quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Nem às paredes confesso


Estou tentada a começar aqui, dentro deste antro de perdição que é o blog, um espaço novo. Até já tenho nome para ele e tudo. Seria o "Nem às paredes confesso". Um espaço de catarse e libertação daqueles segredos e guilty pleasures que temos vergonha de assumir no cara-a-cara e que se for preciso ainda fazemos o género de virgem ofendida ("ai que nojo... eu não faço xixi no duche... que coisa horrível", ou então, "claro que não como pão com manteiga (ou será manteiga com pão) às três da manhã...") ou damos uma de Paula Moura Pinheiro ("leio o Público, o DN e o I todas as manhãs só para estar informada... não vivo sem o cheiro do papel de jornal"). Coisas destas... exemplos aleatórios, que nada têm a ver comigo (ou será que têm?!), que de certeza todos carregamos. A coisa até podia funcionar de modo anónimo, era só enviar mensagem ou email (ou qualquer outra coisa que me permita ter acesso à informação sem vos desmascarar... tenho que ir pesquisar sobre gingarelhos que se põem no blog que permitam fazer isto) e depois libertava-vos desse peso, que vos armafanha o peito, ao dizê-lo por vós, aos sete ventos virtuais . O que me dizem?! Quem está comigo?! Quando é que começamos?!... Ou foi uma alucinação individual?

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Este post já é tradição...


Sim... estou a tornar-me numa velha chata... mas pelo menos sou consistente (2009, 2012, 2014).
O Halloween continua a arrepiar-me... mas não pelos sustos, e miúdos mascarados e o raio que o parta. Irrita-me porque "não há necessidade" (bem sei que este é um argumento que não faz muito sentido). Então agora os miúdos vão fazer "trik or treat" por essas ruas e prédios fora... É que é tão diferente de ir pedir o Pão por Deus ou os Bolinhos e Bolinhós que faz todo o sentido... not! E não me lixem! Não deve haver pai da minha geração e anteriores que não saiba o que é o Pão por Deus ou os Bolinhos e Bolinhós ou o Santoro... isto é moda que tem meia-dúzia de anos e que é palerma, pa-ler-ma!
Putos que possam vir bater a nossa porta este fim-de-semana: venham-me cá com tretas americanas que levam com um sermão a todo tamanho, um workshop para de Bolinhos e Bolinhós com direito música acompanhada à guitarra e só saem da nossa beira lá para meados de Novembro, que é para aprenderem a não me irritarem. Crianças que saibam pelo menos um verso das cantilenas que por estes dias se dizem à porta dos vizinhos, que não se mascarem (é que aposto que o pessoal que se mascara por estes dias é o mesmo que diz que não aguenta o Carnaval...) e que venham com velinhas e sacos de pano, confirmo que temos frutos secos, broínhas, um ou outro rebuçado e moedas q.b. para ajudar à conta do dentista.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A semana que passou!

Esta é aquela altura do ano em que eu penso...



..."porque raio é que ainda não comprei uma máquina de secar roupa?!"...

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Portanto sou uma mistura do Richard Branson, Jack Dorsey e Tim Armstrong... só falta o resto...




Se a minha vida fosse perfeitinha conseguia manter a minha rotina matinal como, lá está, rotina! Mas volta-e-meia acontece alguma coisa - a miúda tem febre e/ou não dorme, há um trabalho que vai pela noite dentro, é preciso levar alguém a algum lado... - e lá vai a inspiração new wave para o espaço! Ainda assim, a maior parte dos dias consigo cumprir o meu ritualzinho que me sabe tão bem e facilita tanto o decorrer do resto do dia. Se fosse uma miúda talentosa fazia aqui um infographic todo jeitoso e cheio de pinta mas como não tenho fui buscar aquilo que, mais ou menos, coincide com as rotinas de outras pessoas.

Na realidade, a minha manhã costuma começar na noite anterior (isto soa a estranho) quando faço o plano do dia seguinte, escolho a roupa que vestir, tiro a roupa da corrida, preparo a roupa e a mochila da garota e as coisas de pequeno-almoço. Sempre é menos um conjunto de stresses.

05h45
O despertador toca às 05h45. No Verão quase com o Sol a nascer, no Inverno, noite cerrada. Como tenho bom despertar, é fácil sair da cama. O passo seguinte é beber um copázio de água. Houve uma altura que ainda lhe espetava com a rodela de limão mas deixei-me disso. O essencial é mesmo a águinha para limpar e hidratar e garantir que já se leva um avanço jeitoso na meta diária dos dois litros de água.

05h45 - 06h00
Aqui entra a parte isotéric-ó-coiso. Faço uma espécie de exercício de gratidão (revejo o dia anterior e revejo e confirmo a sorte que tenho) e depois faço meditação que me ajuda a manter a cabecita calma e centrada... se não puser este freio ela vai por aí fora e já ninguém a agarra!

06h00 - 06h30
Rever o dia e depois... guilty pleasure: facebook, pinterest, blogues... tudo a que tenho direito!

06h30 - 06h45
Equipar, comer e sair de casa.

07h00 - 08h00
Correr (ou ficar em casa e fazer exercício em casa... e aqui o exercício pode ser uma coisa mais a sério ou, a maior parte das vezes, mais calminho, e são uns alongamentozinhos que me fazem acreditar no final que estou 5cm mais alta).

08h00 - 08h15
Tomar banho e vestir

08h15 - ...
Acordar a cachopa, vesti-la, dar-lhe e tomar o pequeno almoço, besuntar a cara com qualquer coisa e começar o dia de trabalho!

E vocês os três? Há rotinas ou nem por isso?

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Depois deste post vou passar a ser considerada associal... e acho que com razão



Normalmente sou uma tipa fixe mas há coisas que accionam a minha inner bitch... aquela que revira os olhos, que diz asneiras e que, às vezes, se sente superior (é horrível, eu sei). Mas o que é mais estranho são os motivos que despertam este lado mais sombrio da minha pessoa. Vejamos:

- Embalagens 
P'ró caracinhas com elas! primeiro poluem, depois, raramente são necessárias e por fim, nunca abrem quando devem, por onde devem!! Não gosto e são, a par com o GPS, as entidades que mais palavrões ouviram a sair da minha boca.

- Chapéus dentro de casa
Não estou a falar de chapéus-de-chuva, estou a falar daqueles que se põe na cabeça. Posso ser antiquada mas acho que é falta de educação estar dentro de casa com um chapéu na cabeça (picuinhas assumida). Uma rapariga ou rapaz podem estar maravilhosamente vestidos... se tiver um chapéu na cabeça e estiver debaixo de telha, acabou! Tenho uma vontade irresistível de ir lá tirar-lhe o chapéu e dizer-lhe "na rua... só na rua... ok?".

- Calças por dentro das botas
Nunca usei, não consigo, não entendo e não acho bonito! Quer dizer, se estivermos a falar de galochas em dias de cheias ou de trabalho de campo, sim senhor. Agora... só para o style... não, não, não, não, não...

- Roupa de bebé com folhinhos (ou com usos redundantes)
Não gostava há quase três anos e não gosto agora! Disseram-me que ia mudar quando a pequena nascesse e continuo a não gostar, a não perceber e a embirrar solenemente! Os folhos só servem para guardar lixo e para se perderem horas de vida preciosa para passar a ferro! E nem posso começar a falar em tapa fraldas... na minha cabeça é o mesmo que usarmos cuecas para tapar cuecas... Nah!

E fico por aqui... caso contrário amanhã acordo com uns senhores a baterem-me à porta e a convidarem-me para vestir uma camisa branca com umas mangas muito compridas que se prendem atrás...

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Dos que valem a pena






Existe mais um cantinho neste mundo virtual que ganhou o meu coração. E depois de o desvirar descobri porquê: apesar de ser um "blog profissional", apesar de provavelmente haver uma equipa de 17,5 pessoas a trabalhar nele, mantém um ar de diário pessoal... As fotos são bonitas mas parecem ser tiradas por uma pessoa normal, num dia normal, a fazer coisas normais. Acho que é isso que sinto falta e é por isso que não consigo gostar dos blogs de pessoas conhecidas que andam aí a nascer que nem cogumelos!

Mas falando deste novo blog, é o Deliciously Ella. É de uma rapariga inglesa que aparentemente passou um mau bocado porque só comia porcaria e o corpo dela revoltou-se. Como rapariga inteligente, mudou a alimentação, abraçou o desporto, e tudo, e tudo, e tudo... A "história" não é original, mas a forma terra-a-terra e despretenciosa com que ela a conta agarrou-me! Identifico-me com a filosofia, com o estilo de vida e há dicas que quero roubar para mim e há outras que já fazem parte da minha rotina. Para além do mais é muito variado! Há rubricas sobre beleza, fitness, a forma como se encara a vida mas, aparentemente aquilo que lhe deu alguma visibilidade foram as receitas que inventou e os livros que escreveu.

Enough said! Vão lá espreitar o site que vale a pena.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Tu, tu... rial!!



Este fim-de-semana baptizámos a pequena e, entre outras coisas, serviu para confirmar a ideia de que não me quero casar! Se organizar uma coisa para 20 ou 30 pessoas foi o filme que foi nem imagino o que será organizar uma coisa maior! Mas o que me traz aqui não são os temas das mesas, o seat plan ou a difícil gestão de compatibilidades e interesses... Não! O que me traz aqui é o engano dos tutoriais de cenas relacionadas com beleza! Sendo mãe de uma criança a baptizar e madrinha* de outra presente na mesma cerimónia achei que devia ir arranjadinha mas pareceu-me que não era caso para marcar cabeleireiro. Além do mais, como há de tudo nesta internet não iria fazer figuras tristes. Procuro como ondular o cabelo com um ferro de esticar e aparecem mil tutoriais. Easy peasy! Vai de pôr as dicas em acção e eu, que tenho o cabelo naturalmente ondulado, acabo a sessão de cabeleireira DIY a parecer que fui lambida por um cão na cabeça! E houve empenho da minha parte: peguei no computador e fui para a casa-de-banho, vi e revi milhões de vezes mmmuuuuiiiittttoooossss filmes. Experimentei com o ferro frio e depois com o ferro quente e nada! Acabei com por ir com o cabeluncho que o todo-poderoso me deu e, em vez de parecer que colei o cabelo à cabeça, parecia acabada de sair de um hospício em dia de ventania... o normal, portanto.

* na verdade testemunha.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Back on track



Aqui há coisa de três anos quebrei uma tradição anual: a da compra da agenda. Achei que era uma mulher moderna e tecnológica e bastava-me usar o iphone, tê-lo sincronizado com o computador e estava feito! Conseguia ter a vida organizada e ainda parecer muito cool... pois... Dei por mim a escrever a data em cada folha do (ou melhor, num dos) caderninhos que me acompanha para todo o lado - sou das que escreve tudo e faz mil listas por segundo para não me esquecer de nada - e a planificar lá as tarefas mais mundanas! Dada a esquizofrenia da situação, este ano rendi-me às evidências e comprei uma agenda diária/anual. Deve estar a chegar a casa entretanto. Sou muito esquisitinha com esta coisa dos cadernos e agendas... o meu lado de hipster renegada leva-me a só comprar moleskine e dentro dos moleskine, os soft cover pocket size (ao ponto de pensar que se assim não fosse alguma coisa me iria correr mal nesse ano). Mas entretanto as cores chegaram e a minha vida fez ainda mais sentido... mas cádê a versão soft das agendas de côr pocket size?!?! Não há! Vai daí a alternativa foi esta: agenda verde (esperança). Sim... tenho uma vida muito monótona e por isso perco este tempo todo a pensar em cadernos e nas características dos cadernos... Já tenho o agrafador e a washy tape pronta para colar bilhetes, assinalar ideias giras, marcar a rotina matinal, registar os quilómetros corridos, anotar receitas... Podem tirar o papel da rapariga mas não tiram a rapariga do papel... isto na minha cabeça soava melhor...

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A farda dos próximos tempos


Acho que voltei a ter 15 anos. Felizmente, para o meu pai, estamos a 200km de distância e não lhe posso ir ao armário roubar camisas como fazia há 20 anos (chiça... estou velha!). Felizmente para o homem, não sei onde raio guardei a camisa de pescador que era do meu avô que me fazia parecer um rapaz vestido com um saco de batatas... Valha-nos a Zara.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Marmitemos!


Optámos pela exploração do trabalho infantil... é a única forma de termos alimento... entretanto vou-me arrepender da fotografia e de não saber usar o photoshop para esconder os refegos da cintura... É a vidinha! Porque é que a miúda está de pijama, de vestido e de mochila?... Não sei! Chega a uma hora que é o que ela quiser!

Em resposta ao meu apelo desesperado por ideias para posts foi proposto o tema “marmitas de inverno”. Sendo que já preparei marmitas durante o inverno creio reunir as condições necessárias para falar sobre o assunto, mas antes, há um conjunto de notas prévias que se poderiam resumir naquele dizer popular “cada um sabe de si e o Criador sabe de todos”. Vamos então a isto:

1. Isto é o que resulta cá em casa;
2. Não dá para ter marmitas feitas em casa sem passar um bocado de tempo na cozinha;
3. Para mim, fazer marmitas é preparar uma refeição simples – e não uma versão miniatura de um prato complicado – que sobreviva com alguma piada a meio dia de permanência em tupperware;
4. Comigo a lógica da marmita, ao fim de algum tempo, é baralhar e voltar a dar;
5. É preciso rotina, organização e planificação para a coisa resultar;

Isto também podia ser um ponto prévio mas como vai ajudar à arte da marmitagem aqui fica como início de conversa. O que nunca falta e, parecendo que não, facilita:
- Sopa: faço em doses grandes, aguenta no frigorífico alguns dias e é garantia que enfiamos nutrientes dos bons no bucho e que atacamos menos alarvemente o conduto;

- Acompanhamentos: arroz simples, couscous e quinoa que dê para duas ou mais refeições e que também aguentam algum tempo no frigorífico. Batatas e massa “de ontem” não gosto, mas o arroz, a quinoa e o couscous preparam-se num instante e depois é ir alternando consoante a proteína que se escolha;

- Verdes: seja tomatinho cereja (o meu é da Quinta do Arneiro e por isso nem de tempero precisa), macedónia da congelada ou rúcula, ajuda logo a alegrar um prato;

- Sementes: papoila, chia, sésamo, girassol... ajudam a dar um crocante aos pratos mais pastosos e, convenhamos, confere sempre uma certa pinta hipster que até tem piada.

Ora então, as minhas marmitas normalmente são restos deliberadamente deixados de refeições anteriores a que depois dou a volta. Isto quer dizer que preparo as refeições, normalmente o jantar, de modo a que sobre. Se somos 3 faço para cinco e aproveito os restos. Vou dar alguns exemplos de jantares que faço e que depois servem para o almoço do dia seguinte e que preparo quando arrumo a cozinha no final do dia e o homem deita a garota. Não gosto da ideia de cozinhar de madrugada até porque, entre as 06h00 e as 07h00 costumo ir correr (há provas no instagram que atestam o meu grau de insanidade).

Carne de porco
Normalmente o fim-de-semana é de arrumações e limpezas por isso deixo um lombo temperado de véspera e ponho-o no forno uns 45 minutos antes do almoço e não me chateio com mais nada. Os restos deste almoço vão servir para uma ou duas marmitas:

- Empadas: basta desfiar a carne e, dependendo do que sobra, juntar num refugado um bocadinho de chouriço ou bacon e/ou macedónia e/ou cogumelos, ligar tudo com ovo batido e acompanhar, se acharem necessário com salada (preferencialmente) ou arroz/quinoa/couscous.

- Sandes: não é preciso fazer magia em todas as marmitas! A bela da sande de lombo, com uma fatia de queijo (completamente decadente e completamente a minha cara) com umas folhinhas de rúcula e está feito!;


Peixe branco
Vamos supor que é segunda-feira... É um dia deprimente... não há volta a dar e é preciso fazer uma pausa nos estragos de fim-de-semana... isto tudo para justificar o peixe cozido (ou no forno)... mas há que ter fé que isto pode vir a ter piada!

- Salada russa: a solução óbvia... desfiar o peixe, juntar uma macedónia, quinoa, abusar nos brócolos e depois é temperar com alma... comigo o que resulta é um “azeite temperado”: azeite, óregãos, sal, pimenta, alho (pouco e sem aquele veio do meio)... pozinhos de perlimpimpim e siga... para a sobremesa que pode ser pecaminosa!;

- Empadão* de peixe: já falei aqui mil vezes. Junta-se uns tomatinhos e umas sementinhas para ser um bocadinho mais crocante e está feito;

- Omelete* de peixe: pode parecer estranho mas era o prato preferido da minha avó e por isso parece-me normal. Se houver por casa aqueles camarõezinhos congelados, salteio-os com azeite, alho e salsa e junto à omelete. Com arroz e fica o almoço preparado.
(*estes exemplos também servem com carne)

Carnes de aves
Não consigo enganar ninguém... cá em casa os jantares durante a semana são um aborrecimento e parecem dieta de hospital... Peito de frango grelhado. Vamos lá ver se isto tem salvação:

- Caril de frango aldrabado: saltear as especiarias (caril, curcuma, nós moscada...), a malagueta (para mim sem sementes caso contrário grito) juntar leite de cocô (ou outra alternativa que dê para fazer molhanga) e juntar por um bocadinho o peito de frango aos pedaços (já cozinhado). Acrescenta-se o arroz branco e uma pastilha renie e está safo;

- “Wrap” de frango (na verdade é crepe de frango mas wrap soa a fino): desfiar ou picar grosseiramente o frango grelhado, juntar uns verdes crus (palitos ou cenoura ralada, rúcula, tiras de courgete (daquelas que se fazem com o descascador) e o mais que gostarem e tiverem no frigorífico. Temperar levemente os legumes. Fazer os crepes. Pôr tudo em cima do crepe, embrulhar e seguir viagem!;

Carne de vaca
Vamos lá animar a coisa. O jantar é uma bolonhesa e a vontade é perpetuar a indulgência da carne picada e da massa...

- Lasanha: no brainer!! É aproveitar o preparado da carne picada com tomate (e o mais que lhe queiram pôr), molho bechamel, queijo ralado, massa de lasanha e está feito. Eu cá gosto da lasanha de um dia para o outro por isso é a solução ideal para mim;

- Hamburgers: não cozinharam a carne picada toda?! Óptimo! Agora é fazer um discos com a carne, juntar tempero se gostarem, fazer bolinhas, dar-lhes um chapo e o disco está feito... neste caso, prefiro fazer os hamburgers de manhã, mas lá está, cada um é como cada qual, juntar couscous e uma saladinha de tomate e está pronto!

Aqui está! 9 propostas de marmitas... o que quer dizer que dá para quase duas semanas 5 dias de trabalho! No décimo dia vão ao restaurante porque temos de alimentar a economia!

Sabia que vocês não me falhavam!


Vou aproveitar a sugestão da Sara e discorrer sobre esse fantástico mundo das marmitas... mas não é já, já, já que também tenho de trabalhar! Mais logo fica o assunto resolvido.

Só um bocadinho, sim?

terça-feira, 6 de outubro de 2015

'Tá escasso de imaginação

fotografia completamente aleatória que nada tem a ver com o post

Isto de escrever num blog às vezes não é fácil e falta a imaginação... mesmo um como este essencialmente alimentado com palermices. Vai daí passo a batata quente para vocês os três: sobre o que gostariam de ler por aqui? Em que é que o meu conhecimento pode contribuir para animar a vossa manhã/tarde/noite? Para não dizerem que sou uma preguiçosa do pior até deixo aqui algumas sugestões:
- As melhores marcas de chocolate de leite.
- Cilit bang ou cif gel, qual o melhor?
- Figuras públicas com proporções corporais estranhas.
- O washi tape mudou a minha vida.
- Consultório sentimental.

Vá, fico à espera que digam coisas para eu ter sobre o que escrever.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Para aliviar o ambiente...

"A ver a luz..." ou "este post é cheio de reflexões e cenas mais ou menos profundas "a la" Karaté Kid"



Esta história das corridas tem-me feito pensar muito. Aliás... acho que só agora é que comecei realmente a pensar em coisas importantes. Vou tendo a sensação que até que até deixei-me ir e que só agora é que estou a tentar perceber para onde... A boa notícia é que acabo por ter um cérebro particularmente bem conservado para alguém com 34 anos... a má... não quero pensar nisso... um passo de cada vez porque ainda me estou a habituar a esta coisa de procurar respostas para o que não faz sentido.
Andava-me a chatear o não evoluir... há mais de dois anos que ando a correr de forma regular e, cíclica e sistematicamente, acabo por desistir ou acontecer alguma coisa (coincidência das coincidências) que me faz voltar à estaca zero. E aquilo andava-me a chatear... Sabia à partida que eram tretas da minha cabeça e do meu feitio (acho sempre que serei a pior em tudo mas vou a jogo quanto mais não seja para confirmar e me rir um bocado disso... uhmm... alguém tem o contacto de um psi?) mas queria ver se arranjava maneira de sair da cepa torta. Vai daí, depois da minha parceira de corrida me dizer que havia um livro muito interessante que eu devia ler mas do qual ela não se lembrava o título, fui-me pôr a fazer pesquisas na net... Inicialmente a ideia era pesquisar técnicas para melhorar na corrida mas muito rapidamente percebi que afinal as estratégias mentais que os bons atletas desenvolvem se aplicam muito facilmente ao resto da vida porque, convenhamos, em tendo duas pernas e dois braços (ou até menos) minimamente saudáveis o resto está na cabeça... Neste momento estou a acabar de ler o The champion's mind: how great athletes think, train, and thrive e o pobre do livro está sublinhado de uma ponta à outra. É capaz de não ser o melhor livro, é provável que haja outros muito melhores, mas para já está a ser um abre olhos importante para mim. Faço desporto desde os 6 anos (12 de ballet, 10 de natação, 6 de pólo aquático) e nunca fui boa em nada... mas como também, sem fazer grande esforço não era a pior, acabava por me deixar estar e encarava os treinos como momento de convívio... assim como que vai para o café. Só agora percebo o quão longe estava de perceber o tanto que implica ser bem sucedido em alguma coisa... Apesar de achar que estava (estou?) a anos-luz de me tornar uma daquelas pessoas que dá o litro até ser bem sucedido e que não desiste até ter conseguido o que queria, houve uma passagem que me deixou a pensar e um bocadinho mais esperançada "If you can spot greatness in someone else, then you already have some greatness within you, because only a person with similar traits can recognize those traits in others. Think, 'If I can spot it, I've got it'".

Quem diria que pôr um pé à frente do outro, mais ou menos rápido, tinha tanto que se lhe dissesse!!

(nota mental: o próximo post tem que ser bem levezinho para o pessoal se esquecer desta charopada...)

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Está controlado... eu decido por vários milhares!



No domingo vou fazer 400 quilómetros para ir votar. Mais ou menos 100km de Lisboa para a Nazaré, mais ou menos 100km da Nazaré para Coimbra, mais 100km Coimbra Nazaré, mais 100km Nazaré-Lisboa. Já me podia ter recenseado pela capital mas como ainda não sei se já aterrei para ficar ou não, vou deixando andar. O mais fácil seria ficar por casa, dar um passeio ou dormir mas a verdade é que sou demasiado orgulhosa e do contra para deixar nas mãos de outras pessoas uma decisão que é tão importante para mim. Além do mais é uma das poucas oportunidades que eu tenho para sentir que tenho poder... e ainda pensar que a minha mãe, as minhas avós tiveram de esperar e lutar para serem consideradas gente... com voz... não me está a parecer que vá agora deitar isso a perder. No meio disto tudo o que me aborrece é que não haja consequências - nem que fosse o karma - para quem se queixa e no dia de eleições não fica a coçar a micose!

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

É que ia agora!!


Skalholt (Islândia - photo)


Nova Iorque (EUA - photo)

Sidney (Austrália - photo)

São Vicente (Cabo Verde - photo)

Paris (França - photo)

Christchurch (Nova Zelândia - photo)

Não viajo um 1/15 do que queria. Não me posso queixar porque de vez em quando lá consigo pôr um coto para lá da fronteira... mas enquanto posso e não posso ir laurear a pevide a lista dos lugares que gostava de visitar continuam a aumentar... Ainda bem que comecei a tomar vitaminas porque por este andar só se viver 200 anos é que consigo fazer check na minha wish list!