segunda-feira, 20 de julho de 2015

Massagem com taças tibetanas... só experimentando!






Esta sexta-feira, sem que nada o fizesse prever e numa espécie de impulso, marquei uma massagem com taças tibetanas. Juro que sempre achei que este tipo de massagem fosse para gente muito mais místico-esotérico-cenas do que eu! Massagem para mim implica pôr a mão na chicha, apertar e fazer força... porque na verdade sou uma espécie de camionista grande, gordo e calejado (uuuhhhmmm... juro que não sei de onde veio isto...). Reikis e cenas à distância é coisa para não ser suficiente para ultrapassar a minha carapaça céptica. Mas depois de uma troca de mensagens com quem ía fazer a sessão, e que por acaso é "só" quem aparece na minha vida nos momentos certos com as respostas certas, lá resolvi dar uma hipótese à coisa, quanto mais não fosse porque durante aquela hora, não tinha que arrumar, limpar, fazer refeições, brincar às bolinhas saltitonas, desenhar peixinhos e por aí fora. Escusado será dizer que fui sem pingo de expectativa e com quase a certeza absoluta que ia sair quase igual ao que tinha entrado, sendo a diferença a oportunidade de descansar durante um bocadinho. No Puro Sano (mais um bom motivo para visitar a Nazaré), lá me explicaram o que ia acontecer e muito rapidamente estava deitada e a fazer o que normalmente faço, força para relaxar... Sim, eu sou das que vai para as massagens de relaxamento e saio de lá enervada por não conseguir relaxar. Mas a verdade é que, apesar de ter dado luta - acho que as taças vindas diretamente do Tibete e marteladas à mão por quatro pessoas quase desistiram de mim -, a determinada altura fui para um lugar muito bonito que fica ali entre o sono e o sonho e onde não há preocupações. O que me levou até lá foi o som, a pressão das taças em pontos específicos do meu corpo e a vibração (que não senti logo mas eventualmente lá aconteceu). Só voltei a falar com a Santa Milagreira que me pôs de bem com a vida no final da sessão. Ela lá me disse o que tinha achado e identificou os meus pontos mais frágeis com uma pontaria que me fez ficar de boca aberta. Depois lá me explicou, que não tinha nada a ver com adivinhação mas antes, que tinha conseguido perceber o que não estava bem a partir do som que as taças faziam em cada ponto. Comecei a panicar quando me lembrei que tinha voltar a casa e para isso teria de sair da bolha em que estava mas depois até me senti mais disposta a enfrentar o mundo. Estou determinada a voltar lá para ver se ela me deixa ao fininho e, se fosse eu a mandar, toda a gente tinha direito a uma sessão uma vez por mês... mas como não mando nada... Fica a dica.

1 comentário:

  1. Somos gratos a todos que nos visitam e que usufruem de nossos serviços. Obrigada por nos ter dado o prazer do momento. Obrigada também Sónia Codinha pela maravilhosa terapia. Até breve.

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