quinta-feira, 30 de maio de 2013

Se a miúda colaborasse não era pior!


É suposto no sábado ir apresentar uma comunicação num congresso (a segunda e duas semanas). Faz parte desta minha vida mas continuo a não achar muita piada à ideia de falar e ser avaliada entre pares... acho que ninguém (com uma auto-estima média-baixa) gosta. Aqui há umas semanas este cenário não me apoquentava. Achava que já ia estar de volta das fraldas da pequena e a tentar perceber como tudo funcionava (eu incluida). A estratégia passava por deixar tudo pronto e pedir a um colega para fazer a comunicação por mim. Hoje esse panorama parece-me uma miragem distante. Acho mesmo que vou ter de enfrentar, com a barriga à boca, uma quantidade considerável de pessoas enquanto ressuscito dos mortos - imagem pelo menos duplamente metafórica - o material do doutoramento. A única perspectiva que me anima é que toda a ansiedade me ajude a botar cá para fora a criança. Se no final da comunicação não acontecer nada então prometo que subo e desço as Monumentais pelo menos uma vez!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Planos para o futuro

Thanksgiving cheer distributed for men in service. New York City turned host to the boys in service today and cared for every man in uniform. Underwood and Underwood: ca. 1918


Comer uma sandes de pasta de atum com muita maionese, alface e tomate, seguida de um pratinho de enchidos vários e presunto, enquanto durmo de barriga para baixo. Sou moça de gosto refinado.

domingo, 26 de maio de 2013

Quase...

Midwife weighing pregnant woman

Podia estar a falar do "quase" do meu Benfas mas acabou agora mesmo o jogo da taça e esta azia, somada àquela que em mim habita há nove meses, não me dá vontade de falar nesse assunto. Estou antes a falar do "está quase!" que ouço quase todos os dias. E é bem verdade, está quase. A miúda está quase aí. Mas este quase é gigantesco! Pode ser um quase de cinco minutos ou um quase de 10 dias e esta indefinição dá-me nervos. Por conta deste quase sinto que estou sozinha na linha de partida para a maratona. Falta o senhor que dispara a pistola para a o início à corrida, a claque de apoio e a meta mas eu estou lá! Já sem verniz nas unhas, com os equipamentos (meu e dela) prontos e depilada em lugares onde o sol não nunca brilhou (o que me fez deixar um bocado da minha alma numas quantas bandas de cera)! Alguém me explique como é que se gere este quase... é que começo a ficar rabujenta!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Verdepassagem Roterdão


Não dá para sentir o frio que estava não se vê a cena deprimente em que, no porto, nos abrigamos do vento atrás de um pilar, mas fora isso, está lá tudo!

terça-feira, 21 de maio de 2013

36w4d & 32y


E foi assim que cheguei aos 32!

sábado, 18 de maio de 2013

Alguém avise a OMS

The Rev. Jesse Jackson Speaks On A Radio Broadcast From The Headquarters Of Operation Push, 07/1973


Anda aí um virus, aparentemente muito contagioso, que leva a que as pessoas deixem de dominar as regras de concordância gramatical... em particular as concordâncias em número. O meu forte está longe de ser a gramática. É sem pinga de orgulho que digo que nesse campo ponho o pé na poça com muita frequência mas neste caso não entendo!... E parece uma epidemia! Já perdi a conta o número de pessoas (jornalistas incluidos) que dizem coisas deste género:

O que eu gosto mais no mundo é as pessoas.
O destaque deste vestido é as lantejoulas.
Os objectivos do governo é cortar na despesa, aumentar os impostos...

Será assim tão complicado acertar com o tempo verbal correcto?...

domingo, 12 de maio de 2013

Próprio para uma mãe babada!



É bem verdade que os recém-nascidos não interagem muito (nada, na realidade) e a nossa pequena não vai ser excepção. Por isso, e depois de andar meses a babar por ter uma das peças das Mimices, lá me decidi por estes dois babetes (e um porta fraldas) giros giros giros! Vale muito a pena visitar a página das Mimices da Débora (simpática, super atenciosa e paciente com as paranóias de uma pré-mamã a panicar) e perder a cabeça com tudo o que por lá existe!

sábado, 11 de maio de 2013

Interrompo este momento de pausa para colocar uma questão que me atormenta.

Woman sitting on bumper bar of a car at Warwick Farm racecourse

Porque raio há gente (maioritariamente gente do género masculino) que, perante uma lomba na estrada, daquelas que servem de aviso para moderar a velocidade, adoptam o seguinte ritual:
1. praticamente páram o carro (normalmente um qualquer veículo dos anos 90 sem qualquer símbolo da marca e sem qualquer outra cor que não a da tinta escolhida) uns metros antes da lomba;
2. a partir desse ponto, preparam a aproximação ao referido obstáculo muito lentamente e num ângulo de 45º;
3. sobem a lomba e no "topo" da dita conseguem ainda estabelecer um novo ângulo de 45º, oposto ao inicial com que iniciam a descida lenta, muito lenta...
4. repetem o procedimento de acordo com o número de lombas que surgem no caminho;

Juro que faltei à aula em que explicaram este procedimento. Alguém me quer ajudar a perceber antes que tenha um ataque de nervos?

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Vai já...

Elephant lying down
 Photo @ Flickr
(é assim que me sinto ao fim do dia... um pequeno paquiderme cansado)

...ainda não pari e estou viva. Só à espera da inspiração que deve chegar assim que acabe de corrigir relatórios e que a semana de 12h diárias de trabalho acabe!