segunda-feira, 6 de julho de 2015

Sinto-me o Marco à procura da mãe... mas a mãe é na verdade o fim-de-semana



Chego a sexta-feira e há, na minha cabeça, todo um mundo de possibilidades para o fim-de-semana: descansar (está claro), pôr o trabalho em dia, pôr o exercício físico em dia, começar aquele projecto que está pendurado há mil anos, namorar, ver filmes, brincar com a miúda, ir à praia, ler ([rir muito]... acho que soltei uma pinguinha...) e ir beber um copo. São cerca de 54h (desde sexta-feira às seis da tarde) devia dar, certo? Errado!! Chego a domingo às 23h30 e não fiz nem um terço do que queria e ainda consigo estar mais cansada do que no final da semana de trabalho!
Pergunto eu: não era de aproveitar esta onda reformista e revolucionária lançada pela Grécia e pedir um fim-de-semana de 4 dias?

2 comentários:

  1. Eu cada vez acho menos descabido que os fins-de-semana tivessem 3 dias e a semana de trabalho, 4. Eu consigo ser bem mais produtiva quando o tempo é mais apertado, e o fim-de-semana é de longe melhor quando tem 3 dias. Acho mesmo que era um benefício...

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    1. É pá começamos já o movimento "somos todos fins-de-semana de três dias"!!

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