domingo, 30 de setembro de 2012

30. You, then


Eu, numa fase quase-Chapitô!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

28. A good thing




Melhor é difícil...

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O chamado: "toma e embrulha"


Não há muito mais a dizer, por isso o melhor mesmo é ver o vídeo.

27. Love/Hate


Pois... é a minha única relação amor/ódio! Queria viver sem ela... mas não consigo! Sou uma fraca!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

26. Near


À distância da janela.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

25. Frame


Há quem tenha jeitinho para fazer boas molduras!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sábado, 22 de setembro de 2012

22. Up



Foi o mais up que consegui!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

21. Sometimes



Às vezes lembro-me que tenho uma manta para acabar!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

20. Man-Made



Para além de me ter aturado dias de mau feitio, de cansaço e de ausência, devidamente pontuados por momentos de depressão, desespero e outros (muito raros) de euforia, ainda teve a paciência de me fazer a capa da tese. Por isso sim, "o mê home fez" o bocado mais difícil do meu doutoramento (bem como os meus pais e os meus amigos/colegas/fadrinhas... a quem gostava de agradecer de 5 em 5 minutos!).

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

19. Underneath



Debaixo da pele - à espera de ser retocada - guardo as saudades e as memórias dos que já foram.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

18. Price




Confesso que esta foto foi difícil... Não é que não ligue a preços, ligo e muito! Mas não é necessariamente o preço que dá mais ou menos significado a alguma coisa que eu tenha... mas há excepções. O meu computador custou-me há mais de 6 anos um rim, um 1/3 do fígado e o pulmão esquerdo. Mas a verdade verdadinha é que já rentabilizou cada cêntimo! Até há coisa de um mês estava fino. Já não tão rápido, já sem grande (nenhuma, vá) autonomia, já sem tanto brilho no ecrã, mas ainda assim, muito acima da média. Mas ultimamente faz uns barulhos não muito simpáticos... parece que está a fritar, literalmente! E já aconteceu, por duas vezes, ter que forçar o desligar. Compreendo-o. Está farto de trabalhar. Precisa da reforma. De ficar em casa tranquilo. Vai daí, o price volta a estar na ordem do dia à medida que se aproxima o momento de arranjar um substituto.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Segunda-feira #155

17. In my fridge


Os meus dois líquidos preferidos nunca faltam na caixinha que deita frio!

domingo, 16 de setembro de 2012

16. Strange


A ideia era parecer que estava a manter as pedrinhas no ar com um sopro... e não, não fumo cenas "strange"...

sábado, 15 de setembro de 2012

"O povo está unido. Cuidado!"











15. First thing you see


É a primeira "coisa" que vejo... e a maior parte das vezes - e para mal dos meus pecados - a primeira coisa que oiço!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

14. Favourite




As minhas maquinetas favoritas são mesmo as Lomo. A primeira já tem uma quantidade de anos (seguramente uns 6 anos), a fisheye já devia ter ido à arranjar há algum tempo e a última ainda não está domada. Não sou grande artista, mas talvez por isso me dê gozo brincar com elas!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Acho que me andei a guardar para este momento...


Corria o ano de lectivo de 1992-1993 quando os alunos da Escola C+S de Santa Clara* (já não se chama assim) se indignaram e se manifestaram contra os SMTUC*s porque os autocarros os deixavam a um par que quilómetros da escola, obrigando-os a sujeitarem-se às molhas e insolações próprias de cada estação do ano. "Apesar" de sub-urbanos e filhos de gente humilde (que é como quem diz: gente que trabalhava e não gostava de chiliques pseudo-burgueses e "mordomias") percebemos que todos juntos - a escola na época devia ter menos de mil alunos - conseguíamos fazer barulho suficiente para sermos ouvidos. Cortámos a estrada que dava acesso ao hospital dos Covões* porque era aquela onde o autocarro nos deixava. Num raro momento da nossa existência e que durou apenas esse ano, a minha irmã e eu frequentávamos a mesma escola que, por sinal, era também aquela em que a minha mãe dava aulas. Em menos de nada a mãe Fatinha viu todos os alunos que tinha e as duas filhas sentadas no chão à espera de serem abalroadas por uma ambulância ou por um automobilista menos paciente. Pensou que se a coisa corresse para o torto deixava de ter os seus adorados "fregueses" e tinha de dar uma coça valente a quem se arriscasse a arranhar as crias. Dado o cenário e ponderados os desfechos ela, e meia dúzia de professores - não haveria muitos mais na escola -, formaram a primeira linha de manifestantes, apesar de na teoria não terem nada que ver com o assunto (na altura a minha mãe até se deslocava num potente Fiat Uno cor de ranhoca).
Acho que desde aí houve pouco que me fizesse achar que devia fazer barulho (isto de ter crescido nos subúrbios e ter aprendido a não fazer fita, tem que se lhe diga). Até agora. Na minha família mais próxima tenho todo um leque de sodomizados governamentais: reformados, emigrantes "forçados", recibos verdes, trabalho precário e só não falo em desempregados por tenho uma família teimosa o suficiente para recusar o rótulo e contra tudo se fazer à vida. Por eles (que não podem fazer-se ouvir) e por mim, vou barafustar na manifestação que me estiver mais perto!

* para quem não é de Coimbra: são coisas de Coimbra.

13. Table


O que dizer... sinto que pari esta mesa!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

11. Hero


Herói e Mãe não são sinónimos?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Para sacana, sacana e meio...



"Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta a prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus [portugueses] venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e todos os justos que os precederam. 'Não roubarás!', 'Devolva o lápis do coleguinha', 'Esse apontador não é seu, minha filha'. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar! Até habeas corpus preventiva, coisa da qual nunca tinha ouvido falar, sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará!
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear! Mais honesta ainda eu vou ficar! Só de sacanagem!
Dirão: 'Deixe de ser boba! Desde Cabral que aqui todo mundo rouba!
E eu vou dizer: 'Não importa! Será esse o meu carnaval! Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.'
Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambal.
Dirão: 'É inútil! Todo mundo aqui é corrupto desde o primeiro homem que veio de Portugal!'
E eu direi: 'Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? I-mor-tal!'
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final!"
Elisa Lucinda

Porque me está a custar engolir esta trampa toda que estão a fazer com a nossa vida; porque me parece há coisas que podem ser feitas e feitas com legitimidade; porque acredito que a única forma de mudar é insistindo em fazer bem feito... só para variar ou, como diz a Elisa Lucinda, só de sacanagem!

Segunda-feira #154

10. Black + White


Genética preto no branco.

domingo, 9 de setembro de 2012

9. Something you do most weekends


Vá... dizer que vou correr most weekends é um bocado exagerado... um bocadinho! Mas é quando se conjugam dois fenómenos muito importantes: peso na consciência (e não só) e tempo para fazer alguma coisa quanto a isso! E sim, corro com estes tijolos nos pés. Tenho de arranjar umas sapatilhas um bocadinho mais simpáticas...

sábado, 8 de setembro de 2012

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Manter a distância de segurança


O meu cérebro foi à vida dele ali pelas 3h45 da madrugada. Devia ter coisas importantes para fazer porque não me deu explicações e eu, preocupada, fiquei acordada à espera que ele regressasse (até porque tínhamos coisas importantes para fazer hoje). Até agora nada, não deu notícias e não apareceu (como é fácil de deduzir pelas palavras que acabo de escrever) ...deve andar na gandaia. 

Caso se cruzem com uma rapariga nos trintas, com um aspecto aparentemente saudável mas a babar e com o olhar vidrado, provavelmente estão a olhar para mim. Se eu estiver a conduzir avisem a polícia... é perigoso conduzir sem cérebro, ao contrário do que a maioria dos nossos encartados possa achar. Se estiver com ar de quem vai adormecer em menos de 5 segundos, criem um perímetro de segurança e deixem-me estar sossegada. 

Importante: seja em que circunstância for não se dirijam a mim; não me façam perguntas; não me digam bom dia. É possível que vos rosne e de seguida vos arranque um dedo à dentada. Não estou lá de muito bom humor... é que gosto de dormir e mais ainda de trabalhar com a companhia do meu cérebro.

7. Natural


Frutinhas e legumes sabem-me sempre melhor tal como são! Ao natural!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

6. Every day



Não há "day" que não tenha café e computador, vai daí, este é o meu "Every day"!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

5. Bright



Numa das casas de um dos mais brilhantes arquitectos de sempre!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ele há gente que pensa!



Um amigo meu (obrigada David) partilhou no facebook o link para o "Um blog idiota do Luís Miguel Sequeira". Pouco percebo de finanças, prova disso é que há não sei quantos anos que há gente a viver de talões de desconto e só hoje é que pela primeira vez na minha vida, consegui gerir promoções e cartões suficientemente bem para "poupar" quase €6 em compras e "ganhar" €0,05/L de "desconto" em gasolina. Para mim este feito foi de tal ordem que já me estava a considerar a Engenheira financeira com mais pinta da Península Ibérica! A cagança foi por água abaixo quando li (e até compreendi o essencial) a proposta do tal "Idiota" (parece que sim, que é pessoa para ter ideias) que levaria os senhores que mandam nos multibancos a piar fininho. Com o nada que percebo do assunto, não sei se a ideia seria viável ou não (no mundo onde os unicórnios andam soltos e felizes e os campos estão cheios de margaridas em flor) mas que me pareceu muito bem sacado, isso pareceu! 

O artigo pode ser ligo na integra aqui. Abaixo fica a minha escolha de algumas das ideias principais:

Como é sabido, a SIBS está a alterar as comissões sobre os processamentos das transacções via Multibanco. Ou seja: ao fim de duas décadas de confortável crescimento, em plena crise financeira (e social!), acharam por bem aumentar ainda mais os seus lucros — agora. Se a estupidez congénita dos banqueiros fosse tangível, poderíamos exportá-la e pagar à Troika o que devemos num instantinho. Assim sendo, tal como o nosso Governo com os impostos, a SIBS está a dar tiros no próprio pé com uma caçadeira de canos serrados.As reacções não se fizeram esperar. (...) Mas a verdade é que duvido que qualquer uma destas medidas surta efeito. (...) É que é verdade que a SIBS é uma empresa privada, mas age em regime de monopólio. (...) Em teoria, este tipo de empresas tem de ser muito mais regulamentada quanto às coisas que pode ou não fazer. (...) Idealmente, claro, não existiriam monopólios. Mas este não é um mundo ideal. Idealmente também, claro, a Autoridade da Concorrência limitaria a capacidade da SIBS em abusar do seu monopólio (como limita outras entidades), mas a SIBS é especial: é que todos os seus accionistas são bancos. E contra estes ninguém tem coragem para agir. 
Bom, temos um Ministro das Finanças que não é propriamente um Mr Nice Guy. Eu se fosse ao Vítor Gaspar convidava os banqueiros accionistas da SIBS para uma conversinha particular. E apresentava-lhe o seguinte problema: o Estado é um utilizador do serviço Multibanco. Milhares de milhões passam todos os dias pela SIBS, tanto para fazer pagamentos de salários, pensões e bolsas, como para receber praticamente a totalidade das receitas de impostos, segurança social, taxas, multas e coimas. Sobre tudo isto o Estado português paga toneladas de comissões. (...) Ora, no interesse em fazer contenção da despesa, o Estado português iria deixar de usar o Multibanco… passando a usar um sistema próprio. Incrédulos, os banqueiros rir-se-iam na cara de Vítor Gaspar, pois o investimento numa estrutura paralela à do Multibanco custaria milhares de milhões e levaria anos, senão décadas, a implementar. E confiariam os portugueses num «ATM do Estado Português»?Mas a verdade é que Vítor Gaspar não precisa de investir nada. É que o Estado português já tem um sistema paralelo em funcionamento. Na realidade, já o tem há alguns séculos: chama-se CTT. Os CTT (...) são das raras empresas públicas que dão lucro. E não é pouco: contribuem com cerca de 1,5% do PIB, o que não é nada mau. Prestam em geral um bom serviço: só quem já teve de lidar com correios «estrangeiros» é que aprecia verdadeiramente a qualidade do serviço dos CTT. Estranhamente, fora do sistema bancário, os CTT até emitem a coisa mais parecida com «moeda»: um selo «vale» dinheiro, e pode ser usado como tal (...) Os balcões CTT não vendem apenas selos — há muito tempo que fazem muito mais do que isso, e são pequenas lojas que vendem coisas tão diversas como livros e CDs. Mas os CTT também têm um operador móvel. Têm um sistema de pagamentos anónimos conhecido por PayShop, que estende a rede de balcões CTT para aceitar pagamentos em 4000 lojas espalhadas por todo o país. Aceitam pagamentos de todo o tipo de coisas — luz, água, telefone, impostos… E gerem, claro, os famosos certificados de aforro, tão odiados pelo sistema bancário por lhes fazerem concorrência directa, mas que Governo algum os conseguiu abolir.Ironicamente, os CTT não usam Multibanco, excepto em algumas (muito raras!) estações de correio. Uma vez perguntei porquê. Eles responderam que não conseguiam chegar a acordo com a SIBS àcerca das comissões.
(...) Ora bem. Olhemos bem para isto. Uma entidade que já é do Estado, que está presente em todas as terriolas do país (Continente e Ilhas) — mas que estende a sua rede para fora dos seus balcões via PayShop. Todos os balcões, próprios e de terceiros, estão interligados informaticamente. Tem um operador móvel. Gere uma quantidade estupidificante de dinheiro que passa pela sua rede de balcões, e, além disso, emite «produtos bancários». Na realidade, muito antes de haver computadores nos bancos portugueses, já se podia enviar dinheiro pelos CTT: o vale postal existe há eternidades. Não são, pois, uns «novatos» a transferir dinheiro entre pontos remotos: já o faziam muito antes dos bancos saberem como. Ironicamente, no século XIX, os bancos usavam os CTT para transferir dinheiro via telégrafo instantaneamente: os CTT foram a primeira rede Multibanco do país para transferências bancárias… (...) Mas, como disse, eu se fosse o Vítor Gaspar, na minha atitude de «eu não sou uma pessoa simpática», fazia apenas um sorriso amarelo e dizia:— Eu não posso interferir no mercado livre. Talvez a SIBS seja um monopólio ou não, não sei; se é, a Autoridade da Concorrência que lide com o problema; eu não posso legislar àcerca do que a SIBS faz ou deixa de fazer. Mas posso, e devo, poupar os custos do Estado. Não tenho de andar a suportar os lucros da SIBS. Se tenho a minha própria rede paralela de transferência de dinheiro — e, note-se, as pessoas já pagam ao Estado através dos CTT, não é uma novidade! — então devo usá-la. No entanto, para agilizar o processo, vou conceder um alvará bancário aos CTT.Imaginem o rosto dos bancários aflitos.(continua)

4. In my mailbox


Tento ser um bocadinho a minha caixa do correio (ena... isto escrito assim fica estranho) e evitar "publicidades" da treta ou enganosas (e não me refiro apenas às que vêem impressas em letras garridas). Nem sempre dou conta do recado.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Segunda-feira #153

3. Far away

Foto de Carlos Monteiro

Do outro lado do mundo a fazer casting para estrela do mar.

domingo, 2 de setembro de 2012

E pronto...







O Verão acabou e correndo o risco de ser apedrejada, confesso que estou com alguma vontade de voltar a pôr a mão na massa e de entrar neste novo ano! Ou isso, ou é só mesmo o ânimo de ter uma desculpa válida para comprar material escolar! Nada me deixa mais animada do que uma tarde passada numa papelaria, e não estou a ser irónica! Fosse uma mulher rica e comprava tudo quanto fosse caderno, esferográfica, porta-minas e outros derivados da celulose e do petróleo. Sou uma rapariga de gostos simples... que fazer!