terça-feira, 28 de julho de 2015

"O que é que andas e a fazer para o blog estar mais morto que os mosquitos no vidro do carro?"




O que não ando a fazer:
- férias
- depilação
- dormir mais de seis horas por noite
- passear
- ver filmes
- ver séries

O que ando a fazer:
- trabalhar
- tratar da casa
- tomar conta da garota (que já está de férias)
- correr
- comer como se o mundo fosse acabar

O que gostava de estar a fazer:
- praia duas vezes por dia
- passear pelo nosso 'Tugalito
- ir para um lugar em que a água do mar seja quente e alguém me prepare refeições e arrume o quarto
- dormir
- ver museus
- ir ao cinema


quinta-feira, 23 de julho de 2015

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Oh tempo, volta p'ra trás




Esta coisa de ir ficando mais velha de vez em quando aborrece... Por exemplo, até ter adoecido, em Abril - Maio, andava a correr e a melhorar tempos e resistência. Depois parei... um mês e meio, dois meses. Aqui há uns cinco ou dez anos recomeçar implicava continuar do ponto em que tinha parado. Hoje em dia implica começar mil degraus abaixo do que estava, enquanto um batalhão de anões se agarra às minhas pernas e os pulmões procuram fugir pela boca para se sentarem à sombra num banquinho a ver o tempo a passar. Acresce a tudo isto que tenho o espírito de sacrifício de uma ameba... basta o vento estar a soprar na direcção contrária para eu achar que não há condições para fazer exercício. Hoje, se não tivesse encontrado alguém para me acompanhar nesta loucura e que não se importa de puxar por um peso morto (que sou eu) não tinha saído de casa às 6h50 e não tinha feito 7k. Estou longe do que andava a fazer há uns meses, eh pá, mas rais'me partam se não recupero!!

terça-feira, 21 de julho de 2015

SBSR: foi assim a modos que nhéca nhéca




À espera do autocarro...
Sou uma fraca e meti-me na sangria... lá à frente espera-se para se ser mal servido
O grande SG
Como uma amiga disse no facebook "fortíssimo o cafuné..."
A primeira impressão que tive a chegar ao recinto é que todas as pessoas que lá estavam tinham recebido os bilhetes de oferta... Estava tudo naquela onda "não tenho sítio melhor para estar a esta hora, por isso mais vale andar por aqui e sempre tenho alguma coisa para pôr no facebook" o que no nosso caso confere na íntegra. Comemos mal nas banquinhas de rua e fomos, meio desconsolados, para o Pavilhão Atlântico que parecia o ginásio da C+S de Tondela em dia de baile de finalistas. A cinco minutos do concerto do Jorge Palma e do Sérgio Godinho estavam cerca de 37 pessoas... 74 para o Jorge Palma, portanto. Aos poucos o Pavilhão lá se foi compondo mas ficou sempre muito despido. O concerto foi porreiro por todos os motivos e mais alguns: porque eles são gigantes, porque é impossível as músicas (principalmente as mais antigas) não dizerem muita coisa a muita gente, porque encheram a adolescência e o início da vida adulta da minha geração, porque estavam acompanhados de uma banda que estava nitidamente a curtir o momento, porque estava muito muito bem acompanhada e sempre deu para namorar. De resto... cheguei à conclusão que o não ir a festivais é capaz de ser uma boa opção...

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Massagem com taças tibetanas... só experimentando!






Esta sexta-feira, sem que nada o fizesse prever e numa espécie de impulso, marquei uma massagem com taças tibetanas. Juro que sempre achei que este tipo de massagem fosse para gente muito mais místico-esotérico-cenas do que eu! Massagem para mim implica pôr a mão na chicha, apertar e fazer força... porque na verdade sou uma espécie de camionista grande, gordo e calejado (uuuhhhmmm... juro que não sei de onde veio isto...). Reikis e cenas à distância é coisa para não ser suficiente para ultrapassar a minha carapaça céptica. Mas depois de uma troca de mensagens com quem ía fazer a sessão, e que por acaso é "só" quem aparece na minha vida nos momentos certos com as respostas certas, lá resolvi dar uma hipótese à coisa, quanto mais não fosse porque durante aquela hora, não tinha que arrumar, limpar, fazer refeições, brincar às bolinhas saltitonas, desenhar peixinhos e por aí fora. Escusado será dizer que fui sem pingo de expectativa e com quase a certeza absoluta que ia sair quase igual ao que tinha entrado, sendo a diferença a oportunidade de descansar durante um bocadinho. No Puro Sano (mais um bom motivo para visitar a Nazaré), lá me explicaram o que ia acontecer e muito rapidamente estava deitada e a fazer o que normalmente faço, força para relaxar... Sim, eu sou das que vai para as massagens de relaxamento e saio de lá enervada por não conseguir relaxar. Mas a verdade é que, apesar de ter dado luta - acho que as taças vindas diretamente do Tibete e marteladas à mão por quatro pessoas quase desistiram de mim -, a determinada altura fui para um lugar muito bonito que fica ali entre o sono e o sonho e onde não há preocupações. O que me levou até lá foi o som, a pressão das taças em pontos específicos do meu corpo e a vibração (que não senti logo mas eventualmente lá aconteceu). Só voltei a falar com a Santa Milagreira que me pôs de bem com a vida no final da sessão. Ela lá me disse o que tinha achado e identificou os meus pontos mais frágeis com uma pontaria que me fez ficar de boca aberta. Depois lá me explicou, que não tinha nada a ver com adivinhação mas antes, que tinha conseguido perceber o que não estava bem a partir do som que as taças faziam em cada ponto. Comecei a panicar quando me lembrei que tinha voltar a casa e para isso teria de sair da bolha em que estava mas depois até me senti mais disposta a enfrentar o mundo. Estou determinada a voltar lá para ver se ela me deixa ao fininho e, se fosse eu a mandar, toda a gente tinha direito a uma sessão uma vez por mês... mas como não mando nada... Fica a dica.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Trip to memory lane



Hoje vou até ali a 1997-1999 que fica no Parque das Nações. Sim, o que acabei de escrever faz muito pouco sentido mas hoje conjugam-se dois fenómenos que ficaram guardados há duas décadas: ir a festivais (e o uso do plural aqui é abusivo uma vez que só fui a um festival - Paredes de Coura 1998) e doses absurdas de Jorge Palma e Sérgio Godinho pelos ouvidos adentro. Esta confusão toda para dizer que, devido a um alinhamento estranho de planetas, iremos ao Super Bock Super Rock! E, porque somos uns loucos, devemos ficar até às onze... e trinta, vá! Mas não importa. Vamos sair. Os dois. Vamos ver gente nova e sem preocupações. E se calhar beber cerveja... Alguma dica sobre o que se passa e como se deve ir para um festival nos dias que correm?... O que fazem os jovens nestes antros de perdição?

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Valeram-me as vistas porque o resto foi dureza





O foco mudou! Não dá para ir no dia 18 de Outubro à meia maratona de Lisboa mas posso ir a outra ainda maior!! A da Nazaré! Afinal de contas é a prova que marca minha entrada nesta loucura de andar a correr atrás de coisa nenhuma... com muito sofrimento... e muito pouca vergonha das figuras tristes que faço. Hoje era o dia da primeira corrida do plano e custou mais do que mudar o aro do aparelho. Mas fiz... e depois de me sentir mal, porque já fiz muito melhor, senti-me bem porque apesar de ter pensado em desistir ao fim de dois quilómetros, lá cumpri os cinco com muita negociação e suborno: "vá tu consegues... só mais quinhentos metros e quando chegares a casa comes uma torrada a pingar manteiga por todo o lado... se fizeres mais um bocado, quando fores buscar a miúda vais com ela comer um gelado..." e assim se fez! Consegui não comer a torrada mas não ponho as minhas mãos no lume quanto ao gelado! Vamoquivamo que amanhã há mais!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

terça-feira, 14 de julho de 2015

Desejo do dia: trabalhar num café





Hoje, se tivesse em Coimbra, tinha ido trabalhar para um café! Não a servir bicas e bebidas mas a trabalhar no meu trabalho. Não sei se é por ser uma cidade universitária mas a verdade é que há muita gente a estudar e a trabalhar nos cafés. Eu, durante os primeiros anos da licenciatura ia para o Safari, ali na Rua dos Combatentes. O Senhor Manuel e a Dona Teresa "formaram" muita gente e a mim também. Lembro-me que foi lá que estudei para Fisiologia animal e Antropologia geral II que na altura pareciam grego! Às vezes ia sozinha, às vezes acompanhada mas sempre que por lá estava sentia-me menos bicho do mato. Quando começava o bom tempo ia para o "Justiça e Paz" ou para os Jardins da Associação... mas nunca para as cantinas durante a noite! Primeiro porque não resulta comigo fazer coisas à noite que impliquem mais de dois neurónios funcionantes depois, porque descobri que afinal "ir estudar para as cantinas" era na verdade sair para beber copos numa versão light. Durante o mestrado e doutoramento cheguei a ir para a Almedina do Estádio e também estava lá muito bem mas não conseguia resistir à tentação e acabava o estudo mais pobre e com mais um saco de livros. E era isto que me apetecia hoje. Ir para um lugar, com vida e com barulho de fundo, com um café e uma água e trabalhar... Há disso pela capital?

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Tardou mais foi!




Caríssimos Vocês (os três),

É o seguinte: tinha como intenção ter mudado a cara do blogue. Coisa que devia ter acontecido há um mês para comemorar os sete anos e, como é bom de ver, não aconteceu. Confesso que isso me andava a comer a cabeça... tinha dito que fazia e não fiz. Ultrapassei o incumprimento, assumi que a mudança ia comemorar os sete anos e um mês do blogue, que também é uma data bonita, fui tentando dar conta do recado e... tive uma epifania! Já sei porque é que os "cromos dos computadores" são "cromos dos computadores"! É que esta treta de mexer do virtual é um pincel do caraças!! E, atenção, estou a falar de uma coisa tão "complexa" como o blogger!! Nem quero imaginar que faz coisas ainda mais transcendentais, tipo, criar o próprio do blogger. A chafarica ainda não está como eu quero mas tão cedo - durante os próximos 50 anos - não lhe mexo! Em Abril, quando pensei neste post que agora vos escrevo, o primeiro depois da mudança, tinha pensado pedir sugestões... o caracinhas é que peço (peço, peço... digam de vossa justiça que, quando os nervos me passarem, eu faço as alterações que conseguir)! Azarucho... quem não gosta não olha. É que esta cangalhada toda está presa por arames... À medida que ia fazendo e acrescentando coisas só me lembrava da minha avó, a maior prefeccionista que já conheci que tentou ensinar-me a fazer ponto-cruz, arraiolos e outras coisas próprias de uma menina prendada e eu fazia... mas mal. Era ela a virar a peça do avesso e eu a sentar-me porque já sabia que havia sermão e missa cantada. Basicamente, se desse para ver o blogue do avesso só se viam nós e pontas soltas...
Agora é explorar a casa nova. Sintam-se à vontade mas descalcem-se à entrada.

Com estima, a vossa

Eu.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Mais vale um pássaro ao pescoço e muitos nas orelhas*






Alguma coisa estranha está a acontecer... desde 1997 que não tinha tanta vontade de usar colares. Felizmente (digo eu... não sei se o é verdadeiramente) que já ultrapassei a fase pseudohippie e já não ponho ao pescoço tudo o que possa ser vagamente parecido a um colar (juro que durante o liceu cheguei a ponderar levar uma meada de lã para a escola) mas apetece-me comprar todos (ou quase, vá...) os colares da Omnia e usá-los todos ao mesmo tempo. Hoje levei a minha mais recente paixão: o colar e os brincos das andorinhas. Acho que tão cedo não os tiro!

* talvez o título mais parvo de todos os tempos!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A chamada "oh pra mim"!



Há um conjunto de coisas neste mundo que não percebo muito bem... o chamado "faz-me espécie" (esta expressão é uma dessas coisas). Uma delas é a selfie... não a selfie em si - que até pode ser divertida e, dependendo dos dias e dos resultados, até deixar-nos a sentir poderosas porque ficámos mesmo giras - mas antes o "durante". Enquanto carregamos ou não no botão entramos numa sessão de contorcionismo - braço esticado sobre a cabeça, mão torcida para o telefone estar direito, cabeça para um lado para apanhar a luz, corpo para o outro para não se notar a barriga - em versão filme mudo. Não falamos com ninguém porque estamos sozinhas, não nos rimos de ninguém porque estamos sozinhas, não dizemos cheese porque estamos sozinhas. E quando isto é feito em grupo?! Melhora muito! Aquelas selfies de grupo em que estamos todos muito divertidos, rimos, fazemos caretas, duck faces (é junto ou separado?...) mas não se emite um som?! Isso então, para mim, é auge do estranho! Confesso que sempre que topo alguém ou um grupo a fazer selfies fico a observar e a tirar notas mentais sobre este fenómeno que me atormenta.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Pelo sim, pelo não...



Ontem tive que ir ao shopping ao pé casa e ia num dos corredores quando vi um cartaz com a Telma Monteiro. Entrei automaticamente em estado de alerta! Ainda estou traumatizada... ainda sonho com o enxerto que a húngara (com o tamanho do meu armário) levou... ainda revejo na minha mente, e às vezes em câmara lenta, a pirueta e dois mortais encarpados à retaguarda que a H. Karakas fez quando a nossa Telma lhe agarrou na mão e lhe fez uma revienga... Por isso, não fosse a moça estar escondia e cheia de vontade de treinar, fiz o que ela mandava no cartaz e fui dar sangue... A mim não me apanha ela... é pequenina e tal mas é tesa com'ó raio!

(Sim... o Nélson Évora é giro e tal mas não me punha a dar sangue com tanta rapidez!)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Sinto-me o Marco à procura da mãe... mas a mãe é na verdade o fim-de-semana



Chego a sexta-feira e há, na minha cabeça, todo um mundo de possibilidades para o fim-de-semana: descansar (está claro), pôr o trabalho em dia, pôr o exercício físico em dia, começar aquele projecto que está pendurado há mil anos, namorar, ver filmes, brincar com a miúda, ir à praia, ler ([rir muito]... acho que soltei uma pinguinha...) e ir beber um copo. São cerca de 54h (desde sexta-feira às seis da tarde) devia dar, certo? Errado!! Chego a domingo às 23h30 e não fiz nem um terço do que queria e ainda consigo estar mais cansada do que no final da semana de trabalho!
Pergunto eu: não era de aproveitar esta onda reformista e revolucionária lançada pela Grécia e pedir um fim-de-semana de 4 dias?

sexta-feira, 3 de julho de 2015

AAAAuuuuuu!!! - Última chamada para arranjar uma casa para os nossos lobos!



É muito fácil ajudar já que há a plataforma de crowdfunding (o prazo foi estendido... e até ao momento ainda não se atingiu metade do montante necessário); transferência bancária (mais informações no site); chamada telefónica (mais informações no site). 

Podia acabar o post por aqui porque a missão estava cumprida e saía bem na fotografia... mas sou uma fraca e, muito provavelmente, um bocado fútil... a questão é que eu contribuí com com segundas intenções (tendo sido a primeira ajudar os bichos)... queria receber uma t-shirt da causa (para usar orgulhosamente e me lembrar que ajudei)!! A questão é que o crowdfunding dá recompensas consoante o montante que doarmos... O que eu queria mesmo era passar a noite no santuário... mas isso já era to rich for my blood! Pus-me a pensar se não era melhor pessoa se não quisesse nada em troca... mas depois pensei... antes ser um bocadinho fútil e ajudar do que ser moralmente correcta e extremamente "altruísta" e não fazer nada!! 

'Bora ajudar?!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Uma tradição familiar e outra mais pessoal!




A minha miúda esta noite dormiu com um Galo-de-Barcelos paliteiro... Sim, não me enganei: pa-li-tei-ro (eu sei, ninguém tem um Galo-de-Barcelos paliteiro... mas nós somos assim, o que fazer!)... Juro que tem brinquedos... muitos! Uns mais pedagógicos que outros mas, ainda assim, apropriados e seguros para a idade, apesar disso achou que o que precisava mesmo de dormir agarrada ao Galo-de-Barcelos paliteiro e fazia um berreiro sempre que lho tentava tirar! Este episódio só não me merece maior surpresa porque, mais ou menos com a mesma idade, a minha irmã dormiu agarrada a um queijo da Serra e um tio meu com um chapéu de palha... Antes assim porque só se estraga uma casa!

Ainda na lógica das tradições e porque hoje é dia 1, temos a miúda de molho com febre!

terça-feira, 30 de junho de 2015

Sem saber para onde me virar e a precisar de férias...



Abençoada mana mais velha que me dá conta do quão senil estou a ficar! Afinal no dia 18 de Outubro tenho só um dos compromissos mais importantes do ano (se não mesmo, da minha vida...) vai daí correr uma Meia Maratona a 120km do lugar onde tenho de estar não deve dar... mantém-se o plano... se entretanto for a correr contra um autocarro é porque dei o tilt antes de conseguir ir de férias!

(Se entretanto alguém souber de uma Meia que aconteça em Outubro é favor informar a gerência. Grata!)

É isto que me espera



Depois de ter falhado a Meia Maratona do Douro Vinhateiro fui por aí abaixo e estive a marimbar-me para o exercício físico (estive dois meses a dar no duro para depois ficar doente a uma semana da prova) e tive que me forçar e muito para voltar a calçar as sapatilhas! Felizmente já tinha pago duas inscrições para corridas a acontecer em Junho e o meu homem pôs-me aos pontapés para fora de casa nos dias da prova (estou a usar a hipérbole como forma de adornar o texto... é claro que não me encostou um dedo, fez-me foi o favor de assegurar a logística caseira sozinho por duas noites). Graças a essas provas animei-me um bocadinho... um bocadinho tão grande que me inscrevi na Meia Maratona Rock'n'Roll Lisboa! Agora é fazer novo plano e voltar aos dias de malabarismo para dar conta do recado. Vamos lá ver se é desta. Para já, nas próximas semanas é isto que me espera! Vou ver se consigo ir intercalando os dias de corrida com os treinos de força porque sempre facilita coisa. É desta, é desta que viro atleta!! A vocês os três que por aqui passam dois pedidos e uma proposta. Os pedidos: primeiro, paciência porque vai haver muita foto de sapatilhas e percursos e (segundo) façam uma forcinha para ver se é desta que volto a repetir a proeza. A proposta: quem alinha comigo?!

(Não precisam responder já todos ao mesmo tempo!! Deixo o plano de treinos e quando quiserem acusem-se!)


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Benjamina button? Is that you?!





Já disse mil vezes que a minha pele é a coisa mais chata que o Criador fez. Chateia-se por tudo e por nada e tem pior feitio que eu. Encontrar alguma coisa que agrade a sua excelência é obra! Acabei a última leva de cremes (Avène) e fiz-me à farmácia sem grandes esperanças de sair de lá com uma solução que o fosse verdadeiramente. Lembrei-me do que a Raquel me tinha dito aqui há tempos e pus-me a olhar as ofertas da Uriage. Quando a menina (é como na província chamamos às funcionárias jovens dos estabelecimentos comerciais) me veio perguntar se precisava de ajuda eu disse que sim porque não sabia que creme comprar. Fez-me andar dois passos para o lado para a secção das rugas... Pensei em dar-lhe uma cabeçada mas estou numa fase zen... que quase foi para o espaço quando me perguntou se queria creme para as primeiras rugas ou para as "outras". Seja como for, saí de lá com a Água Termal Micelar (para peles com vermelhidão), com um creme hidratante Isoliss para as primeiras (primeiras... fait attention!) rugas e o contorno de olhos da mesma linha, uma máscara também para peles irritadiças (não encontrei o link) e uma cena para ver se deixo de ter o bigode feito de manchas que me ficou da gravidez, da Bioderma. Era o desespero! Quando arranjei três horas para pôr esta tralha toda na cara não queria acreditar! É pá a textura é óptima, cheiram bem e no fim fico com a pele de rabinho de bebé (sem eritema da fralda). Estou fã! Se isto fizer o que promete em breve vai parecer que tenho de novo 18 aninhos mas sem a parvoeira própria da idade.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

(Not so) Fast Food







A festa de fim de ano da Sardanisca foi ontem e era suposto os pais da "nossa sala" levarem um salgadinho (para além de fazerem a decoração, e arranjarem uma roupinha... os pais trabalham que se desunham nos primeiros anos de creche porque os pequenos ainda não sabem fazer nada). Como ainda tinha o cabaz da Quinta do Arneiro cheio de coisas frescas (e me ando a sentir um cachalote) optei por fazer quiche de legumes... a dobrar para já ficar para o nosso jantar. Ficou supimpa e o mérito é muito pouco meu e muito mais da matéria-prima! A única parte chata nesta receita é a de preparar os legumes (o que se faz em 10 minutos) porque o resto é fácil e rápido. Sendo eu uma rapariga preguiçosa gosto da ideia de cortar uma fatia e poder comê-la à mão sem problemas, ou fazer uma saladinha, acrescentar um arroz e fingir que é uma refeição "à séria". Agora vou ali convencer a miúda que a papa que a mamã fez é boa...