sábado, 30 de agosto de 2008

Cinema

Ontem foi dia de cineminha! E foi muito bom!
Fui ver "Aquele querido mês de Agosto". Fantástico! Transpira portugalidade no argumento e na realização (vejam os percalsos e o espírito do desenrasca)!



Quem tem família aqui pela Beira e no Verão ou na Páscoa vai à "terra" matar as saudades e apanha um bailarico pelo meio, de certeza que não estranhou nada o fime! Quando muito ainda bateu o pézinho e sentiu o cheirinho dos enchidos!

A mim fez-me lembrar o Souto Bom: uma aldeia pequenina que fica na Serra do Caramulo.



É a terra natal do meu pai, onde tenho os meus tios e um saco de memórias, que para além dos bailes, passam por chatear - quem como quem diz, querer ajudar só atrapalhando - família e vizinhos quando se estava a trabalhar no campo ou a tratar dos animais... sempre com o cheiro de lareira e terra molhada no ar!
É fantástico quando um filme tem este poder!

Ainda assim, faltou retratar um momento mítico: o "sound check"! Onde estava o senhor a dizer "SSSOOOMMM, SSOOMM" e a fazer os respectivos sinais com as mãos, dando indicações aos técnicos para ajustar a sonoridade?! Sô Miguel Gomes... para a próxima não pode faltar!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

É assim de bom!



Os amigos do easy diver fizeram o favor de publicar este post fantástico, que explica de uma forma clara o que se sente quando mergulhamos e/ou convivemos com aqueles que nos acompanham na magia apaixonante que é dada pelo azul, pelo silêncio e pela simplicidade que se vive só por respirar, observar e desfrutar!

«Como todos os seres humanos, nascemos no coração da mãe-terra. Temos braços e pernas, respiramos oxigénio que entra em pequenos pulmões. Passamos grande parte da nossa vida na posição vertical que nos dá uma maior autonomia e conforto na terra. Vistos superficialmente somos iguais a todos os seres humanos.
Mas analisando um pouco mais fundo, alguma coisa nos faz diferente. Nascemos com os olhos acostumados ao azul das águas. Temos um corpo que anseia pelo braço do mar e, um pulmão que aceita grandes privações de ar apenas para prolongar a nossa vida no mundo azul.
Somos homens e mulheres de espírito inquieto. Buscamos na nossa vida mais do que foi dado. Passamos por grandes provas para nos aproximar dos peixes.
Transformamos nossos pés em grandes barbatanas, seguramos o calor do nosso corpo com peles falsas e chegamos ate a levar um novo pulmão às costas. E tudo isto para quê ? Para podermos satisfazer uma paixão, um sonho. Porque nós, algum dia, de alguma forma, fomos apresentados a um mundo novo. Um mundo de silêncio, calma, mistério, respeito e amizade. E esta calma e silêncio fizeram-nos esquecer a confusão e agitação do nosso mundo natal. O mistério envolveu o nosso coração sedento de aventura.
O respeito que aprendemos a ter pelos verdadeiros habitantes desse mundo. Respeito esse que, só depois de ter sentido a inocência de um peixe, a inteligência de um golfinho, a majestade de uma baleia ou mesmo a força de um tubarão, podemos compreender.
E a amizade. Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos. Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipas, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas. E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos. E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.»

Jacques Yves Cousteau11/01/1910 - 25/06/1997

É fantástico descobrir alguma coisa que nos completa!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Cores do Sol

Estes dias quentes e cheios de luz, levaram-me as fazer um colar/pulseira e uma pulseira com as cores do Sol:





(eu cá adoro colares... principalmente quando dão para fazer de pulseira)





(o que é que eu posso dizer... uns brinquinhos ficam sempre bem!... adoro brincos!)

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Jeff Buckley - Lover, You Should`ve Come Over

Ultimamente tenho ouvido muito Jeff Bucley e como não vou ter oportunidade de o ver ao vivo, aqui fica a versão mais aproximada do "ao vivo".



Esta letra acho particularmente... interessante (interessante, é uma palavra interessante!)

Lover, You Should`ve Come Over
(Jeff Buckley)

Looking out the door i see the rain fall upon the funeral mourners
Parading in a wake of sad relations as their shoes fill up with water
And maybe i'm too young to keep good love from going wrong
But tonight you're on my mind so you never know

When i'm broken down and hungry for your love with no way to feed it
Where are you tonight, child you know how much i need it
Too young to hold on and too old to just break free and run

Sometimes a man gets carried away, when he feels like he should be having his fun
And much too blind to see the damage he's done
Sometimes a man must awake to find that really, he has no-one

So i'll wait for you... and i'll burn
Will I ever see your sweet return
Oh will I ever learn

Oh lover, you should've come over
'Cause it's not too late

Lonely is the room, the bed is made, the open window lets the rain in
Burning in the corner is the only one who dreams he had you with him
My body turns and yearns for a sleep that will never come

It's never over, my kingdom for a kiss upon her shoulder
It's never over, all my riches for her smiles when i slept so soft against her
It's never over, all my blood for the sweetness of her laughter
It's never over, she's the tear that hangs inside my soul forever

Well maybe i'm just too young
To keep good love from going wrong

Oh... lover, you should've come over
'Cause it's not too late

Well I feel too young to hold on
And i'm much too old to break free and run
Too deaf, dumb, and blind to see the damage i've done
Sweet lover, you should've come over
Oh, love well i'm waiting for you

Lover, you should've come over
'Cause it's not too late

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Do forno, para as contas!

Hoje resolvi ir à pesca:



e para além dos peixinhos ainda "apanhei" esta menina (que confesso que fiz inspirada na Jasmim... mas reconheço que tenho muito que aprefeiçoar... espero que ela não me leve a mal!!)



ainda tenho é de arranjar maneira de levar estas peças ao forno sem ficarem chamuscadas... é uma questão de tempo, mas para já gosto do resultado!



Como moça que é moça, é um bocadinho vaidosa, tenho que mostrar a minha saia nova, que para além de ser linda, veste que nem uma luva!




Bem sei que não dá para ver bem, mas basta ir ao blog da artista que a fez, a Marta Mourão, para se ficar com uma ideia muito clara da saia... QUE É MINHA!!! ;)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Semana a banhos!

O Ver(de)água tem estado a andar ao sabor das marés de Verão... depois da Irlanda, dos Açores (que saudades), agora a Nazaré, a minha terra do coração e de devoção! Aproveitei para matar saudades da água geladinha e cheia de vida! Tive a sorte de contar também com a visita de dois grandes amigos, os melhores amigos - o João e a Dora - que fizeram com que estes dias fossem ainda mais especiais!

Acabei a semana mais a Sul, com um jantarinho 5 estrelas seguido de um mergulho que não podia ter corrido melhor! Mas o mais importante foi ter aproveitado para matar as saudades do pessoal do Mar da Chincha que têm o dom de fazer o Sol brilhar, mesmo que chova!

Foi a pensar na Andreia (que adora pulseiras) e na Cris (que adora pregadeiras) que me voltei a agarrar às minhas contas e eis o resultado!





Na minha opinião, têm mais piada quando misturadas, mas acho que também dão um ar da sua graça individualmente!







Bom de mais para ser verdade, ou a sorte da pura realidade!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Outro pôr do Sol

Bem sei que nada se compara ao pôr do Sol das Flores, mas este, mesmo em frente ao alpendre de minha casa foi bem bonito.



Giro, giro, foi também fazer isto



e isto

domingo, 3 de agosto de 2008

Em tons de rosa



Uma ida à minha loja favorita deu nisto!



e nisto...



e ainda nisto



Sem mais a assinlar, despeço-me com amizade!