domingo, 31 de dezembro de 2017

‘Tou toda negra


Apanho sempre uma coça monumental até chegar ao fim de ano! TÁU! Acaba sempre tudo doente, rabugento, a rebentar de emoções… nem o menino Jesus torna a coisa mais fácil! Este ano somámos faringites, bronquiolites, gastroenterites, e outras ites que não são mais do que os corpos a pedir descanso e mimos! Começo sempre o novo ano a dizer “not again, not in my whatch!” Que vamos levar a vida com mais calma e com mais tempo para termos mais saúde! Mais qual quê!! O inverno quando vem, vem com tudo e só resta respirar fundo e acreditar que todo o tempo frio tem um Jon Snow (para mim) e com uma Khaleesi (para ele), qual cenoura a acenar à frente do burro (dos burros, neste caso), e que em Janeiro já estamos prontos para outra! No meu caso, a motivação é o começo. Adoro começos. Dias um, segundas-feiras, agendas em branco são a possibilidade de recomeçar e deixar para trás o que não interessa. Ora, dia um de um novo ano é um mar de possibilidades fantásticas… ou fantasiosas… não sei bem, não quero saber porque o que sei é que fico revigorada.
Out with the old. In with the new e vamos a isto! Bom fim de ano!


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