sábado, 24 de janeiro de 2015

Dois títulos possíveis para este post:




"Se isto não é multitask não sei o que será."
"Crónicas de uma dona de casa pós-moderna."

A legenda: arrumei as compras da semana e preparei os legumes para três sopas enquanto via dois episódio do "The affair".

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Projecto "Agarremos 2015 pelos cornos" - Ponto 4

E por fim (sim... não há mais posts psico-coiso) o ponto 4 em que somos desafiados a perceber aquilo que queremos para este ano e tentados a perceber como vamos fazer isso acontecer!





Já estamos todos muito mais centrados, organizados e positivos em relação a 2015, verdade?!... 

[Haja pachorra para mim!!]

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Sugestão para o almoço

A video posted by Cris (@cbscruz) on

Salada de quinoa com frango e legumes salteados. Feito ontem para comer hoje.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Os homens também acreditam em contos de fadas!


Não serão aqueles contos de fadas que envolvem um príncipe montado num cavalo branco (e daí para alguns será) mas que acreditam em criaturas pequeninas com poderes mágicos, isso acreditam. Eu sei que é uma afirmação polémica mas tenho como argumentar! Este fim de semana vi finalmente o Before Midnight (pessoa que é pessoa que viveu a adolescência nos 90’s viu a trilogia...) e, enquanto via o diálogo da cena final pensei duas coisas, uma, “chiça c’as mulheres são um bichinho irritante”, a segunda “já vi isto em algum lado...”. Pois é... apesar de estar amancebada com um homem muito bem acabadinho, muito porreiro, muito paciente... muito tudo, a verdade é que aquelas cenas também acontecem cá por casa. Vai daí, juntei às palavras do diálogo (que são muitas vezes também as minhas) algumas ideias antigas que tenho criei uma teoria e desfiz um dos maiores mistérios da humanidade... De nada! A culpa não é deles! Ponto prévio: eu acredito que há um momento na nossa infância, que ocorre ali algures durante a primária, em que meninos e meninas são levados para duas salas e, durante uma quantidade de tempo que ainda não consegui determinar, são-lhes ensinados factos da vida em função do género. Por exemplo para as meninas: “os mapas são objectos que servem para decorar o porta-luvas do carro”; “os saldos são uma forma de redenção dos pecados”; “sempre que algo parecer muito simples desconfiem e compliquem”; “se têm uma voz, façam uso dela para azucrinar a cabeça aos homens”. Depois da sessão usam uma lanterna, daquelas dos MIB, para que a reunião nos desapareça da memória mas não os ensinamentos. Bate tudo certo! No que respeita aos homens tenho quase a certeza que em algum momento lhes dizem assim: 

- Maltinha, tenho boas e más notícias... Para aqueles que gostam de mulheres, em algum momento da vossa vida vão viver com uma... 

Perante o pânico instalado no grupo surgem as palavras de conforto que são as verdadeiras responsáveis pelo desespero das mulheres:

- Mas não se preocupem!! É verdade que têm que levar com elas a azucrinarem-vos a cabeça [lá está] mas é só isso, porque quando se junta um homem e uma mulher numa casa nascem duendes e fadinhas. Vocês não os veem mas eles andam lá! Façam o teste: deixem as meias no chão ao lado da cama e vão ver que em menos de 24h elas desaparecem para aparecerem alguns dias depois lavadas e dobradas na gaveta. 

Dizem vozes de criancinhas:

- Oh grande mestre, isso acontece só com as meias? 

- Não!! Mas para artigos maiores têm que os colocar em locais designados para que os grupos de recolha se possam organizar para os ir buscar.

Pergunta o puto marrão enquanto toma notas:

- Fazer malas? Desfazer malas? Pôr roupa a lavar... tudo isso é feito pelos seres pequeninos, é isso?

- É sim... e atenção! Nunca, mas nunca, se aproximem se uma máquina de lavar roupa... há histórias de homens que o fizeram e nunca voltaram... e tenho um primo que tem um amigo que um dia carregou num botão e agora passa os dias sentado num canto da sala a balançar-se e a chorar... vá mas por hoje chega! Para a semana vamos aprender sobre como gerir as questões da alimentação. Agora, tudo aqui a olhar para a luzinha...

Dir-me-ão: “ah, lá ‘tás tu a ser injusta... os homens e as mulheres não são todos iguais”. Pois não são e isso só atesta a favor da minha teoria. Os que não são iguais são os que faltaram à escola nos dias destas sessões! 

Desafio qualquer um que encontre uma falha nesta teoria!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Daquelas coisas que mais valia estar quieta...



Diz que no próximo domingo vou correr 17k... pois eu cá acho que me vou finar ao fim de 5k. Por um lado porque estou numa boa forma muito particular, que é como quem diz, a minha mãe, de 66 anos, é capaz de me ganhar numa corridinha se tiver como isco o Quim (sim o ex-guarda-redes do Benfica... é uma história antiga); por outro lado, porque nesta corrida, os primeiro 5k são sempre a subir o que é assim uma coisa super espetacular para quem já tem alguma dificuldade em correr no plano... Até lá, vamos acreditando que vai ser possível e vamos fazendo por isso...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Museu do Mês 1 – Museu da Eletricidade









Exposição: Sete mil milhões de outros

Uma das resoluções de novo ano foi a de visitar um Museu por mês. Janeiro ainda não tinha começado e eu já tinha a certeza daquela que seria a primeira exposição a visitar em 2015: 7 mil milhões de outros no Museu da Eletricidade da Fundação EDP. A verdade é que era impossível a exposição passar-me ao lado. A fundação EDP tem feito uma divulgação fantástica dos acontecimentos e iniciativas que promove - btw, tenho de ir responder às perguntas da exposição para ver se ganho o DVD - e se deixei escapar a exposição passada - porque sou parva e achei que no último a fila para entrar não seria um problema - não ia correr o mesmo risco com esta!

Quanto à exposição e começando pelo fim: tenho de lá voltar... pelo menos mais uma vez! O conceito da exposição é super simples e talvez por isso incrivelmente difícil de passar para uma linguagem expositiva mas a verdade é que foi muitíssimo bem conseguido! Passo a explicar: sabem aquela sensação de reset com que ficamos quando falamos com alguém que, com a sua experiência de vida, nos ajuda a pôr a nossa em perspectiva? Aquela sensação de que às vezes complicamos muito, às vezes dramatizamos muito, às vezes esquecemo-nos de viver? A exposição é isso! Aliás, acho que é uma exposição sobre o que é a vida e viver... e está tudo lá... e esse tudo foi muito bem resumido por uma das entrevistadas, uma mulher do Mali, quando lhe perguntaram pelo sentido da vida: “às vezes é boa, às vezes é má e um dia deixamos de existir.”. Assim de simples... e de complicado! É uma forma de aprendemos um bocado mais sobre nós próprios a partir do testemunho dos outros. E estes outros são pessoas extraordinárias porque são como qualquer um de nós, dos nossos pais, avós, amigos... com histórias de vida do caraças. Tudo isto acontece num conjunto de sete “aquários” em que ouvimos pessoas falarem-nos da família, do amor, da violência, de Portugal, dos sonhos de infância, dos medos, dos desafios da vida... Acho que a exposição tem impacto porque dirá alguma coisa a qualquer pessoa em qualquer momento da sua vida! E dei por mim perdida no tempo... Não fosse ter ouvido a minha garota a destruir metade do edifício e acho que ainda lá estava! Por isso é que digo que quero lá voltar, pelo menos mais uma vez, para poder ouvir todas as histórias com atenção... e, tendo em conta a quantidade de pessoas que por lá andavam, não devo ser a única a querer voltar! Confesso que me senti orgulhosa de ver um Museu em Portugal cheio de gente de todas as idades a aproveitar para ter uma experiência diferente!

Cereja no topo do bolo: a entrada para o público geral custa dois euros que revertem inteiramente a favor dos Dentistas da Turma do Bem e o ciclo de conversas que prometem ser pelo menos tão inspiradoras quanto a exposição.

Se os restantes 11 museus que quero visitar me deixarem tão bem disposta então, é meio caminho andado para que 2015 seja um ano fantástico!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Projecto "Agarremos 2015 pelos cornos" - Ponto 3


E eis que chegamos ao ponto três... o penúltimo!! Aqui a ideia é simples: identificar e estabelecer os objectivos para os vários campos da nossa vida! Deixo alguns exemplos (que não são os meus) mas creio que a ideia será identificarmo-nos com aquilo que escrevemos por isso acho que podemos estabelecer os objectivos que queremos como queremos e não ficar preso às indicações. Então cá vai alho:




O dia de hoje é importante...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Então aqui vai... 3

E com esta me despeço porque amanhã não conto despir as minhas calças, camisola, roupão e pantufas de andar por casa!! Foi um exercício muito engraçado mas que mexe um bocadinho cá dentro... E senti-me mais insegura do que maravilhosa... Cenas! Mas fiz e já não morro estúpida!

Dá-se:



"Buraco negro", aka, "Sumidoiro de coisas que até davam jeito".

Pois que tenho em casa um portal para uma dimensão paralela. Era coisa que nem me importaria de ter se soubesse exatamente onde ele está. Assim, quando aquele monte de roupa para lavar já não cabe no respectivo cesto era enviada para o o buraco negro e já não se falava mais no assunto... Ou então, quando fossem lá a casa os representantes dos mais diversos credos que acreditam que há salvação para a nossa alma, também podiam ir para lá... ou então íamos nós... Mas não, o sacana do portal só serve para deixarmos de saber do paradeiro de coisas importantes (e outras não tanto). Tenho a certeza que é por lá que estão os cerca de cinco milhões de ganchos de cabelo que tenho comprado, as 25 meias desemparelhadas que tenho a encher uma gaveta, o recibo dos CTT para levantar uma encomenda, o cabo do relógio de corrida (este é que me está verdadeiramente a chatear), o meu cachecol preto... De tantas casas para o raio do vórtice aspirador de pertences se instalar, logo tinha de escolher a minha humilde barraca!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Então aqui vai... 2



E o look do dia de hoje até merece nome: "Oh coisinha sem sal!"... E isto depois de virar o armário todo à procura de alguma coisa com piada... Bem... é isto... e fez-me pensar no quão monótona e básica sou...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Então aqui vai... #1

Vestido: (coleção de há uns 8 anos da) Mango; Calças: (colecção de há três anos) Zara; Carteira: (deste ano (hell yhe!)) Skunk Funk; Botins: (colecção de há cinco anos) Fly; Trench coat: (saldos do ano passado) Zara


Ora que isto foi mais difícil do que eu imaginava... Tirar fotografias que não pareçam que foram feitas na marquise, evitando o cenário de desarrumação total e roupa por arrumar que por estes dias impera em minha casa, enquanto dava os "acabamentos finais" na miúda para a levar para a escola, tentar não chegar atrasada ao trabalho, ficar com uma cara aceitável e não ter fotos tremidas não deve ser possível... por isso aquilo que se conseguiu arranjar foi esta miséria franciscana... pode ser que amanhã resulte melhor! E nos três minutos que dediquei a ser fotografada não parei de me sentir constrangida e a achar que estava a fazer uma figurinha triste... Porra que as "fashion bloggers" subiram muitos andares na minha consideração!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Andam por aí a dar adolescentes... just saying!



Há uma grande superfície que anda há quase um ano a dar crianças com menos de 12 anos em troca de uma viagem... Eu bem sei que os adolescentes são uns sacaninhas insuportáveis mas daí a darem-nos!... não acho nada bem!! 
Clarificando: há um anúncio de rádio diz qualquer coisa do género: Venha à Disneyland Paris. Crianças com menos de 12 anos são grátis. Ora, eu até percebo o que querem dizer mas a verdade é que não estão a fazê-lo bem. Se o anunciante fosse o Ti Xico do stand de carros usados ali de Fernão Ferro que pediu à filha da vizinha do 3º esquerdo, que anda a estudar Francês-Inglês, para lhe fazer um anúncio, eh pá, tudo bem, a malta percebe... Agora, alguém que tem rios de dinheiro para contratar as melhores equipas de criativos e o máximo que consegue, a bem da simplificação, é verdade, é dizer que as "crianças com menos de 12 anos são grátis" parece-me pouco! Não houve ninguém durante o brain storming, durante a apresentação ao cliente, durante a gravação do anúncio que dissesse: "oh pessoal, isto de dizer que 'as crianças com menos de 12 anos são grátis' não vos soa mal?" Ninguém?! Pôxa...

Eu, bicho do mato, me confesso



Neste momento estou a trabalhar em casa (quer dizer, "neste momento" estou a escrever no blogue, mas antes estive e depois estarei a trabalhar) de pijama, pantufas, roupão-feio-que-dói-mas-confortável-que-ele-só e sem soutien (este detalhe era dispensável tanto para as tristes almas que por aqui vagueiam quanto para as minhas mamas que emigraram para algum lugar muito distante há coisa de um ano...). Se fosse eu que mandasse era assim que andava, não digo 24h, mas perto disso! Tanto assim é que a primeira coisa que faço quando chego a casa é vestir o pijama. Quando saio de casa faço um esforço para andar apresentável mas, se for só para ir ao supermercado, umas calças de ganga, sapatilhas e um camisolão é o máximo que faço. Se for para ir trabalhar talvez (e aqui é mesmo talvez) me maquilhe e tento que o resto não envergonhe. Sou portanto uma gaja assim p'ro casual-nada-chic... Durante este maravilhoso fim de semana, enquanto passeava pelos blogues, dei de caras com um desafio que sugeria que nos fotografássemos com o look do dia todos os dias... dizia "vamos elevar a fasquia e estar bem connosco e lindas e maravilhosas todos os dias, não só de vez em quando"... fiquei a pensar no assunto. Sinto-me bem com o meu roupão azul, as minhas meias de lã, a t-shirt às riscas com cerca de 25 anos, as calças de corrida manchadas de lixívia e as pantufas da serra da estrela (o mesmo modelito que que aparece na foto mas sem a Sardanisca) mas preferia que o carteiro não me visse nestes preparos... Não me estou a sentir linda e maravilhosa não senhora... Mas gostava... de me sentir linda e maravilhosa... Vai daí, "a la" Braney Stinson, disse: "challange accepted!". Então, vamos lá ver se a partir de amanhã (sim, porque hoje já ninguém me tira do pijama) consigo apresentar modelitos que não me envergonhem e me obriguem a ser fingir que sou gira por 3 dias (se tudo correr como planeado, também não precisarei de sair de casa na sexta feira). Tenho parceiras para a desgraça não ser muito grande ou vou sozinha e sem medos?...

Agora a questão realmente importante: para quando o desafio I heart my pajamas?

sábado, 10 de janeiro de 2015

Como ser feliz em 24h:



As duas pessoas que eu mais adoro nesta vida vão-me deixar sozinha por 24h e eu não podia estar mais feliz!! Sinto-me o miúdo do Home Alone!! Há todo um mundo de coisas para fazer e explorar sem ter de parar a cada cinco segundos (para ver em que situação de risco de vida a miúda se está a meter), ou para preparar o almoço/jantar/lanche. Entretanto fiz uma lista daquilo que tenho e quero fazer para não perder pitada destas horas (sabe-se lá quando os astros se vão voltar a alinhar para que isto volte a acontecer):

- limpar e arrumar a casa (dar especial atenção à cozinha e ao armário dos tupperwares... descobri recentemente que as minhas caixinhas de plástico foram possuídas por uma força maligna que as faz perder ou multiplicar as tampas sem uma lógica aparente);
- lavar, estender, recolher, arrumar a roupa dos três;
- fazer e arrumar as compras da semana;
- preparar as refeições da semana;
- correr;
- ver um filme;
- spa caseiro: esfoliação, relaxamento, hidratação de... tudo!
- ler um livro que não esteja relacionado com trabalho;
- dar um pulo ao ikea;
- alinhavar posts para o blog;
- beber um copinho de vinho;
- dormir;

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Projecto "Agarremos 2015 pelos cornos" - Ponto 2


Então vamos lá dar continuidade ao episódio auto e heteroreflexivo... também designado por crise existencialista dos trintas... E fait attention que este ponto dois isto é coisa para levar tempo a ser feito... reservem uma horita para se dedicarem calmamente à causa.

Apesar de ser uma pessoa dada a botar pensadura sobre assuntos vários e chegar a conclusões que para alguns, nomeadamente... eu, consideram brilhantes, estes bitaites não são propriamente da minha autoria. Peguei nas indicações dadas neste livro, organizei-as da forma que para mim faz mais sentido, acrescentei umas coisas, tirei outras et voilà... Há contudo aspectos que não serão transversais e que têm que ser adaptados à realidade de cada um. 

Parece-me que neste ponto a ideia é perceber como gerir o dia-a-dia tanto no que se refere às rotinas (de modo a que sejam mais eficazes) mas também perceber que essa gestão pode passar por momentos de ruptura com o ram-ram desgastante de todos os dias. Por isso, não se fiquem pelos dois ou três aspectos de reflexão (eu só o faço por um lado para não condicionar o vosso exercício - e daí alguns dos exemplos que deixo serem disparatados - e por uma questão de tempo e espaço). Sejam descritivas/os e promenorizadas/os porque muitas vezes é nesses momentos que percebemos que há coisas que estamos a fazer de forma redundante e outras que não estamos a fazer de todo e que seria interessante incluir nas nossas rotinas. Feito o intróito, sigamos viagem.

No que diz respeito aos dias de "rituais" eles podem ser definidos tanto por dias de semana (por exemplo: segunda-feira é o dia de ir beber um chá com as amigas, na terça é dia de cinema, na quarta é dia de jantar fora com o Homem... e por aí fora) ou por mês (por exemplo: todos os dias 12 vou a um spa [I wish...], todos os primeiros sábados do mês vou à cabeleireira, o terceiro domingo é dia de limpezas a fundo... etc..) ou podem fazer uma combinação deste sistema, consoante o que seja mais adequado à vossa realidade.

Aqui nos 12 hábitos zen o ponto 4 não funciona bem com o meu trabalho... não posso responder a mails apenas uma vez por dia porque muito provavelmente sou despedida. A minha interpretação deste ponto passa por responder a mails em vários momentos do dia mas sem interromper as tarefas que estou a fazer. Assim, dedico blocos de tempo (consoante as tarefas do dia) para responder aos mails que tenho pendentes. Se interromper o trabalho sempre que "cai" um mail nem faço bem o trabalho nem respondo bem aos mails!

Para além ou em vez destes pontos podem ser acrescentados outros de modo a que isto faça sentido.

E pronto... agora é aproveitar o fim de semana para dar seguimento a esta coisa... e para a semana há mais!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cosa nostra



Não sei se é só defeito nosso mas ultimamente dou por nós a falar em código e a usar expressões próprias da máfia siciliana. Volta e meia sai-nos um: "assim que possas faz desaparecer a 'buá'", ou então, "discretamente, elimina da nossa vista os 'bonequinhos'", temos também a frequente "o 'ó-ó' tem que passar à história se não não fazemos nada dela" e há ainda aquela expressão que soa sempre tão mal... "temos que a pôr a dormir rapidamente"... Neste momento, depois de termos feito uma troca de prisioneiros (o ó-ó pelo Xoné) já temos a miúda a dormir com uma cabeça de cavalo e a buá está prestes a receber uns sapatinhos de cimento...

Dicionário Sardanisquês - Resto da humanidade
buá = chucha
bonequinhos = youtube com as infantis músicas do inferno
ó-ó = mantinha sebenta com que anda todo o santo dia
Xoné = macaquinho e único boneco a que acha alguma piada

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Taras e manias


Não gosto de falar ao telefone. Mas não gosto mesmo nada!! Não sei se oiço mal, se o meu cérebro precisa de acompanhar o som com imagens... Não sei! Sei que fico ansiosa. Um bocadinho com as pessoas amigas e prestes a ter um AVC com pessoas que não conheço ou com quem tenho uma relação mais formal. Deixo de conseguir pensar de forma lógica, de perceber o que me está a ser dito e de dizer alguma coisa de jeito... Envio mil mensagens, emails e sinais de fumo antes de telefonar a alguém. Temo estar a tornar-me num bicho (ainda mais) estranho...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

(Acho que) Fiz um trail...



Depois de passada a constipação-gripe-tosse (e o desânimo), que durou alguns 1000 dias, voltei a pôr as sapatilhas e a dar o corpinho ao manifesto. Durante os últimos tempos, enquanto gastava resmas e resmas de lenços de papel a assoar-me, ia-me inscrevendo em corridas assim como quem come tremoços... a primeira aconteceu ontem. Participei numa prova de 10k que, segundo a descrição (que poderei ter confundido com a de outra) iria acontecer em estrada e terra batida. Bem, [estalo com língua] lá fui a rebolar até Fátima, à espera que a irmã Lúcia fosse solidária com a quantidade de agruras que tive de superar e me fizesse chegar à meta em menos de uma hora, cinco quilos mais leve e toda tonificada! E em certa medida houve ali alguma entidade divina a atender às minhas preces... o percurso era tramadíssimo!! Tivesse força de vontade para o fazer num ritmo aceitável e até acredito que chegasse mais rija. De estrada vi pouco ou quase nada... terra batida também foi pouca porque essencialmente aquilo foi correr pinhal a dentro, a evitar as pedras cheias de musgo, as pedras soltas, os ramos ali ao nível dos olhos, os paus que faziam tropeçar e por aí fora! Giro, giro foi o percurso entre o quilómetro cinco e sete: uma inclinação de alguns 25º (a subir) forrada a gravilha. Quando dei por mim estava a correr para trás... mesmo! Também havia uns declives jeitosos a descer que me levaram a reflectir sobre a minha actual existência: ainda agora coloquei o aparelho nos dentes e já vou ficar sem ele. 
Quando cheguei, com os pés todos torcidos (os dois que tenho e os imaginários), à meta comecei a achar que, se calhar, me tinha inscrito num trail... Agora vou ali ver qual é a diferença entre uma corrida "normal" e aquilo que eu acho que fiz e que espero não repetir por engano.