terça-feira, 30 de junho de 2015

Sem saber para onde me virar e a precisar de férias...



Abençoada mana mais velha que me dá conta do quão senil estou a ficar! Afinal no dia 18 de Outubro tenho só um dos compromissos mais importantes do ano (se não mesmo, da minha vida...) vai daí correr uma Meia Maratona a 120km do lugar onde tenho de estar não deve dar... mantém-se o plano... se entretanto for a correr contra um autocarro é porque dei o tilt antes de conseguir ir de férias!

(Se entretanto alguém souber de uma Meia que aconteça em Outubro é favor informar a gerência. Grata!)

É isto que me espera



Depois de ter falhado a Meia Maratona do Douro Vinhateiro fui por aí abaixo e estive a marimbar-me para o exercício físico (estive dois meses a dar no duro para depois ficar doente a uma semana da prova) e tive que me forçar e muito para voltar a calçar as sapatilhas! Felizmente já tinha pago duas inscrições para corridas a acontecer em Junho e o meu homem pôs-me aos pontapés para fora de casa nos dias da prova (estou a usar a hipérbole como forma de adornar o texto... é claro que não me encostou um dedo, fez-me foi o favor de assegurar a logística caseira sozinho por duas noites). Graças a essas provas animei-me um bocadinho... um bocadinho tão grande que me inscrevi na Meia Maratona Rock'n'Roll Lisboa! Agora é fazer novo plano e voltar aos dias de malabarismo para dar conta do recado. Vamos lá ver se é desta. Para já, nas próximas semanas é isto que me espera! Vou ver se consigo ir intercalando os dias de corrida com os treinos de força porque sempre facilita coisa. É desta, é desta que viro atleta!! A vocês os três que por aqui passam dois pedidos e uma proposta. Os pedidos: primeiro, paciência porque vai haver muita foto de sapatilhas e percursos e (segundo) façam uma forcinha para ver se é desta que volto a repetir a proeza. A proposta: quem alinha comigo?!

(Não precisam responder já todos ao mesmo tempo!! Deixo o plano de treinos e quando quiserem acusem-se!)


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Benjamina button? Is that you?!





Já disse mil vezes que a minha pele é a coisa mais chata que o Criador fez. Chateia-se por tudo e por nada e tem pior feitio que eu. Encontrar alguma coisa que agrade a sua excelência é obra! Acabei a última leva de cremes (Avène) e fiz-me à farmácia sem grandes esperanças de sair de lá com uma solução que o fosse verdadeiramente. Lembrei-me do que a Raquel me tinha dito aqui há tempos e pus-me a olhar as ofertas da Uriage. Quando a menina (é como na província chamamos às funcionárias jovens dos estabelecimentos comerciais) me veio perguntar se precisava de ajuda eu disse que sim porque não sabia que creme comprar. Fez-me andar dois passos para o lado para a secção das rugas... Pensei em dar-lhe uma cabeçada mas estou numa fase zen... que quase foi para o espaço quando me perguntou se queria creme para as primeiras rugas ou para as "outras". Seja como for, saí de lá com a Água Termal Micelar (para peles com vermelhidão), com um creme hidratante Isoliss para as primeiras (primeiras... fait attention!) rugas e o contorno de olhos da mesma linha, uma máscara também para peles irritadiças (não encontrei o link) e uma cena para ver se deixo de ter o bigode feito de manchas que me ficou da gravidez, da Bioderma. Era o desespero! Quando arranjei três horas para pôr esta tralha toda na cara não queria acreditar! É pá a textura é óptima, cheiram bem e no fim fico com a pele de rabinho de bebé (sem eritema da fralda). Estou fã! Se isto fizer o que promete em breve vai parecer que tenho de novo 18 aninhos mas sem a parvoeira própria da idade.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

(Not so) Fast Food







A festa de fim de ano da Sardanisca foi ontem e era suposto os pais da "nossa sala" levarem um salgadinho (para além de fazerem a decoração, e arranjarem uma roupinha... os pais trabalham que se desunham nos primeiros anos de creche porque os pequenos ainda não sabem fazer nada). Como ainda tinha o cabaz da Quinta do Arneiro cheio de coisas frescas (e me ando a sentir um cachalote) optei por fazer quiche de legumes... a dobrar para já ficar para o nosso jantar. Ficou supimpa e o mérito é muito pouco meu e muito mais da matéria-prima! A única parte chata nesta receita é a de preparar os legumes (o que se faz em 10 minutos) porque o resto é fácil e rápido. Sendo eu uma rapariga preguiçosa gosto da ideia de cortar uma fatia e poder comê-la à mão sem problemas, ou fazer uma saladinha, acrescentar um arroz e fingir que é uma refeição "à séria". Agora vou ali convencer a miúda que a papa que a mamã fez é boa...

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Das injustiças desta vida é...




...que o álbum de roupa que temos no Pinterest não apareça por magia no nosso armário... Seria uma pessoa tão mais suportável de manhã... Resta-me ir tentando chegar lá com o que tenho e puxar muito pela imaginação...

(Suspiro de alívio! Ainda não foi desta que me deu para reflexões profundas sobre a condição humana... mas nunca se sabe!)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Foi horrível!!






Este domingo participei em mais uma prova. A primeira de muitas edições da Corrida da Nazaré. Foi tramadíssimo primeiro, porque apesar de já estar a fazer provas não estou a treinar, segundo porque estavam mil graus... minto, mil e um!! De reparar que sou pessoa para passar muito mal com o calor mesmo quando estou numa esplanada, à sombra, a emborcar uma mini ou qualquer outra coisa fresquinha, quanto mais a correr 10k!! Mas fi-los! E quando digo que foi horrível não estou a falar da organização (até agora a minha teoria continua inalterada: as provas nas terras mais pequenas e a cargo de associações locais são muito melhor organizadas), nem com a paisagem que é fantástica, nem com a companhia, nem com incentivo do público (que foi o melhor de todos), nem com apoio prestado durante a prova, nem com o percurso que se faz muito bem se não tiver passado o último mês a comer pão com manteiga... foi horrível porque há uma subida do inferno que se tem de fazer duas vezes e com trinta graus (vá... não eram mil) é coisa para ser mais difícil do que tirar um rim... sem anestesia... e pelo nariz! Mas fi-la! Estive oito quilómetros a dizer que não dava nem mais um passo, durante esses oito quilómetros passei duas vezes à porta de casa e das duas vezes pensei em tocar à campainha e ir alapar-me no sofá... mas não o fiz! E por isso estou orgulhosa, porque o tempo que fiz foi uma miséria.

terça-feira, 23 de junho de 2015

O jogo foi bom... mas vamos a prolongamento






Já andava há pelo menos um ano a tentar arranjar um pretexto/tempo/alinhamento dos astros para ir comer ao Matateu. O meu Homem foi lá logo no início e chegou a casa a dizer maravilhas. Eu fiquei roída de inveja porque era moça para viver feliz e contente a comer petiscos. Na sexta-feira passei o dia no Museu Nacional de Etnologia e depois de algum tempo a dar voltas à cabeça sobre onde ir comer lá me lembrei que a petisqueira era mesmo ali ao lado! Até foi fácil dar com o Estádio: bastou seguir o carreirinho das 60 000 pessoas que estavam a assistir ao congresso dos Testemunhas de Jeová. Apesar do tarde da hora (14h39) fomos atendidos e ainda nos serviram quase tudo o que havia no menu (éramos cinco e cada um pediu uma ou duas coisas). Estávamos todos um bocado desesperados por comida e por isso soube muito bem... mas podia ter sido um bocadinho melhor. Os peixinhos da horta estavam flat e o pica-pau de picanha também podia estar furinho acima, bem como a tarte de lima. Já as pipocas de frango, os ovos com farinheira as batatas fritas e a sangria estavam um mimo! O espaço é bem simpático e o atendimento também e hei-de voltar, a horas decentes e sem congressos para apreciar a oferta com mais calma e sem a hipoglicémia a fazer-me comer como se estivesse no Biafra em 1987.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

"Um dia de domingo"... tal e qual como a canção













As férias estão aí à porta e às vezes damos por nós sem saber para onde ir e o que fazer. Foi mais ou menos isso que aconteceu este domingo (tirando a parte das férias que ainda estão longe). Tempo farrusco e uma pequena com energia potencial suficiente para alimentar um pequeno gerador... Estamos na terra das sete saias, estamos safos! Não precisamos de fazer grande coisa para passarmos um bom bocado! Desfrutar do pôr e nascer do sol mais bonito do país, comer o melhor peixinho da costa (mas há que saber procurar), ouvir as mulheres da Praia a falar "estrangeiro", andar no paredão... mas como estava fresco resolvemos mexer o rabo e dar um passeio daqueles... fica a dica para quem possa passar pela praia mais bonita do Oeste (e que afinal tem o Mar que ajuda a promover Lisboa). A minha sugestão começa com uma ida de ascensor até ao Sítio e fazer pernas ao caminho até ao Forte de São Miguel Arcanjo. Por si só vale a viagem mas, uma paragem na "capelinha" da Memória, no Santuário e no Museu Dr. Joaquim Manso completam o ramalhete. No "Farol" (onde se entra por um euro) tem-se das melhores vistas da região. A Sul a Nazaré, a silhueta do Sítio, a Pederneira, os Salgados e, dependendo do dia, São Marinho do Porto (aka o Bidé das Marquesas). A Norte a, agora famosa Praia do Norte (com e sem "a" onda) e o forno da Orca, o Pinhal do Rei. No topo do Farol, a Pedra do Guilhim. Lá dentro a explicação de como se formam as massas de água que por ali rebentam e uma lição sobre o nosso real tamanho quando confrontados com o imenso poder do Mar. Depois é descer até à vila e olhar para cima... 
Um dia tenho que deixar o roteiro das esquininhas... e dos restaurantes que valem a pena... e dos personagens... e dos campeonatos de tudo e mais alguma coisa... e das figuras ilustres...
Não sei se é preciso dizer que tenho uma dúzia de costelas de uma terra que é do caraças!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Já só falta outro tanto!



Demorou mas foi! Já tínhamos decidido que íamos remediar as bolas de massa na parece da sala com molduras e fotografias. Andámos a adiar a coisa porque, parecendo que não, dá algum trabalho deixar a parede com bom aspecto. É preciso tirar as medidas dos quadros, ver onde está o pingarelho onde se vão pôr os pregos, arranjar pregos de jeito... Mas pronto. Lá arranjámos um sistema e, apesar de não ter corrido como queríamos, não ficou mal de todo. Para quem possa estar a pensar fazer o mesmo, connosco o que resultou foi (se isto fosse um blogue à séria, tinha fotografias dos vários momentos... mas não tenho...):
- delimitar a área onde queríamos os quadros anotando as medidas;
- fazer a composição com as molduras no chão (tendo em conta as medidas);
- marcar os contornos das molduras na parede com fita de pintor (para se ter uma noção da mancha e da ocupação do espaço);
- tirar as medidas à localização do pingarelho onde o prego vai assentar e marcar na parede;
- arranjar pregos jeitosos nós usamos uns que encontrámos no Aki que têm uma estrutura de plástico que se encosta à parede e depois é só martelar no prego e não se estraga tanto a parede.
Deixo a dica porque até termos chegado a este modelo transformámos a nossa parede num passador... espero que o nosso senhorio não leia isto...
Agora falta imprimir as fotografias!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Uma espécie de receita


(Sim. É a minha casa desarrumada, a miúda com uma birra e eu de pijama... mas se não fosse naquele momento nunca mais conseguia convencer o homem a fazer o filme.)

Não sou pessoa de ter muitos amigos... nem sequer sou pessoa de ter muitos conhecidos mas tenho a sorte de conservar uma meia dúzia que, apesar da distância e apesar da minha falta de talento para alimentar as relações, tal como devia e como as pessoas mereciam, resistem estoicamente na minha vida. Na minha equipa de Pólo Aquático estive rodeada de colegas mais velhas que me serviram de exemplo (naquela fase crítica da adolescência) e duas amigas da minha idade com quem partilhei muito mais do que dores musculares, olhos negros, paixonetas, estratégias e ódios de estimação nas equipas contrárias. Quando uma delas me pediu a receita do bolo de iogurte (sim, aquela do copinho que não tem nada que se lhe diga) a minha vontade foi fazer um e levá-lo a casa dela... mas não dava. Duzentos quilómetros são muitos quilómetros. Podia enviar-lhe a receita por e-mail e ficava o assunto arrumado mas queria mesmo deixar aqui este miminho... a minha forma, meio palerma, de lhe dizer que tenho saudades (que são sempre em modo de trio... de nós as três). O resto da malta que me perdoe a lamechice mas, para compensar, fica a dica: é o melhor bolo para se fazer com a miúdagem!

Bolo
4 ovos
1 iogurte de aromas (à escolha... o iogurte e o aroma)
2 copos (do iogurte usado) de farinha
1 1/2 a 2 copos de açúcar (dependendo do gosto)
2/3 do copo de óleo

Cobertura
2/3 embalagem queijo creme
Sumo de meio limão
3 colheres de sopa de icing sugar

Preparação
Pré-aquecer o forno a 180º. Bater os ovos um minutinho ou um pouco mais para tornar a mistura mais fofa. Juntar o óleo, o açúcar e o iogurte. Levar ao forno 30-40 minutos (mas nada como fazer o teste do palito).

Para a cobertura: juntar ao sumo do limão o queijo e o icing sugar e bater até obter uma mistura espessa. Para o bolo que fiz para a creche usei iogurte, natas (um iogurte grego deve fazer o mesmo efeito) e icing sugar (porque a cobertura com o sumo de limão era capaz de ser forte para os miudos) e não ficou mal de todo.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Tenho uma teoria...



Escrever posts no telefone é igual ao drunk dial... É daquelas coisas que fazem todo sentido quando estamos desvairados com uma merda qualquer que nos anda a comer a cabeça... Aqui há uns dias, quando andava na saga dos médicos e do arranja-não-arranja atestado para a creche, estava a sentir muitos sentimentos e saiu-me a pérola que segue abaixo que, segundo me lembro, era para ser um post sobre corridas...

"E eis que chegámos a meio do ano e parte das resoluções, e mantras, e cenas new wave, e o caneco estão a meio caminho entre mim e o raio que o parta! Eu fui tentando mas aparentemente há coisas que não controlamos incluindo, dependo dos dias, a força de vontade! Desde o início de Maio foram umas a seguir às outras: a miúda doente, eu doente, cenas no trabalho, cenas nos carros, cenas na casa... E até sou pateta o suficiente para ver só o lado positivo destas merdinhas mas há alturas em que dá vontade de desencantar a alma que está com uma boneca de voodoo a fazer-nos a vida negra e espetá-la pelo sim senhor acima! Depois passa a raivinha dos dentes e tenta-se seguir caminho... Desta vez levou mais tempo e a motivação para correr atrás do prejuízo é nenhuma! Mas vamos com calma. Para já é conseguir fazer as corridas que já estão marcadas e não perder a esperança de ainda fazer este ano 2 meias maratonas, uma corrida por mês, um museu por mês e outras coisinhas que estão há espera de acontecer... Sou ou não sou uma optimista!"

Pois...

Conclusão: não ligar para a pessoa de afecto ou para o ex com os copos e não escrever posts no telemóvel em momentos sensíveis...

segunda-feira, 15 de junho de 2015

As tais "novidades"



Aqui há atrasado tinha dito que voltava com novidades e até à data nem vê-las. Nada de inquietações! Passarei a explicar de seguida mas antes há a necessidade de uma nota prévia. Na minha vida uma novidade é a chegada dos cupões de desconto do continente, o lançamento da sexta temporada do Downton Abbey, um qualquer leilão da Deco ou a chegada de novos padrões de washi tape à Fnac. Portanto, não me vou casar, não se perspectivam mais herdeiros, não vai haver um give away nem nada que se pareça. Acontece que o tasco faz este mês sete anos e por isso merece uma reforma. Vamos lá ver o que é que sai daqui visto que sou eu que estou a pôr as mãos à obra para mudar este ar deslavado que já não se aguenta! Acontece também que há quem ache que não é justo chatear apenas as três pessoas que por aqui vão passando e que devia atormentar um pouco mais de gente com a minha parvoíce. Por isso, a partir do início de Julho vou ter uma participação numa revista on-line que tem tudo para ser uma coisa espetacular (excepto o espaço que vou ocupar) mas isso ficará mais claro lá mais para a frente...
Era isto... Para quem possa ter ficado desanimado com a coisa recomendo o Sapo Astral onde a Sô Dona Maria Helena não só nos informa do que vai acontecer como nos deixa uma palavra de conforto e motivação.

domingo, 14 de junho de 2015

Estivemos a dar um tempo... agora estamos a ver se reatamos...




Não mexia o cú desde o início de Maio... e peço desculpa a quem se possa ter ofendido com a palavra "mexido"! Ter ficado doente a dias da prova para que me andava a preparar há meses não só arruinou a forma física (ia dizer boa forma física mas isso já era um exagero) como me desmotivou para além do ponto de retorno. Deixei Maio passar e pensei "em Junho é que é!". Pois... no dia 31 de Maio estava no hospital com a miúda e no dia 1 a freguesa daquele antro de doenças era eu. Deixei-me andar ao ponto de não saber onde tinha guardado as sapatilhas e de ter todo o meu perímetro abdominal a abanar tipo Gelly-já. Por mim já tinha entregue a alma ao Criador e o rabo ao sofá até que recebi o lembrete de que era suposto participar na Marginal à Noite. Deixei a coisa marinar no meu espírito até ao dia da prova. Ontem, depois de arrumar a casa, lá fui ver se tinha o equipamento em ordem sempre a dizer, dentro da minha cabeça, "só vou se não me faltar peça nenhuma". Não faltava... Mas o tempo estava com mau ar e até tinha chovido... Mudei logo o discurso: "só vou se tiver o equipamento em ordem e se não estiver a chover"! Não estava a chover à hora da prova que, ainda por cima, passa a metros da porta de minha casa. Tive mesmo que me fazer ao caminho. Já na linha de partida a pergunta do costume: "Mas que raio é que eu estou a fazer aqui... eu nem gosto de correr!", aliás, tinha já o fato-de-banho e toca a postos para voltar a nadar e resolvido que não o voltava a correr... felizmente encontrei amigos que aligeiraram o meu arrufo com a corrida. Conclusão... lá se fizeram os 8k com o sentimento do costume, amor-ódio... ou ódio-amor para ser mais fiel à ordem dos factores e para a semana há mais... Tenho a coerência de uma ameba.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Já que estamos numa de comes e receitas...





Sempre achei que ser a mais nova da família era uma desvantagem... foi preciso chegar aos 30 para ver que estava muito errada. Quer dizer, continuo na minha... à coisas que são uma seca - serei sempre a "miúda" que não sabe muito bem o que está a fazer, durante muito tempo herdei tudo e mais alguma coisa até ser bem crescidinha... - mas a verdade é que estou sempre a aprender! Desta vez a minha irmã deu-me a conhecer o Yummly (sim, já toda a gente sabe que existe... eu não sabia) que é uma espécie de google/pinterest de receitas. Aviso que é uma óptima maneira de se perderem horas sem fim a planear receitas e a cuscar blogues com aspectos fantásticos! Por isso, enquanto as receitas pedidas não são publicadas aqui fica a sugestão.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

P'ró ano (ou daqui a cinco) há mais!









Pois que a pequena ditadora que eu gerei e pari fez anos ontem mas isto de ter a família espalhada dá azo a mais do que uma comemoração e, consequentemente, uma certa trabalheira que, podendo dar muito gozo, não deixa de ser uma trabalheira (valha-nos a mana/tia que veio de longe para nos salvar do caos logístico em que nos metemos). Vai daí, sai lanchinho para família e amigos na terra do pai e dos avós, sai lanchinho na creche e ainda falta o outro avô que será alimentado em honra da piquena um dia destes. No lanche do fim-de-semana tudo o que podia correr mal, correu! O bolo de beterraba que estava tão promissor foi possuído pelo demo: queimou por cima, ficou cru por dentro. Prestei os cuidados de emergência devidos com a intensão de o salvar e evitar que fosse desta para melhor e nada! Tivemos de declarar o óbito. O gucamole (não para as criancinhas) que a minha irmã faz divinalmente estava ao nível de uma arma de destruição massissa: ácido e picante o suficiente para provocar uma úlcera! Achei que podia pôr as tortilhas no forno e ter, depois de devidamente partidas, uns triangulozinhos crocantes para o húmus e vai-se a ver, as partes que não ficaram queimadas ficaram moles... aparentemente a coisa, para correr bem, devia ter sido feita na frigideira... Bem, mas o pessoal foi solidário e aguentou tudo estoicamente e fez a fineza de não reclamar! O resto - os salgadinhos, os brownies, o húmus, a mousse de manga - salvou a honra do convento (ou pelo menos eu espero).

Depois, no dia do acontecimento propriamente dito, fiz um bolinho para cantar os parabéns na creche. Não dava para inventar muito porque era para a miudagem pequena e é claro que me tinha de me conter no doce e nos ingredientes a solução: "o" bolo de iogurte com uma cobertura também de iogurte.


Agora a miúda só volta a fazer anos lá para 2045!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Nova equação: 9 = 1*



E porque é que ando na versão pára-arranca?! Porque sou o tipo de pessoa que espera pelo dia 1, ou por segunda-feira, ou qualquer outro marco que estabeleça um início para sentir que estou a começar qualquer coisa... Não me vejo a começar um projecto a 5 de qualquer mês, ou começar a fazer exercício a uma quarta-feira... É uma coisa um bocado palerma, eu sei. Mas visto que faz hoje dois anos que a minha forma de vida mais recente - mais caótica, mais desesperante e mil vezes melhor - começou, parece-me um dia suficientemente simbólico para sacudir as chatices e voltar ao estado de palermice habitual!

* A miúda resolveu nascer no dia nove às nove e nove da noite

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Já não falta tudo...



... e porque a paragem foi longa vem com novidades... Só mais um bocadinho para a vida voltar ao ritmo normal!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Baralha e volta a dar...


Começamos Junho da mesma forma que começámos Maio: doentes! As duas. Com o mesmo. A neura é grande. Voltaremos à palermice do costume tão breve quanto o possível.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

ooooommmmmm



- Insónias (trabalho...)
- A miúda leva as chaves de casa na mão no caminho para a escola
- Chego a casa e não encontro as chaves (que juro que estavam no banco de trás)
- Procuro as chaves durante uma hora
- Ligo ao homem
- Homem atravessa metade da cidade
- Homem entra no carro e encontra as (putas das) chaves
- Começo a trabalhar com 30.000 horas de atraso
- Chamada do trabalho havia razões para não dormir
- Apesar de estar acordada desde as três da manhã, continuo com insónias...

Só pode melhorar certo!

Como me dizia uma amiga minha há uns dias, acho que estou a precisar de um banho de mar.