sábado, 11 de maio de 2013

Interrompo este momento de pausa para colocar uma questão que me atormenta.

Woman sitting on bumper bar of a car at Warwick Farm racecourse

Porque raio há gente (maioritariamente gente do género masculino) que, perante uma lomba na estrada, daquelas que servem de aviso para moderar a velocidade, adoptam o seguinte ritual:
1. praticamente páram o carro (normalmente um qualquer veículo dos anos 90 sem qualquer símbolo da marca e sem qualquer outra cor que não a da tinta escolhida) uns metros antes da lomba;
2. a partir desse ponto, preparam a aproximação ao referido obstáculo muito lentamente e num ângulo de 45º;
3. sobem a lomba e no "topo" da dita conseguem ainda estabelecer um novo ângulo de 45º, oposto ao inicial com que iniciam a descida lenta, muito lenta...
4. repetem o procedimento de acordo com o número de lombas que surgem no caminho;

Juro que faltei à aula em que explicaram este procedimento. Alguém me quer ajudar a perceber antes que tenha um ataque de nervos?

7 comentários:

  1. Os 45º são para o pneu subir gradualmente em vez de o embate ser de frente e ter de subir de uma só vez - eu acho que é porque eles se importam com a suspensão dos automóveis ao passo que nós nos estamos a borrifar para tal coisa. Continuo fazer as lombas a direito e só com um ligeiro abrandamento porque nós é que estamos certas: a suspensão tem de servir para alguma coisa e cumprir a sua função!

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    1. Ah bom! Pensava que eu é que era uma grande perigosa! E depois as mulheres é que são complicadas!

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  2. ehehehe... simples.... fala daqui, a voz de um assumido Petrol Head. :P

    Se tiveres carros como os meus, que não sendo da década de 90, mas sim da 1ª de 2000, mais virados para as altas-performances do que para o conforto, com distâncias ao solo muito reduzidas e suspensões bastante duras. Sempre que avistares uma lomba, buraco, supressão... ou mesmo um grão de areia na estrada(pronto, estou a exagerar um bocado), vais, como eu, acabar por fazer exactamente esse ritual.

    É que existe toda uma preparação, mental e física para a transposição desses obstáculos, que passam por:

    -avaliar o obstáculo em questão.(altura, profundidade, largura, etc...)

    -calcular a velocidade adequada e método para o transpor.

    -vai raspar!?...

    -vai bater!?...

    Enfim, uma panóplia de preocupações!

    Claro que eu podia evitar isso tudo. Comprava um carro mais "ordinário" ou vulgar, equipado com uma suspensão que deriva de uma qualquer poltrona relax ou similar e assim, já podia passar por cima de toda a "folha", sem qualquer tipo de preocupação.

    Mas não é assim que eu gosto dos meus carros e. ;)

    Beijocas grandes e muitas felicidades para a nova etapa!

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    1. André, está tudo muito bem explicadinho, sim senhor! Mas ainda assim... parece-me muito trabalho só para subir uma lomba...

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    2. É de facto muito trabalho e com o estado de muitas estradas por cá, às vezes é um suplício!...

      E o porquê desse trabalho todo? Bem... mais uma vez, falando no meu caso... os meus carros estão equipados com peças\componentes que são para lá de caras, que, se eu não tiver esses e outros cuidados, o tempo e os maus tratos(desleixo), vão acabar por causar um fim ou desgaste significativamente prematuro.

      De qualquer das formas, eu tenho esses cuidados com todos os carros que me passam pelas mãos. O não ter esses cuidados, também causa o fim ou danos de forma mais prematura nos carros mais "normais" e as consequentes despesas...

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  3. True, true... mas o preço de substituir uma peça frontal ou traseira - as tais que ficam bem perto do chão - faz pensar duas vezes antes de subir uma qualquer lomba, por muito pequena que seja! Também já assisti a episódios similares, nomeadamente na ponte 25 de Abril, em obras nas juntas de dilatação da dita ponte e só dava mesmo para rir, especialmente porque eram carros tipo "tunning", que se viam gregos para subir as lombas colocadas devidos às obras. Estas é que são as verdadeiras aberrações... mas é apenas a minha opinião. Nos carros ditos de série não acontece tanto, mas como referiu o André, alguns tipos de veículos não vieram preparados para este tipo de obstáculos rodoviários, mas sim para estradas boas e lisas que por cá não abundam.
    E já que aqui estou, boa sorte para esta "recta final", tanto para a "mãe babada" como para a pequenita! Beijinhos!

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    1. Não batam mais no ceguinho! Eu cá eduquei o meu carro (que já vai com uns belos 11 anos) na velha filosofia "aguenta-e-não-chora" que eu prometo que faço que te trato com carinho! Mas pronto! Cada um sabe de si e do seu bólide!

      Quanto ao resto... conto ir a rebolar (sempre se poupa na "gasosa") para Coimbra lá para o meio da semana para não me arriscar a ter a criança na terra das Alfaces! Com jeitinho ainda faltam umas semanitas... as necessárias par ame mentalizar... espero eu! Mas obrigada pela "lembrança"!

      Beijinhos desta pessoa redonda!

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