terça-feira, 14 de outubro de 2014

Devo ter morrido e ninguém me avisou...




Hoje era dia de dar sangue... e digo que era porque não foi! Quer dizer, foi, mas foi só um bocadinho! Depois de ter decidido que a cabeça da abrótea não ficava bem com o modelito escolhido, lá fui eu para o meu local de trabalho confiante que este ano, ao fim de dois de não ter podido dar (porque estava grávida e depois porque estava a amamentar), que era desta que a a minha contribuição ia contar. Perguntas do costume, fura o dedinho, bebe suminho e vai para a marquesa. Reacção do costume: "ah... que veias tão fininhas... vamos lá ver se isto dá!" Lá explico que normalmente têm que me pôr a fazer o pino para conseguir debitar alguma coisa de jeito e normalmente levo o triplo do tempo que uma pessoa normal levaria a encher o saco com sangue. Desta vez nem isso! Fura, roda, puxa, volta a rodar e o raio da veia nada! Só deu para encher os tubinhos das análises... A enfermeira cheia de preocupações e de pedidos de desculpa (mas sem necessidade porque não me estava a custar nada) ainda ia tentar o outro braço quando me tocou nas mãos que estavam, como normalmente estão, geladas!! Perante isto disse que não valia a pena estar a furar o outro braço porque o resultado devia ser o mesmo... Eu sei que não reuno as condições "técnicas" ideais para dar sangue: tensão muito baixa, veias fininas, má circulação mal o tempo arrefece um bocadinho, débito muito lento... mas mesmo assim dá-me gozo! Além do mais, sou a única na minha família mais próxima que pode dar (os meus pais já não têm idade e a minha irmã não tem peso) além do mais, é um tipo de sangue simpático que dá jeito a muita gente!! Estou chateada...

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