terça-feira, 29 de março de 2016

quinta-feira, 24 de março de 2016

Gestão de tempo para tótós como eu



Bem sei que há um certo charme em se dizer que se é uma pessoa muito ocupada, que o dia devia ter 48h e outras coisas do género. Há dias que sim senhor, nem que fizéssemos uma directa conseguíamos dar conta do recado mas há outros que é só má organização. Comigo as coisas funcionam de forma estranha: quanto mais tempo livre tenho menos faço. Quanto tenho mil coisas para fazer, consigo encaixá-las e fazer tudo. Aparentemente a resposta para este fenómeno está mesmo à frente dos olhos. Quando temos muitas tarefas olhamos com maior detalhe para o tempo que temos e preenchemo-lo como se fosse um jogo de tétris: "sobram 15 minutos ali então nesse tempo posso fazer X", "antes de dormir posso dedicar 20 minutos a Y e ainda me sobram 7h40min de sono". Quando o dia está livre (ou mais livre) vamos empurrando com a barriga aquilo que temos para fazer e às tantas é de noite e não fizemos nada!! Para me organizar de modo a garantir que vou dormir com trabalho feito tenho que recorrer ao "time blocking". O princípio da coisa é simples mas confesso que a primeira vez que li sobre o assunto, talvez há uns dois anos, achei parvo e um bocado redutor hoje em dia estou rendida (não quer dizer que consiga sempre cumprir... para isso era preciso voltar a nascer sem ser preguiçosa). Mas então o que é o time blocking? Consiste em olhar para o dia como tendo 24h (uuhhh!! que novidade!!) e preencher essas 24h com tudo o que se tem para fazer nesse dia. Mas tudo mesmo... Assim como na imagem:



Pode parecer que se retira a espontaneidade toda ao dia, e em certa medida é verdade, mas também é verdade há sempre imprevistos e por isso nada nos garante que por muito planeado que esteja o dia que o consigamos cumprir como queremos. Ainda assim, ajuda-me a perceber a relação entre o tempo que tenho e as tarefas que tenho e que são diferentes todos os dias. Às vezes o jantar já está preparado e o que tenho para fazer é tratar da roupa. Às vezes, e apesar de combinarmos que de manhã quem trata da cachopa é o Homem, podemos ter de trocar... ou seja, porque muito que tentemos manter rotinas a margem para imprevistos é gigante.
Em traços gerais é isto que me ajuda, mas há mil e um artigos a explicar isto, a acrescentar a esta visão mais simplista uma lógica de prioridades e há mil e uma apps para fazer a gestão dos dias (eu uso o calendar do computador porque está sincronizado com o telemóvel e torna as coisas mais simples)... o que passa é a haver menos desculpas... para isso é que eu ainda não encontrei solução ou aplicações...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Dos improváveis do dia de ontem


Como é normal nos dias como os de ontem (e é pena que já possa haver normalidade nos dias de ontem), não havia telejornal que não tivesse um especialista a comentar e a trazer os esclarecimentos possíveis sobre o inimaginável, à luz da sua especialidade. Cá para mim, nada contra! Até agradeço porque ficamos sempre a achar que sabemos mais qualquer coisa. Ora, mas ontem aprendi um bocadinho mais do que queria. Durante o almoço estava a ouvir as notícias e falava-se sobre se o acto terrorista tinha um cunho amador ou profissional e nisto, um dos espertos na matéria diz qualquer coisa do género: "a questão não é a bomba, qualquer um de nós pode fazer uma bomba! Basta comprar água oxigenada, ácido sulfúrico, pózinhos de fada, chifre de unicórnio e lágrimas de rinoceronte, misturar tudo levar a lume brando durante 15 minutos, deixar arrefecer à temperatura ambiente e aplicar num cinto channel e está feito!" É fácil perceber que estes últimos ingredientes e procedimentos foram inventados por mim mas, na realidade, o que o senhor fez foi explicar como é que se fazia uma bomba artesanal passo por passo. Acho que há receitas no 24 Kitchen que não são tão detalhadas. No momento pensei que o homem se tinha passado e que o pivot deveria estar a ouvir indicações pelo pirolito da orelha para não lhe travar a verborreia. Juro que aquilo me ficou a fermentar nas ideias. Já quase me tinha passado o mau-estar quando, durante as notícias das 20h, o mesmo especialista (somos um país pequeno, não haverá grandes alternativas) volta a dar a mesma explicação repetindo a receita passo-a-passo! Estava um palavrão a saltar-me boca fora quando o Rodrigues Guedes Carvalho lá lhe disse a meio da coisa que se calhar não era boa ideia continuar a explicação.
A sério?! A sério que alguém que é perito em questões de terrorismo não percebe a sensibilidade do tema?! Principalmente quando o público-alvo para quem está a falar é todo e mais algum?! Desde pessoas normais às mais tresloucadas?! Moço, se sabes muito do assunto, fixe para ti e muitas palminhas. Se calhar, guardavas algumas coisas só para a privacidade do lar, ok?

terça-feira, 22 de março de 2016

segunda-feira, 21 de março de 2016

Aqui estão as melhores dicas sobre como ir a correr comprar o segundo número da Runner's World!




É segunda-feira. Começou a primavera. Tudo aponta para um começo e aqui está ele: o primeiro número da Runner's World Portugal! Para quem está a pensar clicar no próximo blogue porque vem aí mais uma xaropada sobre corrida aguentem só mais um bocadinho. É verdade que há dicas maravilhosas sobre como começar a correr do ponto de vista técnico, sobre os melhores investimentos a fazer para quem quer começar no que respeita a equipamento (caramba que já me roubaram as ideias que tinha para os próximos posts...), sobre nutrição e outras coisas mas também há receitas das boas (com comida a sério), locais porreiros para correr ou explorar, histórias de superação que podem ser de atletas mas que servem de inspiração para qualquer pessoa, da bibliotecária ao advogado! Podia continuar aqui a fazer uma lista de motivos que tornam a RW a revista sobre corrida mais lida do mundo mas acho que o melhor é mesmo ir ao quiosque e comprar uma... e já agora, descubram em que página aparecem as sapatilhas desta vossas escriba e a minha opinião sobre o correr sozinha ou acompanhada!

Se quiserem ter um cheirinho do que há no interior da revista espreitem aqui e aqui!

sexta-feira, 18 de março de 2016

Vai-se a ver e é por estas e por outras que a miúda não gosta de mim...


Acho mesmo que devemos começar a assumir responsabilidades desde cedo. Ou então foi por ter crescido assim que acho isso faz sentido. Lembro-me da minha avó no encarregar (a mim, à minha irmã e aos meus primos) de algumas tarefas do negócio dela. Tínhamos 4, 5, 6 anos e a missão podia ser algo tão simples quanto ir entregar um recado, ir comprar carne para o almoço, ou atender as pessoas que iam à procura dela quando não estava. Não era nada inventado nem para encher chouriças. O que tínhamos de fazer era realmente importante e se falhássemos iríamos estar a pôr um grão de areia na engrenagem e isso dava logo outra importância à missão. O que ali estava em causa é que sabíamos que ela confiava que seríamos capazes de fazermos o que nos tinha sido pedido e ela sabia que para nós, aquele voto de confiança, nos fazia crescer 10 centímetros! É com essa filosofia que temos procurado criar a Sardanisca. Ela tem, efectivamente, tarefas a fazer em casa e ajuda com coisas que fogem ao que são as "obrigações" que tem por defeito. As tarefas dela são coisas como arrumar os brinquedos, os sapatos, a roupa que despe, as cadeiras, a mesa onde desenha... Mas quer sempre muito ajudar à hora das refeições e eu deixo. É ela que põe os legumes na panela da sopa, depois de eu os descascar e cortar, é ela que ajuda a pôr a mesa e que transporta coisas de vidro. Para além disso, nos dias de arrumações, já leva, se lhe pedirmos, a roupa suja para junto da máquina de lavar. Bem sei que as coisas vão mudar, mas para já, dá-me um gozo desgraçado ver o ar de conquista dela quando põe um copo de vidro em cima da mesa, ou quando consegue levar o lençol do quarto para a cozinha!

Mães que por aqui passam: devo entregar-me já às autoridades por abusos ou posso estar tranquila?

terça-feira, 15 de março de 2016

Malta, este é dos compridos mas lê-se rápido!


Quando comecei a sentir que o meu corpo estava a entrar em parafuso, mas ainda antes de dar importância ao assunto, passei por uma página da internet – a Diospiro – que, por ter óptimo aspecto me deu vontade de explorar. Ao ler a bio dos autores percebi que a Filipa tinha conseguido ultrapassar ou controlar a artrite dela com uma mudança de estilo de vida. Marquei o site, passei a segui-lo e continuei com a minha vidinha. Foi só algum tempo depois, uns meses, quando comecei a juntar as peças do meu puzzle que percebi que se calhar tinha mesmo alguma coisa e alguma coisa parecida com a artrite e lembrei-me do que tinha lido. Nessa altura, e ao contrário do que normalmente faço, entrei em contacto com ela. Na verdade, nesse dia estava particularmente desesperada porque não me conseguia mexer. Mãos, joelhos, pés tudo doía e tudo estava inflamado! Quando enviei mensagem estava à espera de uma resposta do género “faz isto que isso passa”. Não foi bem isso que aconteceu! Lá me disse o que eu já sabia e toda a gente me tinha dito mas que eu teimava em adiar: “vai ao médico primeiro e descobre o que tens”. E depois continuou dizendo “mudar a alimentação sim, faz sentido porque há alimentos que são mais inflamatórios”. Disse-me o que poderia tentar retirar mas alertou-me para o facto das coisas não acontecerem do dia para a noite! Confesso que fiquei um bocadinho desiludida! Como é que não acontece de um dia para o outro?!? É que não me dava jeito nenhum ficar entrevada! Acabou a mensagem a falar-me da meditação. Disse-me que de entre tudo o que ela faz para superar a doença o melhor era mesmo a meditação. O que eu desconfiei!! Como é que a meditação me faz ficar sem dores e sem inchaços. Fiquei baralhada. Queria ficar bem, estava disposta a fazer alguma coisa para ficar bem mas não estava convencida que fosse a meditar que a coisa ia ao sítio. Deixou-me o número de telefone (que está guardado para uma situação SOS) e um grilinho a buzinar-me na cabeça. Foi só quando tive a confirmação dos resultados da AR, depois de lhe escrever em pranto (felizmente que as letras no monitor não dão para ver a ugly cry face) e de ela me voltar a falar do assunto, que resolvi dar uma chance à meditação. Sem grande fé e um bocado às escondidas... devo dizer que o comentário da Cátia (porque sabe do que fala) fez maravilhas para validar esta abordagem. Das primeiras vezes que tentei, ao fim de um minuto entrava num choro descontrolado. Não fazia grande sentido... não é nada assim tão incapacitante... talvez fosse o cansaço das dores e dos olhos a não me deixarem dormir (um dia explico porque esses sintomas dão toda uma outra história!... ou mudar esta história, estamos a esperar para ver). Aos poucos lá conseguia aguentar um bocadito mais e às tantas dei por mim mais apaziguada em relação a tudo. Não domino a meditação o suficiente para minimizar as dores, mas já consigo acalmar-me e terminar a sentir-me bem. 

Isto tudo para dizer que, independentemente de ter a sensibilidade de um calhau, com a paciência de uma paramécia, sou ainda mais uma gaja que quer estar bem. Se isso implica mudar, fechar os olhos e não pensar em nada, tudo bem! Há coisas piores! Além do mais, há mais gente que já o fez e faz e se tem dado bem... e nunca pensei que fosse tão importante saber disso. As palavras da Filipa de conforto, de força e de partilha foram fundamentais para mim, para me sentir acompanhada e compreendida (é estranho explicarmos a alguém que estamos a passar mal com uma coisa que não se vê)! Tendo dito isto, caso me vejam embrulhada a um lençol cor-de-laranja, com um carrapito na cabeça a cantar “hare hare” podem dar-me um estalo porque estou a ser parva... a menos que esteja a entrar para a Moda Lisboa... aí é só estilo!

segunda-feira, 14 de março de 2016

Diz que foram dias de moda Lisboa...


... e pelo 83745983 ano consecutivo, quando vejo as reportagens dos telejornais com os "excêntricos" só me dá vontade de alinhar esse pessoal e começar uma sessão de calduços...

quinta-feira, 10 de março de 2016

Ser mãe de uma criança de dois anos é...


... dizer-lhe "gosto muito de ti" e ouvir de volta "eu também [silêncio de meio segundo] gosto muito do pai"...

Nove meses a carregá-la, outros tantos a dar-lhe de mamar, noites de procissão de pé descalço enquanto o homem dorme ferrado, para isto! 

Mães de meninos, contem-me toda a verdade, eles gostam mesmo mais das mães do que dos pais?

segunda-feira, 7 de março de 2016

Parecendo que não, este é um post sério


Quem lê estas letras, escritas numa qualquer fonte pré-definida, não percebe que os dedos que escrevem estas palavras não os mesmos de há uns meses atrás. Os dedos do passado não eram particularmente bonitos mas ainda assim, eram elegantes e fininhos. Os que agora tenho, são o cruzamento entre uma Linguiça de Bragança e uma Alheira de Mirandela. Cumprem a função? Sem dúvida mas com dor. Nada disto está a fazer sentido, certo? Pois, sinto exatamente o mesmo, não em relação ao volume dos dedos e à dor, mas antes ao que os transformou. Ao que parece sou uma pessoa doente. Sempre achei que sim, que não fechava a tampa bem mas, fora isso, era sã que nem um pêro. Sempre fiz muita vaidade disso. Agora, do pé para a mão, levo com resmas de papéis a dizer que afinal não... não só tenho uma doença crónica, como é uma doença crónica de velhos*! A sério universo? Não havia aí nada mais glamoroso? Artrite reumatóide. Toma e embrulha! Boa noite e até amanhã.

Já tive tempo de desmoer a novidade, de ler sobre o assunto, de ouvir quem devia ouvir e agora vou começar a perceber como é que vou integrar esta nova realidade na minha vida. Para já, tirando as dores e as inflamações que, verdade seja dita já não são novidade, o impacto não é extraordinário. Há coisas que não consigo fazer mas isso varia de dia para dia. Não posso dizer que a minha vida seja monótona estou sempre à espera de saber qual é a novidade: tenho de andar a arrastar a perna porque o joelho virou trombolho? consigo pegar numa caneta e escrever? vou parecer uma agarrada porque os olhos vão chatear-me? Assim escrito para um bocado assoberbante mas a verdade é que o é mais para quem está de fora. Lidar com a coisa na primeira pessoa não é assim tão complicado, apesar de ser um desafio. Aliás, até agora, tenho continuado a fazer quase tudo como antes, inclusivamente as corridas (que mantive) e acrescentei dias de ginásio à rotina (diz que fazer desporto ajuda a minimizar os sintomas). O que tenho vindo a mudar é a alimentação, com a ajuda da minha irmã, que domina tudo o que é receita de alimentação saudável, sabe de trás para a frente o que é que faz bem a quê e me ameaçou de porrada se não fizesse o que ela diz... mana mais nova sofre! Mas a verdade é que o pouco que já mudei com a ajuda dela (substituir os lacticínios por outras alternativas) tem surtido algum efeito e não tenho sentido a ressaca da coisa... Tenham lá paciência se começarem a ver aqui mais receitas e coisas do género e sintam-se à vontade para fazer sugestões!

A ideia é que o blogue não mude muito, mas, sendo que eu tenho de mudar um bocadinho, isso vai reflectir-se por aqui.

Nota final: aceitam-se articulações em bom estado para a troca!

* sei que não é doença de velhos, mas é ao que normalmente se associa.

sábado, 5 de março de 2016

Museu #2 - Museu Municipal de Leiria







Ora, a ida mensal a este Museu foi um fail no que toca à ideia de custo zero, mas tudo porque aqui a menina não fez trabalho de casa. Ora, "ficaides" já a saber que nem todos os museus são grátis no primeiro domingo do mês e, por isso, convém confirmar antes. No novíssimo Museu de Leiria paga-se para entrar mas não é muito e dá para a seguir visitar o espaço museológico Moinho do Papel que fica logo ao lado, junto ao rio.

O Museu fica no espaço renovado do Convento de Santo Agostinho e está lindo! Lá dentro o espaço é muito clean e amplo. Houve uma clara aposta na concepção de um programa museológico sólido que acompanha a evolução do território onde hoje é Leiria desde a pré-História até à actualidade. Não fica nada por contar! Os materiais expostos são claros e a informação verte por todos os lados: nas legendas associadas às peças, nas paredes a separar os espaços e nos tablets que são entregues à entrada e que permitem acompanhar a exposição na modalidade audioguia ou recorrendo à leitura dos textos. Parece-me um modelo muito jeitoso porque envolve mais o visitante.

O claustro é lindíssimo e apetece ficar por lá no relax a ler uma revistinha e a beber um cafézinho e ganhar balanço para ir ao Moinho de Papel e/ou passear à beira rio.

Tendo dito isto, há essencialmente dois aspectos que para mim não funcionaram muito bem. O espaço é apelativo para adultos que se interessem por história e que gostem de museus, caso contrário, por ser tão arrumadinho (leia-se, pouco estimulante) e direccionado para a região pode desmotivar visitantes que estejam apenas à espera que a informação lhes entre pelos olhos e ouvidos adentro sem grande esforço. Posto isto, é fácil perceber que pequenas criaturas, como aquela que pari, não desfrutam por aí além do museu. Mal a minha cachopa viu o tablet achou que ia ter bonequinhos e música, e tudo o resto que ela associa ao gingarelho, e foi uma luta explicar-lhe que não. Mas, tirando-lhe a coisa das mãos como é que a podia manter entretida ou fazê-la ver a exposição?! Acho que teria sido interessante arranjar um jogo, uma mesa com desenhos, um tablet com uma animação que ajudasse os pequenos a gozar o momento. Acho que faz sentido os museus pensarem nas crianças no percurso expositivo e não apenas quando o Serviço Educativo está a trabalhar.

Dicas:
- não é fácil estacionar junto ao Museu por isso é apostar nas ruas que convergem para o Convento;
- o Museu vê-se rápido, por isso, numa manhã, dá perfeitamente para passear, subir até ao Castelo ou ir para o café!
- se levam miúdos, arranjem antes qualquer coisa para os manter entretidos!

O Museu #3, para o mês que vem!

quinta-feira, 3 de março de 2016

Favôr de auxiliaaareee


Ora being, aqui há atrasado "inscrevi-me" no snapchat mas não percebo um chavelho daquilo. Alguém me explica como funciona? É que eu não consigo ver lá nada: nem snaps, nem chats das outras pessoas de quem já sou amiga (cerca de 3)! Nada! Assim que perceba como é que a coisa funciona e se é fixe ou não logo digo se é para irem lá dar um saltinho ou não... para já não vejo grande utilidade à coisa... aliás, não vejo nada!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Parem de procurar o desfibrilhador


Estamos por cá. Confirma-se que há pulso. Estamos é em processo de reajuste. Só mais uns instantes e voltaremos!