sexta-feira, 29 de junho de 2012

Ainda na onda da bricolage





Tenho andado numa onda de pequenas revoluções no nosso ninho. Se tudo correr bem, depois do fim de semana vamos a nova dose!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Em tempo real




Porque os nervos pré-jogo estão a dar cabo de mim.
Porque nesta casa já não se "bricolava" há algum tempo.

Quem adivinha o que vai sair daqui?

terça-feira, 26 de junho de 2012

Direito de resposta



O menino Phyxsius (já lá vão uns anos e ainda não me habituei ao teu nome blogueiro) destapou-me um bocadinho da careca e fez referência às minhas preferências no que toca ao sexo oposto. Não sabendo muito bem de onde vem esta tendência, a verdade é que uma barba bem composta faz-me tremer os joelhinhos. Descobri da pior maneira que a pilosidade facial não é garantia de outras coisas bem mais importantes mas, sendo uma rapariga de sorte, lá encontrei uma pessoa que até na barba é perfeita*!

* Quer dizer... o moço perfeito, perfeito não é porque se fosse era uma coisa muito aborrecida e de certeza que não me aturava... mas está lá muito perto!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

New low



Não é do meu feitio falar de programas de televisão. Reconheço a minha incompetência no assunto e conheço o meu telecomando suficientemente bem para mudar de canal, ou no extremo, desligar o aparelho quando um determinado programa não me agrada. Ainda assim, tenho direito aos meus momentos de incoerência e um deles começa já na próxima linha. 

Ontem, obrigada pelo meu Homem, que tem um gosto e um sentido estético muito particular, vi uns bons 40 minutos do Ídolos. O argumento dele é: “Isto é tão mau que é bom”. Eu quase que concordo com ele e digo quase porque me fico pela parte do “Isto é tão mau”. Por onde começar...
  • a tipa baixinha, que não canta grande coisa, diz com o seu sotaque alentejano: “é pá... ê nem me identifico muito com isto... os mês colegas é que gostam...”. E depois chora. Nisto, um plano alargado mostra a apresentadora com um pé calçado e outro descalço a consolar a petiz. Foi intencional, eu sei, mas fica mal.
  • a Babi exagera sempre na dose de Cipralex e como ainda não inventaram comprimidos para a verborreia não se cala até que a mandem calar. O que sendo óptimo, não é a estratégia mais elegante.
  • o tipo ruivo, que está em constante overacting, chorou porque estava a cantar para os pais. O Manzarra, esse poço de sensibilidade e sentido de oportunidade, ri-se na cara dele não uma, nem duas vezes... é bem possível que o rapaz tivesse forçado a situação e a lagrimita, mas ainda assim...
  • a rapariga-tia canta (não muito bem) uma música do Rei Leão durante 2 minutos e passa os seguintes 17 (e foram 17) à espera que o júri se organize e que o apresentador perceba que não está em casa dele. Para variar é chamado à atenção pelo júri. Mais uma vez, alguém o tinha/devia de fazer, mas mais uma vez que não é a estratégia mais elegante. [Pergunto-me para que servem os pirolitos que têm enfiados nas orelhas...]
  • os silêncios que duram o tempo de actualizar o teleponto traduzem-se no aparecimento de uma mira técnica na cabecita da jeitosa que faz de apresentadora. Não se pode ter tudo!
  • até o público é mau! O Manel manda uma indirecta irónica e o pessoal não percebe e vai de aplaudir de pé. Triste.
  • os únicos desgraçados que cantam alguma coisa estão constantemente a ser mandados para casa! 

Posto isto, preferia ver uma hora de caretas dos malucos do riso!

Segunda-feira #145

Source: tumblr.com via Guilhim on Pinterest

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Um dia de cão: versão fotonovela (mas fraquinha)

Uuuuuhhhhhmmmm... hoje estou a sentir-me bravo, explorador, introspectivo... Inspirado pelos navegadores de outrora vou fazer-me ao mar e deliciar-me com a beleza das paisagens marítimas... 

Ora 'xacáber qual dos bateaux vou levar. Este não, este não, este não... 

este não, este não... aaaaahhhh [bocejo] que canseira...

Acho que vou explorar para a minha caminha.

Fim

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Sequência lógica das coisas


Depois de ter dado um mega-trambolhão quase ter caído na quinta feira o que é que acontece na sexta? Abasteço com gasolina... um carro a gasóleo! Vá lá que só lhe deu o fanico à porta de casa, mais de 100 quilómetros depois da tentativa de homicídio.

Há cerca de 72h que não acontece nada de relevante que implique um novo hematoma, pequena hemorragia, perda de dinheiro... e estou com medo...

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cada doido com a sua mania



Ver a selecção faz despertar a descompensada que há em mim e nada na lista que a seguir se apresenta abonará a meu favor quando finalmente alguém me internar, mas ainda assim vamos a isto. Eu sou daquelas que:

- Cisma que todo e qualquer detalhe da minha vida são determinantes para a vitória/derrota da equipa: e foi por isso que ontem comi 234534 kg de pevides... é que mal abri a primeira, para enganar os nervos, os nossos rapazes começaram a jogar à bola a sério;
- Fala para a televisão: quer seja para dizer "'tás bem puto, é isso!", quer seja para chamar fiteiros (entre outros nomes menos simpáticos) aos outros jogadores ou para bater palmas nas substituições;
- Manda calar todas as pessoas que a ver o jogo façam alusão a uma possível derrota;
- Se chateia quando no início do jogo há quem esteja distraído;
- Precisa apanhar ar e respirar fundo quando as coisas não estão a correr bem;
- Dificilmente diz mal dos nossos jogadores e treinadores: não ficava muito contente se, quem não fez um percurso semelhante ao meu, viesse dizer mal do meu trabalho;
- Vai vestir a t-shirt que os cunhados deram e que tem o essencial: o emblema da selecção; o (meu) número 11 (e do nosso minino, tão lindinho e tão glorioso, Nelson Oliveira); o nome porque sou conhecida;

Sou a única?

Segunda-feira #144


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Análise estatística: resultados preliminares


Ontem, já de noite, depois de umas horas de volta do trabalho, resolvi fazer um estudo científico que já tinha na calha vai para dois anos, mas que tenho conseguido evitar. O objectivo passava por perceber como reage o meu organismo no contacto violento, promovido pela gravidade, com os vinte e poucos degraus que separam dois andares no meu local de trabalho. Foram escolhidos dois pontos de observação do impacto com diferentes áreas, cobertura muscular e adiposa para melhor averiguar as eventuais diferenças: braços (B) e aquela-zona-da-perna-que-já-é-quase-rabo (é mesmo este o nome científico da região anatómica) (AZDPQJEQR). Estabelecida a hipótese nula (H0), restava passar para o primeiro momento de recolha de dados. Material utilizado: sapatos de salto alto, para garantir a queda e a escadaria em mármore, para garantir a uniformidade e dureza (a madeira não é a mesma coisa, mas será alvo de estudo num futuro não muito longínquo). O momento zero (M0) corresponde ao instante exactamente após terem sido percorridos os quinze degraus (os primeiros cinco são de voo preparatório para a queda) na posição entre o sentada e o deitada, ligeiramente enviesada para o lado esquerdo de modo a garantir o contacto com as superfícies anteriormente designadas. 

Na aplicação da escala de dor foi registado um: "ai f#$% que doeu para caraças." Na escala da humilhação obtivemos um "não, não se preocupe, não foi nada está tudo bem... só tropecei... não estão aí alunos, pois não". Como seria de esperar na escala de (pré)cor foi registado um "para já não se vê nada, espera umas horas e já vais ver como elas cantam!" para o AZDPQJEQR e um surpreendente "isto já parece violência doméstica" para o B. Tendo em conta a natureza da experiência, esperámos algumas horas para recolher os dados daquele que seria o momento um (M1). Do M0 para o M1 verificou-se o uma alteração na tonalidade o que nos obrigou a aplicar a escala de cor (e não de pré-cor, como anterimente). Temos assim um "violeta-azulado" para os dois pontos observados (B e AZDPQJEQR). As observações serão feitas de 24h em 24h. Os resultados serão testados recorrendo ao teste de Wilcoxon... e agradecem-se sugestões para amenizar a dor... Decidimos entretanto que não vamos avaliar essa variável.

(to be continued e ser ouvido ao som disto)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Parabéns ao Ver(de)água


E já lá vão 4 aninhos!

O único plano que algum dia regeu este blogue, esfumou-se em poucos meses (e aqui o plural é fictício)! A ideia de partida deste cantinho virtual, passava por fazer fortuna produzindo bijuteria. Não me ocorreu que houvesse 1 milhão de pessoas com a mesma ideia mas com 100 vezes mais talento. Vai daí, ainda que a um ritmo lento, ganhei vergonha na cara (ou então perdi-a... não sei bem) e lá me deixei de ambições no mundo dos negócios. Entretanto faço aquilo que mais me dá gozo: digo parvoíces e não me levo muito a sério!! Não sou uma pateta alegre mas também não tenho pretensão a considerar-me/considerarem-se o último mistério da criação.

E não há aniversário que não tenha presente... mas não, podem tirar o cavalinho da chuva que não vai haver nenhum giveaway! Não há cá pão para malucos! O que eu queria mesmo, mesmo, mesmo de presente era que quem normalmente por aqui passa e não diz nada que, na loucura, deixasse um oi! Em compensação, se for caso disso, até entro numa de discos pedidos (dentro do razoável... posso ser tola mas não sou parva [muito, pelo menos]): façam perguntas, peçam temas, fotos ou mezinhas da avó, pagamento de promessas que terei todo o gosto em aceder (ou pedir a quem o faça) em troca de uma palavrinha/sinal de vida!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Estou a recuperar de uma overdose de estupidez!


Só para dizer ao senhor ou senhora que acharam boa ideia associar um aspirador* a palavra inspiração* a um creme/comprimidos/caquinha-da-galinha-preta anti-celulite, que ganhou o primeiro prémio do anúncio mais absurd-ó-irritante que algum dia foi escrito!

Se não sabem do que estou a falar, não sabem o quanto vos invejo!

* na realidade é um "aaaassssspirador" e a palavra é "iiiiinnnnnssssspiração".

segunda-feira, 11 de junho de 2012

domingo, 10 de junho de 2012

Mãe Fatinha aconselha:

Tenho uma pequena colecção de 23487298347 meias desemparelhadas. Ou porque a pôr a roupa na máquina fica uma sacana de uma meia no cesto; ou porque a tirar a roupa da máquina fica uma desgraçada escondida no tambor; ou porque as confundo; ou porque o malfadado do gnomo das meias que aqui vive anda a gozar com a minha cara. Para além disso, nada me deixa mais enfadada que andar a caçar meias no meio da roupa para as emparelhar. Partilhei esta minha dor com mamãe. Sô Dona Mãe Fatinha, mulher com uma vasta experiência nas lides domésticas e de uma sabedoria insondável, disse-me: "Minha filha, o teu tormento acabou! Toma estas molas e acredita que nunca mais terás meias solteiras!"







Estou a fazer fé na coisa, que me parece simples e prática como se quer! Então se houver cooperação do homem com quem partilho a cama e o calçador-mor de meias cá de casa (basta que ponha a molinha nas meias quando as descalça... ESTÁS A "OUVIR"), então está o assunto arrumado!

Que assim seja!

sábado, 9 de junho de 2012

Isto não é o que parece*!



Isto de ter virado flor de estufa depois de velha tem que se lhe diga! O outro dia resolvi testar a teoria da alergia ao verniz e pintei as unhas dos pés com um Andreia, que diz que é anti-alérgico. Pois sim... pode ser mas não para a menina que agora resolveu armar-se em fina. Passado uma hora já tinha o contorno dos olhos cheios de borbulhinhas. O verniz até pode não ter o tolueno (que provoca alergia em algumas pessoas), mas terá qualquer outra coisa. Vai daí, depois de uma sondagem disseram-me que há um verniz (e acho que são só mesmo os vernizes da La Roche-Posay) que não provoca efeitos nefastos nem mesmo a pessoas como eu. Descobri um único exemplar nas três farmácias porque passei. Desconfio que a cor (vermelho-alaranjado-que-faz-doer-os-olhos) é responsável pela permanência solitária deste frasco na gaveta da farmácia e pelo facto das minhas mãos e pés poderem ser avistadas da lua.

*Um post sobre manicures... quer dizer, é, mas é pedagógico!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Acabaram:


...os fins de semana a carregar sacos de roupa!
...as gavetas vazias ao fim de quinze dias!
...o inventar de estendais porque a corda não tem espaço para as "três máquinas" feitas de empreitada!
...as montanhas de roupa para passar!
...as tardes passadas na banheira a lavar calças, camisolas e t-shirts!
...os nós dos dedos feitos num oito de tanto torcer roupa!

Temos uma máquina de lavar roupa! Linda! E lava! E centrifuga! E tudo!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

É o que dá ver tanto Dexter


Temos a sorte de viver numa zona tranquila e com uma mata a dois metros da nossa janela da cozinha. Ao pequeno-almoço costumamos entreter-nos a ver a passarada e a procurar coelhos. Hoje vimos um. O diálogo que se seguiu faz-me pensar que vivo com um psicopata:

Ele (baixinho): Olha ali, olha ali...
Eu (com os olhinhos a brilhar): É um coelhinho... tão querido!
Ele: Estás a ver? Está a lavar-se!
Eu: Tão querido!
Ele: Tenho de trazer a minha pressão de ar...
Eu (depois de virar a cabeça rapidamente na direcção do homem): [olhar fulminante + silêncio reprovador];
Ele: [sorriso sacana + mãozinha no ar à espera de um highfive]. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Alvíssaras...





...a quem me explicar este sinal polaco. Até dou uma ajuda: o sinal está localizado numa espécie de parque verde/passeio ribeirinho junto ao rio.

Juro que não entendo!

Estragam tudo pá!


Primeiro foi a Adele. Não é a minha cena, mas ouvida de vez em quando até não magoa. Mas depois de passada 7698764713 vezes nas rádios, televisões e tudo quanto brote som, já não há pachorra para tanto "IIIIIUUUUUU IIIIIIUUUUU". Agora é o triste do Gotye e da não sei quantas. Achei piada à música, mas já não a consigo ouvir! É no caminho para casa, é no caminho para o trabalho, é quando faço zapping... Depois fico o dia inteiro a cantarolar "now you're just somebody that i used to know" e o que me irrita mais é o facto de não saber o resto da letra! Parece que tenho um disco riscado dentro da minha cabeça e ganho raivas ao raio da cantiga!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

domingo, 3 de junho de 2012

Oi... tu queres ver?!...

Xoné - já aqui tenha falado dele - nos primeiros anos de existência. Fácil de identificar por ser o primata que não ostenta chupeta.

Que afinal o Xoné - boneco "suicidado" pela minha mãe depois de anos [perto de dez] ao serviço de sua cria mais nova - não morreu, apesar do enchimento lhe estar a sair pelos pulsos e pés, fenómeno que a fita adesiva colocada em camadas sucessivas ao longo dos anos não foi suficiente para travar! Pelos vistos o bicho conseguiu escapar do seu cruel destino e cruzar-se com uma Xoné e fazer pequenitos Monchichi (sempre foi um bocado piroso... tem que se lhe perdoar o nome da descendência). 

Não estou a alucinar, pois não? É o mesmo boneco!

sábado, 2 de junho de 2012

E puff! Os problemas podológicos desapareceram!




Aqui a nossa amiga jillian m. do coffee, light and sweet descobriu uma dica que aposto que resulta! Agora sim, que venha o calor!