sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

Ser mãe de uma menina é...







... ver as bugigangas que antes usávamos para nos embonecarmos virarem brinquedos da piolha...

quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

Um post que fala de retretes... alguém o tinha que escrever!


Comprei um macacão mesmo giro e mesmo fixe (se não tivesse com ar de quem foi desenterrada até me fotografava vestida com o novo modelito)! É claro que cinco minutos depois de o comprar já estava a pavonear-me com ele. Tudo corria muito bem, eu estava superconfiante a sentir-me a última bolacha no pacote! Aí a meio da manhã, como de costume, adiei o xixizinho que tinha que fazer para dar conta de pendências até já não aguentar mais e fui rapidinho para a "casinha"... Enquanto encaro a retrete procuro o fecho e o botão que normalmente tenho nas calças mas, como é óbvio, não o encontrei e foi aí que se fez o click: "oh caraças! Não aguento nem mais três segundos e tenho de desabotoar vinte botões que tenho... nas costas!" Sessão de contorcionismo com os braços para chegar aos botões e com as pernas para não se escapar nada de dentro de mim... Depois nova sessão para voltar a fechar tudo de novo! Posto isto, acho que só o volto a vestir depois de arranjar uma algália que faça pendant com o raio do bicho!

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

"Filha, o halloween é caca... não presta!"


Vai ser nestes termos que vou ensinar a mai nova a não ligar ao halloween! A minha embirração com esta importação ranhosa é visceral por vários motivos:
- tenho excelentes recordações que reunir com gang (entenda-se por gang quatro ou cinco raparigas e muito menos rapazes entre os 6 e os 12 anos) do bairro para arranjar velas e caixas de sapatos para fazermos lanternas;
- sentia-me uma verdadeira rufia a rasgar e guardar bocadinhos pequeninos de jornais que serviam de castigo para quem não alinhava na tradição;
- não dizia nada aos meus parceiros mas ficava borradinha de medo de andar à noite na rua a dizer as ladainhas... acho que eram as sombras trémulas das velas que me assustavam... sempre fui uma grande caguinchas...;
- a adrenalina de andar a bater às portas dos vizinhos durante a noite punha-me o coração a mil... coisa só comparável às trocas de olhares com o Filipe do 6.ºA;
- não há nada mais badass do que deixar minúsculos quadradinhos de papel de jornal à porta de quem não nos dava nada... difícil era sair a correr dali para fora depois da infracção enquanto se cantava "esta casa cheira a alho aqui mora algum espantalho";
- ir para as escadas do prédio dividir o espólio era qualquer coisa muito séria e que fazia compensar as árduas horas de "trabalho";

Posto isto, passo à argumentação final que prima pela eloquência e maturidade. Fait attention:
- o halloween é cocó;
- os Bolinhos e Bolinhós (ou Pão por Deus) é que são fixes;

segunda-feira, 27 de Outubro de 2014

Estou toda entrevadinha...








São várias as razões que dão origem ao título deste post mas hoje a razão da minha constatação está intimamente relacionada com as dores que me dão um andar semelhante ao dos jogadores da bola... aquela coisa meio coxa meio cowboy. Ontem foi dia de corrida. Nada de muito extraordinário! Já lá vão umas quantas que não mereceram destaque aqui na chafarica. Então porquê da nota que agora se escreve? Passo a explicar: há cerca de 11 meses, passados 4 ou 5 de ter parido, resolvi que era momento para começar a fazer alguma coisa pela minha saúde. As alternativas eram poucas: não há dinheiro nem gosto para me manter fiel a um ginásio e na capital para se frequentar uma piscina é preciso uma autorização especial do Papa Francisco (volta Coimbra, estás perdoada!) vai daí, resta pouco... Vai de comprar uma sapatilhas e seguir caminho. A primeira experiência, na prova satélite da mãe de todas as meias maratonas, foi engraçada. Corri (mais ou menos... porque andei muito) sete quilómetros em 1h20 e achei que tinha feito um bom tempo... até porque, atrás de mim vinham todos os alunos da universidade sénior, e eles ainda são bastantes, o que me dava a ilusão de que estava longe de ser a última. Nessa altura, invadida por uma onda new wave de cariz espiritual resolvi que na prova seguinte iria correr a meia maratona! Como se essa promessa, feita a alto e bom tom perante muitas testemunhas não fosse pressão suficiente, resolvi que seria um exemplo que tinha mesmo de dar à minha filha... Aquela treta pós moderna de que as mulheres podem ser mães, profissionais, jeitosas e o raio que o parta! Fosse como fosse, estava dito, estava dito! Como correr 21k é coisa para ser difícil arranjei um plano de treinos que fui cumprido razoavelmente bem até há coisa de um mês... Depois das aulas começarem começaram também as desculpas: tenho aulas às oito da manhã não dá para ir correr logo cedo, à noite também não porque também tenho aulas, à hora de almoço está muito calor ou então está a chover, ao fim de semana tenho de tratar da casa, da roupa, das refeições e preparar o trabalho da semana seguinte... Vai daí a preparação foi para o espaço! Até ontem... em que ao calor e depois de ter parado as corridas por quase um mês (mas só as corridas os treininhos de força continuaram) resolvi que era boa ideia fazer pernas ao caminho. Não sei se é das dores intensas ou não mas tive duas epifanias: vou precisar de uma maca para ir trabalhar e, caso no dia 9 consiga correr os 21k, é caso de ir a correr para a Cova da Iria porque muito seguramente a Nossa Senhora irá dar um ar de sua graça!

sábado, 25 de Outubro de 2014

Closed captions



Contra todas as probabilidades, amancebei-me com um artista. E digo contra todas as probabilidades porque sou a gaja mais pragmática do mundo! Não tenho uma pinga de sangue artístico - aquele que nos faz ver coelhinhos e castelos nas núvens - a correr-me nas veias e tenho uma especial embirração pelos "artolas" (aqueles artistas muito alternativos e cheios de mania). Mas lá está, calhou-me um tipo cheio de jeito para as artes na rifa! Ora, o meu moço tem um talento especialmente apurado para juntar som e imagem e, tenho cá para mim, que a cena dele é fazer videoclips. O vídeo que aqui deixo foi feito para um amigo que é compositor aproveitando as imagens de Belfast mas, para além disto, há muito mais como se pode ver aqui e aqui e aqui... Mas o que eu gostava mesmo era de o ver fazer mais videoclips por isso, aqui fica a dica: caso conheçam músicos que queiram fazer um vídeo, digam coisas!

sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Skin care / Skin chaos


E chegou, mais uma vez, aquela altura em que a minha pele se revolta contra mim! Nada a fazer! Um bocadinho mais de trabalho, um bocadinho mais de stress e lá começo eu a ficar às pintas vermelhas, a escamar, a ficar cheia de coceiras... toda eu pareço um cenário de crime! Ainda houve um tempo em que nestes momentos ia atrás de todos os creminhos que prometiam mundos e fundos em troca da venda de um rim... E o resultado? A coisa piorava ainda mais porque juntava ao stress do trabalho e ao stress de me estar a decompor em vida o stress de ter empenhado a carteira (e a consequente paz de espírito) e nada de ver resultados! Hoje em dia já percebi que quanto menos fizer melhor! Beber águiinha, comer bem (e não me alambazar em chocolates e torradas a transbordar de manteiga que é só o que me apetece nesta altura...), arranjar forma de relaxar (mas que não envolva massagens se não irrito-me) e procurar produtos que não tenham mil e um químicos! Há relativamente pouco tempo (em Junho) investi nos produtos da Caudalie - não me pagam para fazer publicidade à marca o que é uma pena - e até correu bem... Não creio que a linha de produtos que escolhi fosse a indicada para mim - desconfio que não há uma linha de produtos desta, ou de qualquer outra marca, que me seja indicada! - mas ainda assim, como não fiz nenhuma reacção macaca, posso dizer que já foi bom. Agora, perante a revolta da epiderme que estou a viver, devo ter de voltar à minha boa e velhinha (mas enxuta) Body Shop. A verdade é que sempre que o caos se instala, e depois de correr as perfumarias e as farmácias, é na Body Shop que consigo encontrar produtos que acalmam a guerra armada que em mim se instala! Vamos lá ver se me safo desta vez... Enquanto vou e não vou, alguém tem sugestões para controlar peles temperamentais?...

quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Bem bom, hey!



As pessoas não percebem porque é que eu fico furiosa quando sou acordada durante a noite ou madrugada... a questão é que depois de acordar não consigo voltar a dormir... sejam 3 da manhã ou 9 da manhã! Por exemplo, ontem tive de acordar às 1h30 da madrugada. Pela frente tinha uma viagem de autocarro de duas horas e uma de avião de três. Quem durmiu? Assim de repente: a senhora brasileira que estava a ocupar metade do meu lugar e o tipo bem apessoado mas roncador, que ia encostado à janela e que por sinal diz ser pai da minha filha. Eu? Nem por isso!

segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Belfast em 24 a 48 horas

Ninguém vai a Belfast de férias ou fazer turismo mas, na improbabilidade de haver por aí quem já tenha comprado o bilhete e esteja a tentar perceber o que vai fazer na terra dos Irlandeses com muito pouco dinheiro, aqui ficam umas dicas.

Como chegar:
Convém não esquecer que Belfast fica na Irlanda do Norte, que faz parte da Irlanda-ilha mas não na Irlanda-país... Isto é especialmente importante para quem for por Dublin (que deve ser toda a gente que não queira passar 26h em aviões e escalas) onde tem de usar euros, mas duas horas depois (se for de autocarro para Belfast... que é fácil já que o airchoach que faz essa ligação fica mesmo à porta do aeroporto) já terá de usar libras.

Como conhecer:
Agora a cidade... É bonitinha, vá! É pequenina (talvez mais pequena que Coimbra) e plana o que a torna ideal para se ficar a conhecer os locais de interesse sem ter de andar a apanhar autocarros, comboios e metros. Nós andámos sempre a pé e creio que não ficou nada por ver.


O que ver:
Se tivéssemos tido um bocadinho mais de tempo para preparar a viagem tínhamos percebido que podíamos ter feito um Game of Thrones tour (sim, somos desses maluquinhos) e tínhamos visto Winterfell... mas só demos conta quando já cá estávamos e precisávamos de um dia inteiro... De resto, o que há para ver cabe em 24 a 48 horas na boiinha! 
O ex-libris seria o Titanic não tivesse o desgraçado afundado! À falta do próprio há o Museu/Centro interpretativo, ou qualquer coisa do género, todo modernista que fica na doca ainda um bocado longe do centro da cidade. Como somos pelintras não pagamos as 15 libras para entrar (aliás, não pagámos para coisa nenhuma) ficámos no cafézinho e vimos a doca seca onde está a carcaça de um contemporâneo do Titanic (SS Nomadic) e outras coisas naúticas.
O campus da Queen's University, onde também está o Jardim Botânico, é engraçado, assim como a Câmara Municipal.
Depois há os passeios: pela "baixa" (Victoria's Square) onde há mil centros comerciais e uns recantos engraçados com pubs e rua mais animadas e pela margem do rio Lagan.
Para além disto há ainda o George's Market que dá passear e fazer umas comprinhas e também comer...










Onde comer:
Na onda dos "novos" mercados, também no George's Market dá para comprar souvenires, coisas em segunda mão e comer de tudo um pouco. É um sítio porreiro.
A minha opinião é que o pessoal aqui das ilhas é meio pindérico no que toca à decoração e, aquilo que parecem restaurantes todos pipis, são só sítios normais para comer mais ou menos bem... Porque vi muitos episódios do Ramsay's kitchen nightmares acabo por preferir ir a uma Subway ou então espreitar (entrar e sair) de lugares que me parecem jeitosos. Em Belfast fomos a um restaurante italiano assim-assim (não me lembro do nome) e a um Café/Bistro que sim senhor, vale muita pena! Por pouco dinheiro (mais ou menos dez libras por pessoa) tem-se uma refeição quente e boa. Uns amigos, que estão há quase um ano em Belfast, também ficaram agradavelmente surpreendidos com o lugar. É o French Village que ficava na rua do nosso Hotel.







Onde ficar:
O nosso hotel (Ibis... não dava para mais) ficava a dois passos da Universidade (porque me dava muito jeito) e parece-me que é o local ideal para ficar. O centro é bastante movimentado e confuso e ali estávamos 10 minutos a pé das principais atrações, com supermercados, cafés, farmácias e estações de comboio e autocarro à mão de semear. Esta zona está aliás muito bem servida de hotéis e hostéis, por exemplo, o Vagabond hostel ou o Global Village para a malta jovem. Nós, que já somos pessoas idosas, precisávamos de um lugar mais calminho...



Cenas que não estava à espera:
O pessoal é muito beato! Entre gente a pregar para nos protegermos do dilúvio (sim, especificamente do dilúvio), aos que só queriam a salvação da nossa alma, aos hare krishna é impossível dar dois passos (literalmente) sem passar à frente de um qualquer templo, igreja ou cena espiritual com muitas cruzes e com ou sem santos! 
Ainda na linha do sagrado, no domingo de manhã está tudo fechado e o pessoal está todo nas missinhas respectivas enquanto as ruas estão cheias de polícias armados até aos dentes muito possivelmente, mas isto sou eu a especular, para prevenir que se pegue tudo ao estalo depois de confessados e apagados os pecados semanais.
Por falar em fechar, depois das sete da tarde é boato... não se vai a lado nenhum porque está tudo em casa com os pés para cima.



E é isto... pelo menos na versão rapidinha da coisa!
(mais imagens jeitosinhas, no instagram)

sábado, 18 de Outubro de 2014

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Acho que tenho um problema...



Tenho uma panca por caderninhos. Sempre tive! Mas acho que agora estou a atingir todo um novo limite de loucura... Neste momento ando com três cadernos na carteira! TRÊS!!! Porquê?! Porque sou tola, obviamente, mas porque cada um tem uma função. Comecei com o azul para ter onde anotar as listas de afazeres diários (a maternidade deixou-me o cérebro em papas e a quantidade de coisas a fazer multiplicou-se por um milhão!). Mas depois, misturavam-se as coisas da vida doméstica com as do trabalho e isso está errado como toda a gente sabe e vai de arranjar o segundo caderno... Mas depois há o trabalho A e o trabalho B e não se podem misturar porque... coise... não podem... Vai daí tem que se arranjar outro caderninho e chegamos a este grau de loucura: para além do computador, do estojo (ui o(s) estojo(s)... esse é todo um outro mundo de insanidade mas fica para a próxima), as cenas da miúda ando com três cadernos na carteira. Vai-se a ver é por andar com perto de 20 quilos na carteira que volta e meia não me mexo! Há comprimidos para isto ou desisto já de ser uma pessoa normal?

quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Se a minha vida neste momento fosse uma passagem de um filme:

C'est l'histoire d'un homme qui tombe d'un immeuble de 50 étages. Le mec, au fur et à mesure de sa chute, il se répète sans cesse pour se rassurer: "Jusqu'ici tout va bien... Jusqu'ici tout va bien... Jusqu'ici tout va bien." Mais l'important, c'est pas la chute. C'est l'atterrissage.

La Haine

Queria ser "gorda" como a Jéssica!

...é que se fosse "gorda" como a Jéssica não andava feita parva a apagar fotografias do verão em que aparece a minha barriga cheia de coisas a mais! E muito possivelmente estava a correr (como corro) e a fazer os exercícios do demónio australiano (como faço) mais pelos motivos certos (que também me motivam) do que pelos motivos errados (querer parecer tão "gorda" como as Jéssicas deste mundo). A verdade é que não teria coragem de desfilar de biquini... Acho mesmo que é preciso "tê-los" no sítio para o fazer! E não seria capaz porque cheguei ao absurdo de achar que só se me aproveita o que está entre os ombros e o queixo e dos joelhos para baixo e, assim sendo, fica complicado ter onde pendurar o fato de banho! Acho... achei... que todos os meus entretantos deveriam ser escondidos a bem da paz emocional do resto da humanidade! Penso que se a minha filha me dissesse algo do género que ficava com o coração partido por muitos motivos: porque era sinal que achava que o valor que se tem está dependente da beleza, porque estaria muito mais vulnerável às críticas das outras pessoas, porque não teria confiança em si, nas suas capacidades... E isso é meio caminho andado para se ser apenas uma sombra daquilo que se pode ser... É meio caminho andado para se ser o tipo de pessoa que se senta escudada por um computador apontando nos outros os defeitos que se julga ter, para se ficar feliz com o mal-estar que se pode provocar... Se esta história toda não serviu para os/as pobres de espírito perceberem o estúpido que é perder tempo a olhar (à lupa) para a barriga de uma miúda gira e insistirem no erro de perder tempo a mandar bitaites cuja a única contribuição para o mundo é aumentar a poluição visual e a emissão CO2, serviu para eu percerber o tipo de mãe quero ser para a minha filha e o tipo de mulher que quero que eu e ela sejamos e que será sempre muito mais do que um par de pernas, mamas, barriga ou carinha laroca!... O que não quer dizer que vá andar à caça de uma passadeira para desfilar as minhas carnes... Não é preciso chegar a tanto!

Em compensação...






Toda esta colecção - Christophe Sauvat - podia vir morar para o meu armário! É que nem abria os olhos para escolher o modelito do dia! Era esticar o braço e estava safa! Adorei!

terça-feira, 14 de Outubro de 2014

Devo ter morrido e ninguém me avisou...




Hoje era dia de dar sangue... e digo que era porque não foi! Quer dizer, foi, mas foi só um bocadinho! Depois de ter decidido que a cabeça da abrótea não ficava bem com o modelito escolhido, lá fui eu para o meu local de trabalho confiante que este ano, ao fim de dois de não ter podido dar (porque estava grávida e depois porque estava a amamentar), que era desta que a a minha contribuição ia contar. Perguntas do costume, fura o dedinho, bebe suminho e vai para a marquesa. Reacção do costume: "ah... que veias tão fininhas... vamos lá ver se isto dá!" Lá explico que normalmente têm que me pôr a fazer o pino para conseguir debitar alguma coisa de jeito e normalmente levo o triplo do tempo que uma pessoa normal levaria a encher o saco com sangue. Desta vez nem isso! Fura, roda, puxa, volta a rodar e o raio da veia nada! Só deu para encher os tubinhos das análises... A enfermeira cheia de preocupações e de pedidos de desculpa (mas sem necessidade porque não me estava a custar nada) ainda ia tentar o outro braço quando me tocou nas mãos que estavam, como normalmente estão, geladas!! Perante isto disse que não valia a pena estar a furar o outro braço porque o resultado devia ser o mesmo... Eu sei que não reuno as condições "técnicas" ideais para dar sangue: tensão muito baixa, veias fininas, má circulação mal o tempo arrefece um bocadinho, débito muito lento... mas mesmo assim dá-me gozo! Além do mais, sou a única na minha família mais próxima que pode dar (os meus pais já não têm idade e a minha irmã não tem peso) além do mais, é um tipo de sangue simpático que dá jeito a muita gente!! Estou chateada...