (mais) especial!

Kiss, kiss

Diz que está frio!



O fim de semana passado foi daqueles de não fazer quase nada! E digo quase nada, porque para além de ter enfardado chocolate como se não houvesse amanhã, ainda fiz este pequeno que tem saído à rua comigo seja para proteger a cabeça do sol, seja para impedir que o calor corporal se dissipe por la tête, seja, fenómeno só possível neste Inverno atípico, pelas duas razões.


E como está frio... se a doninha tem direito a aquecer a cabecinha, o Boguinhas-de-mi-corazón também merece um bocadinho de malha para complementar a sua manta natural!


...vá... a ideia pode não ter sido a mais feliz, digamos que temos opiniões diferentes no que toca a moda... mas que lhe ficava bem, ficava!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Porque o Carnaval já começou há uma semana (no calendário sagrado da Naza)


Sakanagem live @ Ponto N

Aqui vai a marcha dos Sakanas mais inspirados e talentosos de Portugal e também da Praia.

Pontos prévios à audição:
- Aconselha-se a quem esteja em local de trabalho a colocar os headphones;
- Sim, a letra está, na sua quase totalidade, em Português;
- Faz sentido, mas é preciso estar ou conhecer o espírito do Carnaval da Nazaré;
- Qualquer dúvida poderá ser esclarecida numa das várias festas que terá lugar num qualquer bar e/ou salão de bailhe da Praia, já a partir deste fim de semana e até à "quinta-feira de cinzas".


Vai buscar a viola! 

PERA PERA PERA PERA PERA!!!!

Galéra, filete, rainha 
Tróxeste Milão pará Marinha 
Dizem q’és tu que mandas 
Tás péssas bandas e a culpa é minha!

Sapatêra com gengibre 
És fashion lover, és tropical! 
Venham ca Malta da Barca, ca Sakanagem e cu Vinyl 
Tragam só roupa da marca 
És miss Tiger do caril!

Na me chatês q’eu tou a navegar 
Saka miss, q’eu sou….. Jean Paul Gautier! E tanhe um calendaaaaarrr

Na qué saber 
Mais uma vez 
nem que tu venhas cuma pistola 
Já não há lejjins no chinês 
Vamos imora pá França os dois... 
Na quer saber 
Mais uma vez 
Nem que tu venhas cuma pistola 
Já não há lejjings no chinês 
Vou-te tirar dessa terra trola!

Aqui é q’entra o Will! Aqui é q’entra o Will! Aqui é q’entra o Will! Aqui é q’entra o Will!
PERA PERA PERA PERA PERA!!!!

Ap’já virem, tá toda tesa 
Ainda chêras a hortelã 
Doi-me a ponta da tigresa 
No shower gel, no pedim flã!

Sapatêra com gengibre 
És fashion lover, és tropical! 
Venham ca Malta da Barca, ca Sakanagem e cu Vinyl 
Tragam só roupa de marca 
És miss Tiger do caril!

Na me chates q’eu tou a navegar 
Saka miss, q’eu sou….. Jean Paul Gautier! E tanhe um calendaaaaarrr

Na qué saber 
Mais uma vez 
Nem que tu venhas cuma pistola 
Já não há lejjins (leggings) no chinês 
Vamos imora pá França os dois... 
Na quer saber 
Mais uma vez 
Nem que tu venhas cuma pistola 
Já não há lejjings (leggings) no chinês 
Vou-te tirar dessa terra trola!

(em español)

No quier sábér 
Más dé vócés 
Pórqé tu estás embáráçádá 
Non tiengo tiénnis de ló chinês 
porqué quiéria, quiéria ser Tigrece

(FAMALICONNNNNNNNNNN)

No quier sábér 
Más dé vócés 
Quiéró ser louca, endiêbrádá 
Non tiengo tiénnis de ló chinês 
Porqué quiéria, quiéria SER UN PEXE!

Aqui é q’entra o Will! Aqui é q’entra o Will! Aqui é q’entra o Will! Aqui é q’entra o Will!
PERA PERA PERA PERA PERA!!!!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

"1 =" ou "Dos fracos não reza a história"




Os meus dotes de doceira estão num daqueles genes que não se expressa. Ainda assim, qual fisioterapeuta autodidacta, volta e meia lá o forço a fazer qualquer coisinha pela vida. Mas ontem pedi demais e pimba! O gajo revoltou-se e mandou-me à fava. Segunda-feira fiz um bolo de maçã (esta receita com umas invenções minhas) que ficou uma maravilha! Espantada com o sucesso, resolvi fazer muffins de chocolate a partir desta receita (lugar onde encontro invariavelmente as melhores receitas de sempre e que nunca falham). Pois sim... foi boato!! Estão uma verdadeira caquinha! Na realidade, só segui a receita até me parecer que já não fazia nada da massa, a partir daí, entre ovos, leite e o mais que tivesse à mão, foi tudo para dentro do pote. Resultado final, uma valente m%$#da! Se alguém tiver uma receita de muffins de chocolate à prova de azelha que queira partilhar, por favor não se acanhe!!