quinta-feira, 31 de março de 2011

"Esta casa é o meu ninho"

Até aqui não acreditava em amor à primeira vista... e muito menos, em amor sem ver... mas quando tudo o resto é perfeito, e faz sol em todas as janelas, e só se ouvem passarinhos, e dá aquele friozinho na barriga, então começo a questionar-me... e o melhor é que não fui a única a apaixonar-me... os dois estamos conquistados... resta saber da parte dela...



[nunca neste blogue se escreveu tantas vezes a palavra amor... estou hormonal... isto passa e não terei qualquer problema em negar, que algum dia estive assim tão lamechas!]

segunda-feira, 28 de março de 2011

domingo, 27 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Uma semana que fica na memória

Acho que não há memória de uma semana assim, entre a morte do Artur Agostinho, da Elizabeth Taylor e do Governo, não há grande coisa que se aproveite... a não ser, a esperança que nasce das mudanças que se adivinham na nossa vida. Como sou uma rapariga dada a celebrações gastronómicas, aqui fica a de hoje:

Saudável e nutritivo, como convém!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Parece-me pouco católico...

Em Lisboa, a minha secretária fica em frente a um placard que tem pendurado um calendário dos Escuteiros Católicos. Porquê? Porque sim... porque tem lá os dias todos devidamente organizados e dá jeito! Mas o que me anda a atormentar é a imagem que fica mesmo por cima de Maio... 



Sou só eu, ou parece mesmo que o raio do velho, para além de estar danado, está com vontade de dar um calduço ao jovem escuteiro?!...

terça-feira, 22 de março de 2011

Proud... no matter what!


As fotos são terríveis... o Toshibazinho não dá para mais...

domingo, 20 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Efeitos secundários de uma ida ao IKEA

Móvel da televisão

Prateleiras brancas a meio da parede

Prateleiras pretas

Mega galo na cabeça (provocado por um alicate IKEA, aquando da montagem de um móvel IKEA)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Second Chances

Foi a melhor coisa que podia ter feito! Logo eu, que não acredito em segundas hipóteses! Mas ter a televisão ligada 23h por dia enquanto "trabalho" é no que dá. Modern Family... está no meu coração... e a ocupar as minhas manhãs, horas de almoço e tardes (avé Foxlife)!



Dou por mim a rir alto... o que quando se está sózinha em casa é um bocado bizarro... but what the hack! Rir é bom!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Quem canta espanta os males e não só

Na minha cabeça, canto que nem um rouxinol! Mas canto mesmo! Não há nota que me escape e o timbre está ali entre uma Nina Simone e talvez uma Lisa Hannigan (sim... que eu não faço a coisa por menos). Ora, isto é tanto mais verdade, quanto mais alto for o volume da música. Só para confirmar este meu talento, resolvi fazer um teste: vai de colocar os heaphones na cabeça, escolher uma musiquinha "fácil", volume bem alto, ligar a câmara do Mac e vai de gravar em filme o grandioso momento... o detalhe, é que a imagem da câmara estava minimizada, para eu estar mais descontraída.


Depois de revista a performance, fiquei em êxtase... sem reacção... quase que chocada... então não é, que se tiver de me desenrascar a cantar, até sou capaz de fazer uns trocos!! É que não tenho a mínima dúvida, que qualquer pessoa pagaria e bem, para eu estar caladinha e me limitar ao discurso simples... assim... sem tentativas de entoações melódicas...

Se precisarem de fazer mal alguém, os meus dotes vocais são uma arma poderosa!

(Até deixava aqui o filminho, comigo a cantar, de pijama, remela no olho e olheiras até ao queixo... mas acho que a humanidade já teve desastres que cheguem para as próximas décadas)

terça-feira, 15 de março de 2011

Porque é que este, não é um blogue de moda:

Porque numa ida ao Centro Comercial, vim de lá abraçada a três livrinhos lindos... que no conjunto me levaram à miséria...

Photo @ Flickr by RachelLoves

...em vez de trazer umas destas nos pés...


 são tttttããããããoooo lindinhas... e mais bonitas ficavam em 36 e nos meus belos cotinhos...

segunda-feira, 14 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Bansky ou a história de uma "sopa instantânea"

Nem me arrisco a fazer um comentário inteligente. É de ver. Vale a pena. E de pensar. Mais uma vez, no que diz respeito aos "defeitos morais", mudam só as moscas...

sábado, 12 de março de 2011

Temos boas e más notícias

Photo @ Flickr by nickie&me

 A boa notícia: basta conseguir escrever 4/5 páginas por dia até um mês antes do prazo final para no final ter cerca de 500 páginas (parece-me ser a média para este tipo de trabalho);

A má notícia: não basta acertar nas teclas das letras do teclado ao acaso, ou copiar os Lusíadas... tem mesmo que fazer algum sentido... e já agora ser um tudo nada interessante...

Photo @ Flickr by mtrank

"Vão sem mim, que eu vou lá ter"

 Photo @ Flickr by Barry McGrath

1º: O título da manifestação faz-me urticária. Manifestação da "Geração à Rasca". Parece-me vago e inapropriado. Vago, porque dá-me a sensação que, em jeito de recruta militar, o apelo seria alguma coisa deste género: "jovem, se tens entre 20 e 35 anos, não tens dinheiro para um iphone e gostavas de ter a vida dos teus pais, junta-te a nós para... para... para fazer barulho". Eu, que adorava ter um iphone, e mais ainda uma ideia de como vai ser a minha vida para o ano, preciso de uma agenda mais concreta, para ponderar queimar um dia de trabalho (sim é fim de semana, mas ainda assim há que trabalhar) e me abalar de casa até à capital. Quanto ao inapropriado, já lá chego.

2º: A gasolina está cara para carago e se ando a fazer malabarismos entre 2 e 3 trabalhos para ter as minhas coisinhas, não é de certeza para gastar €40 em gasoil e mais €15 em portagens só para ir ver as modas e aturar putos bêbados e ganzados.

3º: A "minha" geração está longe de ser "rasca" ou "à rasca". A minha geração é feita de gente que trabalha e que luta, mesmo quando as batalhas parecem perdidas à partida. A minha geração é feita de gente que estudou e investiu na formação e que faz do nosso País um dos melhores em ciência e tecnologia, engenharia, arte... A minha geração não tem medo de medir a sua qualidade com a bitola de outros países. Essa é a minha geração. Na outra, não me revejo. Essa geração não é deste tempo. É de todos os tempos.

Acho que a "minha" geração se devia unir para estabelecer limites mínimos de trabalho. De nada adianta eu dizer que não trabalho por menos de X euros à hora, se há uma fila de gente que não se importa de o fazer. De nada adianta eu dizer que não aceito um trabalho que não se enquadra no âmbito dos recibos verdes, quando mesmo ao lado há 5 mãos já com as folhinhas devidamente preenchidas. De nada adianta andar a fazer doutoramentos e pós-doutoramentos com o reconhecimento do mérito do investigador por parte do Estado, quando é o Estado que não reconhece que o investimento, o esforço e recursos dispendidos merecem ser recompensados como qualquer outro trabalho: com direito a segurança social, contribuições sociais e tudo mais que é de direito e dever. De nada adianta andar a trabalhar, se depois a entidade não paga e o único mexilhão que f#%" é o desgraçado que alombou e não recebeu, e ainda tem que levar com o sistema de justiça a dizer: "temos pena, mas não há nada a fazer*". Com objectivos desta natureza, sou menina para fazer algum barulho...

E é isto.

* já engoli o sapo de não nunca mais ver o dinheiro de 2 anos de trabalho num instituição do Ensino Superior, mas o desgraçado ainda não desceu.

sexta-feira, 11 de março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

Bogas...

...desde 2007 a largar pêlo!!



Faz hoje 4 aninhos!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Da (baixa) auto-estima

Faço parte de uma linhagem relativamente longa de mulheres, com alguns problemas de auto-estima. Contudo, são mulheres que estoicamente compensam estas questões de menosprezo, com brio, trabalho, força e uma inteligência fora de série. Sendo eu, fruto do refugo dos gâmetas dos meus pais - última tentativa (e tardia) de ter um Miguel; nascida do ovário esquerdo da minha progenitora, já o que o direito já tinha sido removido por ter ultrapassado o prazo a quando da minha concepção - fiquei neste, como em outros aspectos (proporção tronco-membros bizarra, cabelo fraco, barriga flácida e inamovível e dentes tortos), com o pior da lotaria genética resultante do cruzamento dos meus ascendentes. Que é como quem diz, a tal baixa auto-estima herditária e a ausência de mecanismos compensatórios.


Este é sem dúvida, um problema merdoso para a maior parte das situações que se me apresentam na vida, já que voluntariamente assumo a minha incapacidade para o que quer que seja e a evidente maior capacidade de todas as outras formas de vida (quase) humana, seja lá para o que for, o que leva a que as minhas opiniões sejam apenas esporadicamente consideradas. Mas sendo uma optimista imperturbável, há uma situação em que as baixas espectativas sobre as minhas capacidades são uma mais valia: sempre que o meu trabalho (para a tese) é criticado, sou a primeira a concordar com alguma satisfação...  é o único momento em que acho que tenho mais razão que qualquer outra pessoa...

terça-feira, 8 de março de 2011

Life's too short for the wrong job...

...e eu acrescento "e para tudo o resto que possa parecer errado: relações, companhias, ocupações..."

daqui

segunda-feira, 7 de março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

Quem chega hoje? Quem é? Quem é?...

É o "Mica" (Mix)! O companheiro (fora de casa) e arqui-rival (dentro de casa) do Bogas!





Todas as fotos são da mana

Visto assim parece um anjinho... e até é! Mas também é um espírito livre e à conta disso, já sobreviveu a:
- voos de um segundo andar, calculando o amparo dado pelas cordas da roupa das vizinhas de baixo (fazendo-me passar por uma snob condescendente, quando a vizinha ucraniana me disse: "o seu cão ontem, estava nas minhas cordas da roupa". Eu gesticulando muito e falando mais alto do que é normal - a senhora é estrangeira, logo ouve mal - lá a fiz ver, que o português dela ainda não era famoso e que não se estava a explicar lá muito bem. Ela, com muita calma, responde um português irrepreensível, que "disse exatamente o que queria dizer e que tinha acontecido"... enquanto isso o Mix na ponta da trela, ia arfando como se a coisa fosse perfeitamente normal);
- atropelamentos em série (entre os 2 e os três anos... altura em que andava fascinado por rodas de carro... e as rodas por ele);
- vários chumbos de caça (ele tem uma panca por galinhas e o dono das galinhas, tem uma panca pior, porque acha razoável atirar em vez de aceitar as nossas compensações);
- vários confrontos com cães 3 vezes o tamanho dele... (tem um mau feitio desgraçado com cães grandes e pessoas pequenas e no caso de confronto, não se fica!)
- envenenamentos (os pinhais e as suas surpresas....);
- ...

Em nossa defesa, para além das doses descomunais de mimo, temos a anatomia do animal e a intolerância a espaços fechados. O Mix tem o pescoço mais largo que o crânio, por isso consegue livrar-se muito facilmente de coleiras e trelas. Não se dá bem com espaços fechados e descobre sempre um ponto de fuga, por mais improvável que possa parecer! Apesar de ser um cão rijo... desconfio que não vai sobreviver aos intentos da mãe Fatinha de lhe pôr umas sais de roda no carnaval...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Queria agradecer...

...aos senhores da SPAL, por terem uma loja de fábrica com tanta variedade e com preços tão simpáticos! É que confesso, que os senhores do IKEA começam a chatear-me... E além do mais, sabe muito bem ter qualidade e bom design nacional, à mesa!



Desconfio que não tarda nada, este blogue se vai transformar num "cooking blogue"... se é que isso existe!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Se isto não acaba antes do tempo, estou feita! Só me tiram de casa com um guindaste!

Nada como ter 7 meses, 3 semanas e 3 dias para terminar uma tese de doutoramento, para descobrir a Filipa Vá Com Deus que há em mim... já disse e repito, não gosto das Nigelas e Miss Dahl destas vidas!

Há dois dias "apetecia-me" mesmo Quiche de Legumes. Podia comprar a massa quebrada, mas depois não teria passado ainda uma horita à procura da melhor receita... já que para além da massa, o resto não apresenta grande desafio. Prova superada, modéstia à parte, estava bem boa.


Ontem, já a tarde ia longa e a minha cabeça não encontrava mais sinónimos de "variáveis", "categorias", "análise" e "estudo", quando me pareceu ouvir o mancebo cá de casa dizer queria um bolinho... ele garante que não abriu a boca, mas eu ia jurar que sim! Uma hora depois, e devidamente lambidas taças, varas e colheres e o bolo estava a ir ao forno.


Hoje, na preparação para o almoço, vi que havia peitos de frango descongelados. Em qualquer outra fase da minha vida, teria posto os desgraçados numa grelha, feito um tachinho de arroz e se estivesse inspirada, uma salada e já estava pronto um almoço supimpa! Mas ante a perspectiva de iniciar novo sub-capítulo, ou pensar numa inovação culinária, a segunda hipótese pareceu-me a melhor. Vai daí, resolvi fazer uma pizza à séria, com o tudo quanto era fresco e saudável que havia no frigorífico juntando-lhe os remanescentes do frango. Mais uma vez, bastava ter dado 20 passos para além da porta de casa, para comprar massa de pizza, mas não. Lá vou eu fazer pesquisa e arriscar-me por receitas nunca d'antes navegadas. O resultado agradou à vista e ao estômago!

A tese é que continua esfomeada... quase a desfalecer, de tão pouco alimento que recebe da minha parte...