quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Do que ninguém fala...*

...mas que me tira do sério: a "abertura fácil". Raramente é fácil e muitas vezes nem abertura é! Durante 15 minutos tenta-se, até se ficar vesga, levantar aquele pedacinho de plástico que nos revelará o conteúdo sem mácula para o contentor podendo, na loucura, até ser re-utilizado! Mas vai-se a ver e é tudo um embuste e o picotado ser apenas para indicar que podemos espetar a faca e dar cabo de todas as ilusões!! E quando resistimos à tentação de recorrer ao objecto cortante, 80% das vezes não abrimos coisa nenhuma, fazemos só um rasgão no plástico que nos obriga a ir buscar a porcaria da faca; ou então espalhamos todo o conteúdo, porque a força que estávamos a exercer deixa de encontrar a correspondente oposta no material, criando uma explosão de tudo o que deveria ter ficado organizadamente contido. E é isto!

imagem daqui

* para a próxima falo do orçamento!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Primavera chegou a nossa casa

Este bando veio comigo... mas e os que ficaram por lá à minha espera... a gritar o meu nome... a dizer "leva-me, leva-me"...





Mas agora que já sabemos o caminho para a loja da Fábrica de Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro e ainda por cima é pertinho da casa da Nazaré, só temos mesmo que arranjar um bocadinho de t€mpo!

(Sabe tão bem dar o nosso dinheirinho a quem o merece!!)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Diário de uma provinciana #1

Lá na terrinha de onde venho há aquele hábito estranho de segurar a porta para que o transeunte seguinte evite de levar com ela pelas trombas e facilitando assim a vida ao próximo. Existe uma espécie de ritual que, podendo parecer simples, de facto não o é: ora se a pessoa for mais velha dá-se-lhe passagem normalmente anunciada por um "faça favor", se possível ilustrado por um sorriso. Caso não seja possível identificar uma hierarquia etária prevalecerá o bom senso (tricky, tricky... I know...). Em retribuição a outra pessoa agradece (o sorriso continua a ser facultativo mas desejável) e - olha o inesperado - segura a porta, desta vez para evitar que a dita cuja bata no "dito cujo".

imagem daqui

Por aqui, pelo que percebo, a ideia é a proporcionar a quem sente a vocação para porteiro um estágio grátis! Sempre que seguro a porta as pessoas passam, é um facto, mas não fazem mais nada. Não agradecem, não retribuem a gentileza, não nada! Passam e continuam a passar! Apesar de já ter percebido a mecânica "capital" da coisa, vou insistir na minha forma provinciana de cordialidade. Assenta-me bem, o que fazer!

Diário de uma provinciana # 0

Isto de uma pessoa ter de migrar para o bulício da "grande" cidade tem muito que se lhe diga. Volta e meia dou por mim a pensar que aterrei num filme ligeiramente diferente do que aquele a que estou habituada a ver! Uma vez que as experiências se começam a acumular, acho por bem sujeitar-me à opinião crítica dos leitores mais sensatos do mundo: vocês os três!

imagem daqui

[Música tipo Guerra das Estrelas]

E eis que se dá início a uma uma nova rubrica

"Diário de uma provinciana"
(com muito orgulho!)

Segunda-feira #109


domingo, 27 de novembro de 2011

A fadista que há dentro de mim...

...canta mal p'ra burro! Bem que se esforça, bem que põe o volume no máximo para não ouvir a sua própria voz, mas a verdade é que canta mal! Devia correr o ano de 1998 quando oferecemos ao meu pai uma compilação da obra da Amália. Ouvi os CDs vezes sem fim. A desculpa (adolescentes de 17 anos não ouvem fado) passava pelo facto de não haver outros discos pela casa mas, na realidade, o que eu gostava mesmo era de cantar a plenos pulmões "os cortinados de chita às pintinhas" ou o "um rosário de penas que vou desfiando..." [pequena pausa para refrear esta minha vontade de continuar a cantar escrever o resto do poema] de DocMartens nos pés. Em minha defesa devo dizer que para além deste albúm e de uma ou outra música da Mariza, não conheço muito mais... menção honrosa seja feita ao "Senhor Vinho" que me deixa sempre com um sorriso... (não será com certeza pela simpatia que nutro pelos tintinhos alentejanos... e a empatia deles comigo!)


Já no que diz respeito ao fado de Coimbra... aí nada a fazer! Toda eu viro pele de galinha... Agora, se é triste imaginar-me a imitar as Amálias desta vida, espero, a bem da minha liberdade e convivência com as pessoas mentalmente sãs, que nunca ninguém me surpreenda a imitar um Luis Goez, um Paradela de Oliveira ou um Fernando Machado Soares... caso contrário ganho umas noites de borla ali perto do convento de Lorvão e uma camisa fashion com umas mangas muito compridas que apertam atrás.

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O que importa mesmo é que lá para o dia 29 o nossa faduncho vire património de todos! Pode ser garantia que venha a ser bem tratado no futuro!

sábado, 26 de novembro de 2011

Consequências domésticas de um derby

Imagem daqui

Como é sobejamente reconhecido, sou Benfiquista. A Briosa também tem um cantinho no meu coração, mas tem como irmã mais velha o meu benfiquismo e sou feliz assim. Quis o destino, que o Homem da minha vida, de entre estas duas excelentes escolhas futebolísticas, não optasse por nenhuma... É lagarto... convenhamos que podia ser pior, mas... é lagarto... No que diz respeito ao futebol, sabe desde o primeiro encontro - devidamente interrompido durante os 90 minutos de um Paços de Ferreira - Benfica - duas coisas: 

1ª NUNCA, mas NUNCA mesmo, falar de futebol com o meu pai... caso contrário mais do que perdermos a sua benção, de eu ser deserdada e dos nossos filhos perderem o direito de envergar o nome de família, perderíamos também os quilos de fruta e outros miminhos providenciados por papai e que sabem tão bem;

2ª Sempre que o Sporting ganhe ao Benfica, ele dorme no sofá!

Parece-me simples e razoável... e verdade seja dita, não corro grandes riscos de não o ao meu lado... mesmo nas noites de derby!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Na sequência do post anterior

E para mostrar que é possível viver diferente e escapar a esta depressão das escolhas formatadas há o Caderno Branco... Uma estética invejável e boas dicas para poupar, criar, reciclar... enfim... ver a vida com outros olhos, olhos de quem vê!


este cestinho para as molas vou tentar fazer!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Crise para que te quero

Há apenas poucas centenas de dias estava a ganhar três vezes mais do que actualmente, tinha menos despesas, menos responsabilidades fixas e melhores perspectivas de futuro. Hoje em dia todas as decisões que tomo que envolvam gastar dinheiro, directa ou indirectamente, são pensadas e repensadas. Muitas vezes apetece-me mandar tudo à merda, emigrar, enfiar-me num buraco ou tudo ao mesmo tempo, mas a maior parte das vezes dou por mim a pensar em estratégias de contornar esta vida castrada e a achar piada ao exercício! 

imagem daqui

- Viagens para o estrangeiro estão fora de questão, mas explorar a nova cidade em que vivo está à distância de um bilhete de metro;
- Comer em restaurantes foi programa do passado, agora entretenho-me a escolher a melhor receita para testar os meus dotes culinários. Isso e o cheirinho do pão fresco feito por mim logo pela manhã... impagável;
- Cineminha... era fixe, mas não sei se fica atrás das duas horas de enroscanso sem telemóveis a chatear, comentários parvos e pipocas a dar com um pau!;
- As compras da semana são agora um exercício de escolha do que é nacional. A horta dos sogros e o pomar do pai voltaram para relembrar o sabor da comida a sério;
- A escolha comodista e impessoal da compra de presentes foi substituída por tempo dedicado a fazer um mimo à pessoa de quem gostamos;
- Adorava tir à Boconcept e escolher tudo o que falta para a minha casinha ficar à maneira... mas a alternativa de restaurar os móveis dos pais e avós e fazermos algumas peças mais pequenas vai fazer-me sentir mais em casa;

...só ainda não arranjei substituto para aquelas sessões de compras de gaja... os vestidinhos [ressaca], as camisolinhas [ressaca], os casaquinhos [ressaca], os colares e pulseiras [ressaca], os sapatos [ressaca], as malas [ressaca]... e confesso que dava um dedinho e a vesícula (que assim como assim não faz grande falta) para uma tarde de tête à tête com as minhas lojinhas do coração... mas eu chego lá!

Gostava muito de ter alguma coisa a dizer sobre a greve...

Imagem daqui

...mas é-me difícil! Hoje para mim não era dia de trabalho por isso não tive de fazer a escolha. Mas se fosse, não sei se me daria ao luxo de perder um dia de trabalho... por um lado porque o dinheirinho é curto (e isto faz-me admirar as pessoas que precisando de todos os dias de vencimento, estão dispostas a se prejudicarem em prol de uma luta de direito à qualidade de vida) por outro, porque sinto que era a altura ideal para sermos superiores, para lutar trabalhando, produzindo, pensando nas escolhas que fazemos e a quem queremos dar o nosso dinheiro... mas lá está... para mim, hoje falar é fácil!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Este ano o Natal vai ser à séria!!

O plano de acção conjunta já foi montado, há umas semanas, com a mana e com o artista cá de casa: ninguém vai levar com presentes comprados numa das tantas lojas dos nossos centros comerciais! E nós vamos escapar às torturas próprias desta época: magotes de gente mal disposta a acotovelar-se pelas lojas enquanto se contam os tostões, que entretanto já se foram, tudo isto acompanhado de música natalícia sendo o verdadeiro desafio não cair na tentação de matar alguém! O patrocínio de tal medida será sem dúvida dos nossos três reis magos: Pedro, Álvaro e Vítor. É que esta que vos escreve não tem um tostão para mandar cantar um cego, mas tem duas mãozinhas, tempo e muito amorzinho para dar! Vai daí, estão preparados para todos os que ocupam um lugar no nosso selecto coração, miminhos de malha, tecido, farinha e uma ou outra foto! A receita já não é nova, mas no passado nem sempre foi bem entendida... pode ser que agora, com o escudo da crise, a magia do Natal renasça!


E estou bem contentinha... essa é que é essa!

Segunda-feira #108


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A enfiar o barrete!

Eu devia estar a fazer isto:



(que é como quem diz, corrigir 23425 frequências... que vão ser a minha companhia de agora em diante e até segunda-feira)

Mas nos últimos dias tenho-me dedicado a fazer isto:




"Isto" são gorros. Mas à excepção do verde, que ficou de facto acabado, os outros dois ficaram a quatro carreirinhas do fim... Vai daí, durante o fim de semana vai sair um misto entre o mostarda e o ocre.



Podia dar-me para pior...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Estamos a ficar velhos

Quem me conheceu durante aqueles anos manhosos da adolescência, e vá, inícios da idade adulta (quem por aqui andar desse tempo, que se manifeste), ter-se-á certamente apercebido da minha admiração doentia pelo Sérgio Godinho e pelo Jorge Palma. Cassetes ouvidas até a fita ficar gasta, letras das capas de CD decoradas até não falhar uma vírgula e tudo quanto era aparição destas duas almas aqui no burgo, negociadas à exaustão com os poderes parentais e com os amigos (que na sua maioria partilhavam esta afinidade).

Guilhim Maria em adolescente com o seu casaquinho comprado na feira da ladra pela mana e que serviu para 256 dias do ano de 1996, tempo de duração da fase freak-ó-cenas. Foto da autoria da Diana

Tempos em que as certezas e as vivências tiveram inevitavelmente o som desta banda sonora e se sabia, no fundo de um coração de batimento hormonalmente descompensado, que "esta letra foi escrita para mim!"; em que se vive o deslumbramento da genialidade da escolha das palavras e das melodias únicas mas tão evidentes... E depois, as paixões platónicas, as viagens, as guitarradas entre amigos, tudo tem em pano de fundo o "Rivolitz"; o "Bairro do Amor", o "Aos amores", o ""... e todas as outras músicas soltas que se colavam às fitas magnéticas ou às bolachas do prateadas. Quantas vezes o tom dramático das letras fazia cair lágrimas sentidas a que se somavam problemas tão sérios quanto: quem sou? porque não tenho eu "aquelas" calças? porque é que ele não olhou para mim quando estava na fila da cantina... [mas escolheu carne, tal como eu... somos almas gémeas]... Problemas desta natureza grave e incontornável!

Guilhim Maria em adolescente com o vestido tingido e comprido comprado na festa do avante pela mana (e respectivo colar de pedra não-sei-do-quê-mas-soa-fixe) que serviu 234 dias do ano de 1997, tempo de duração da fase hippie-ó-cenas. Foto da autoria da Diana

Fazendo o cancioneiro destes dois senhores dos momentos mais estruturantes do meu ser, como aceitar agora estes novos álbuns?! Uma das músicas do disco de Jorge Palma é ele a descrever a dificuldade em compor uma música, com os mesmos acordes de sempre. Talvez por ter imagino a figura dele, com ar de gozo, obviamente tocado por algum desinibidor químico a dizer aos amigos com ar condescendente como se faz uma música em três tempos, deixou-me desconsolada. 

Já o Sérgio Godinho... comme ci comme ça. Não me provocou as emoções de admiração do costume... aliás de costume, só mesmo a sensação de que "já ouvi isto"... 

Das duas uma: ou já não sou adolescente ou eles estão uns furinhos abaixo do que já foram. Seja como fôr, ainda não é desta que desisto deles... temos um passado demasiado longo juntos!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Eu também já tive a minha aventura da Praia do Norte...



Este tipo vai com uma prancha para a água e não lhe acontece nada! Eu que em garota... pequenita mesmo, só queria encher o meu baldinho com água (perante o ar de pânico da minha mãe) fiquei sem ele enquanto a espuma foi e veio...

É quase a mesma coisa, certo?

(Agora fora de merdas: a Praia é linda!! e é "a" Praia)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Não tarda nada é Natal por isso...

...nada melhor que começar a tirar o pó ao espírito da época! A Ursa mais porreira da blogoesfera já deu início ao Polar Postcrossing 2011! Esta bela ideia é ideal para todos aqueles que estão fartos que o amigo carteiro só lhes traga lembranças da EDP, Finanças e outras "gentes" menos simpáticas e que acham que o Natal é mais do que ir para o shopping e vir de lá com uma carrada de nérvos e pensamentos nada natalícios. E se em vez de uma conta para pagar, déssemos de caras com um pedacinho de papel colorido e cheio de boas vibrações?! Um rectângulo de cartão cheio de palavras, de alguém que não conhecemos, mas que garantidamente nos vão fazer sorrir desde o momento em que abrimos a caixa do correio até que lemos a última palavra! "Isso é que era!" dizem vocês os três (que insistem em voltar aqui ao blogue). Então não tem nada que saber! Enviam um e-mail directamente para o Pólo Norte (quadripolaridades@hotmail.com), com o vosso nome e morada e a coisa segue. Lá para o fim do mês descobrem o amigo secreto para quem vão enviar os vossos votos natalícios! Mas os detalhes estão todos explicadinhos aqui, por isso toca a ler. Se ainda tiverem dúvidas, carregam ali no botão e perguntam em voz alta que um mensageiro do céu irá prontamente iluminar os pensamentos mais escuros!... ou em alternativa escrevem que eu respondo ou peço à Ursa para responder!



E tenho dito!

Continuo a rir-me que nem uma palerma com estes senhores...



...e a Lilly continua um doce...


...não tão fofinha, mas um doce!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

"Boas cercas fazem os bons vizinhos"... isso e tampões para os ouvidos



Em teoria o Bogas não podia estar cá em casa porque não pode haver animais (?... nós somos o quê mesmo?) no prédio. Aparentemente os animais fazem barulho e por isso incomodam. Ora, há uma semana que o Buick está cá e fez "béu" quatro vezes e, ao que parece, ainda ninguém se apercebeu que ele está por cá. Já as vizinhas (as únicas que habitam o edifício para além de nós), talvez por serem surdas (not), falam num tom que parece que estão a 3 milímetros das nossas orelhas, num timbre folclórico e chateiam-se a cada 7 minutos, subindo uma oitava no tom sempre que tal acontece e aumentando o volume o suficiente para o faroleiro do Bugio saber o que se passa. Será fácil perceber duas coisas: que vamos ficar mocos em 67 dias e que as interdições no prédio deveriam ser reguladas pelo espectro de um sonograma e não pela espécie de pertença! 


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Entre a chuva dissolvente*

Acabei de descobrir que o desespero tira anos de vida a uma pessoa, mas também tira quilos! E como é que eu sei disto? Porque agora que ando mais aliviadinha, voltei a encontrar os 2-3 quilos perdidos durante a clausura e que agora montaram arraiais no meu rabo e braços sob a forma de gelatina.


Ora, a primeira coisa que me passou pela cabeça foi: nada como umas corridinhas para a coisa ir ao lugar [ignorando convenientemente o facto de não gostar de correr]! Pois... seria tudo bem mais simples se não estivesse com a condição física de um protazoário: os cinquenta e um degraus que vão da entrada do prédio à porta da minha casa fazem-me desejar uma máscara de oxigénio. Vai daí, correr à séria (ou qualquer outra forma de exercício mais intenso) não é para já uma opção. A solução é juntar-me ao grupo de caminhada da universidade sénior das redondezas ou disfarçar a minha incapacidade com equipamento caseiro... a fazer o género: "eu até ia correr... mas não posso porque tenho de passear o cão"! Os resultados são reveladores: duas caminhadas de 6km em passo de cão - que é como quem diz dar 12 passos rápidos, parar bruscamente para cheirar cenas, dar 5 passos para traz, fazer xixi (não eu... o Bogas), 23 passos rápidos, parar bruscamente e esperar que outro cão passe... and so on - e doem-me as pernas... a mim! que fazia "pernas de pólo" durante horas! Não pode ser! 


O que eu preciso de saber é como se corre?! Ok... basta pôr um pézinho à frente do outro rapidamente, mas e respirar enquanto isto se faz? É que gostava mesmo de ser aquelas pessoas que gosta de correr... mas para já contentava-me em saber correr! Por isso se houver por aí alguém com dicas infalíveis, que se chegue à frente que a menina agradece!

* Tim passou cá por casa para comer umas torradas e disse que gostava mesmo que eu desse este título ao post...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

E o travesseiro quentinho... uma delícia!

Há muito muito tempo que na minha agenda não figuravam feriados, por isso, este foi aproveitado como manda o figurino: sofá e mimos de manhã e passeio à tarde! Num pulinho estávamos em Sintra a encher o bandulho com travesseiros e queijadas e as vistas com paisagens deslumbrantes! Confesso achei genuinamente que era a única esperta a ter uma ideia tão fantástica... rapidamente percebi que meio Portugal tinha escolhido o mesmo destino que eu! Ainda assim valeu a pena!









...escusado será dizer que Dom Bogas ressona que nem um pequeno Pata-negra no chão da sala! Fechou a loja até amanhã... quer me parecer!